Audiência em Brasília trata de procedimentos finais, afirma Governo de Rondônia

De acordo com o Secretário de Administração, Rui Vieira, desde o último mês a comissão vem trabalhando na formulação das tabelas salariais para embasar os procedimentos de enquadramento.

Publicada em 06/08/2012 às 17:59:00

 Autor: DECOM - Governo-RO
Uma audiência marcada pela coordenadora da Bancada Federal de Rondônia em Brasília, deputada federal Marinha Raupp, na manhã desta terça-feira (7), entre a ministra Gleisi Hoffmann, da Casa Civil da Presidência da República; ministra Miriam Belchior, do Planejamento, Orçamento e Gestão e Luiz Inácio Adams, da Advocacia Geral da União,  poderá dar o passo final para os procedimentos da transposição dos servidores estaduais de Rondônia.

Participarão na ocasião, o governador Confúcio Moura e o secretário de Estado da Administração, Rui Vieira de Sousa, como presidente da Comissão Estadual de Transposição. De acordo com o secretário, desde o último mês, a comissão vem trabalhando na formulação das tabelas salariais para embasar os procedimentos de enquadramento dos servidores. Todo esse material foi entregue à equipe técnica do MPOG.

Vieira também destaca que todo o trabalho da transposição tem o envolvimento direto da bancada federal, através da coordenadora Marinha Raupp e dos demais deputados e senadores da República. “É um trabalho harmônico entre os políticos, representantes sindicais e a comissão nomeada pelo governo de Rondônia que acompanhou assiduamente em Brasília, atendendo a todos os pleitos dos técnicos para embasar a normativa que vai enquadrar os servidores ao quadro federal”, disse Vieira.

O secretário afirma que daqui para frente o governo vai continuar mantendo a mesma sintonia com que foram conduzidos os trabalhos até então, pois a transposição vai trazer bons dividendos para o Estado, não só em relação à economia que vai gerar na folha de pagamentos, como é determinação do governador Confúcio Moura para que se aproveite o incremento do processo de transposição para a modernização da máquina administrativa, para que se façam os novos concursos sintonizados com as demandas e perfis ocupacionais necessários ao novo processo de desenvolvimento do Estado.

Segundo ele, o Estado poderá vivenciar uma política harmônica, uniforme, com alinhamento único, que estabeleça a meritocracia e privilegie a eficiência e a eficácia na Gestão Pública.