29/08/2012 - 10h32min - Atualizado em 29/08/2012 - 10h32min

Desembargador Waltenberg diz que ação movida pelo MP é um alívio

Na semana passada, o Desembargador comunicou ao Tribunal Pleno que formalizaria denúncia contra o Promotor João Francisco Afonso junto ao Conselho Nacional do MP, por abuso do poder...

O Desembargador Waltenberg Junior, réu em ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público de Rondônia, afirmou estar aliviado com o ajuizamento da ação, encerrando uma investigação que parecia não ter fim.

Na semana passada, o Desembargador comunicou ao Tribunal Pleno que formalizaria denúncia contra o Promotor de Justiça João Francisco Afonso junto ao Conselho Nacional do Ministério Público, por abuso do poder de investigar. "A demora injustificada na conclusão de investigação iniciada em 2010, que ouviu, desnecessariamente, dezenas de pessoas, fere direitos constitucionais sensíveis que merecem pronta reparação".

Segundo o Desembargador, enquanto aguardava informações solicitadas ao Procurador Geral do MPRO e à Corregedoria, sobre o procedimento adotado pelo promotor do caso, foi surpreendido pelo ajuizamento desta ação, que tem também como réus o Prefeito Roberto Sobrinho e a ex-secretária da SEMUR, Dra. Fernanda Kopanakis. "Pesquisando o sistema para acompanhar outros processos, me deparei com este. Acho que foi um dos dias mais tristes da minha vida".

"Finalmente", disse o magistrado, "estabeleceu-se a certeza de que nenhum centavo foi gasto no Reconhecimento do Domínio. É claro que poderiam ter escolhido uma ação menos infamante para tentar desfazer o Reconhecimento de Domínio. A ação civil pública, ou mesmo uma ação ordinária, teria o mesmo efeito. Mas tenho imenso respeito pelo Ministério Público, e não vou comentar a razão desta escolha. Espero que minha carreira resista a mais esse impacto".

Assessoria de Comunicação Institucional

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comentários

COMENTÁRIOS


Avatar de CARLOS

Postado por CARLOS em 30/08/2012 às 13:11

Dona Vera e Luizão, compartilho do posicionamento de vocês, pois acho tão injusto e sinto tanta pena desse ilustre Magistrado, pois não é justo que uma investigação promovida pelo Parquet demore tanto tempo para se conlcuir. Agora o que dizer dos processos que tramitam no Poder Judiciário durante anos. Agora me pergunto: Por qual razão um Magistrado não pode aguardar tanto tempo quanto um cidadão espera por uma solução do Judiciário. Além do mais, esse Magistrado deveria requerer sua aposentadoria e virar Fazendeiro, pois com tanta terra, não há motivos para passa o dia dentro de um Gabinete.

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Avatar de ZE ROELA

Postado por ZE ROELA em 29/08/12 às 23:08

em 2008 o cara tinha grana pra pagar 6 milhoes da propriedade? tava declarado? quem vendeu declarou no IR tambem? quem compra declara, quem vende declara.....se tá tudo certo, passa a régua.....tá facinho facinho....uma coisa é certa, esses negocios de muita grana, bacana náo vai se enrolar....outra coisa, quanto valia a terra na época...se atualizar os valores, vale quanto hoje? todos sáo idoneos, portanto....

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Avatar de WELTON ALISSON

Postado por WELTON ALISSON em 29/08/2012 às 22:23

SEI NÃO EHN! NESSA MATA TEM COELHO, E NÃO É COTÓ.

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Avatar de JOSÉ EDUVIRGE MARIANO - ADVOGADO

Postado por JOSÉ EDUVIRGE MARIANO - ADVOGADO em 29/08/12 às 21:08

Conheço desde muito tempo o Dr. Walter Waltenberg Silva Junior. É uma pessoa séria, honrada, proba e sem máculas. E sem contar que é um desembargador Erudito, totalmente HONESTO, Rutilante, Brioso e Esplendoroso. Conheço também o promotor João Afonso que é pessoa correta, todavia, é zeloso ao extremo. Presto aqui minha solidariedade ao Dr. Desembargador Walter Waltenberg Junior.

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Avatar de JOSÉ EDUVIRGE MARIANO - ADVOGADO

Postado por JOSÉ EDUVIRGE MARIANO - ADVOGADO em 29/08/12 às 21:08

Conheço desde muito tempo o Dr. Walter Waltenberg Silva Junior. É uma pessoa séria, honrada, proba e sem máculas. E sem contar que é um desembargador Erudito, totalmente HONESTO, Rutilante, Brioso e Esplendoroso. Conheço também o promotor João Afonso que é pessoa correta, todavia, é zeloso ao extremo. Presto aqui minha solidariedade ao Dr. Desembargador Walter Waltenberg Junior.

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Avatar de FRANCISCO BARROSO

Postado por FRANCISCO BARROSO em 29/08/2012 às 20:05

Realmente, os tempos mudaram, para melhor, graças a promotores de justiça como o Dr. João Francisco Afonso, Dr. Geralso, Dr. Alzir e outros que denunciam autoridades graúdas do judiciário. Até a alguns anos atrás essas autoridades eram blindadas. PARABÉNS AO MP DE RONDÔNIA PELOS SERVIÇOS PRESTADOS AO POVO DESSE ESTADO.

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Avatar de MOACIR FIGUEIREDO

Postado por MOACIR FIGUEIREDO em 29/08/12 às 18:08

O CNMP ESTÁ FULMINANDO ESTA ESTÓRIA DE QUE PROMOTOR DE JUSTIÇA É O DONO DA VERDADE ABSOLUTA E ESTÁ IMUNE A QUALQUER PUNIÇÃO. BREVEMENTE TEREMOS NOTÍCIAS SOBRE AS ARBITRARIEDADES DE UM DELES QUE ATUA NA PRIMEIRA INSTÂNCIA, NA ÁREA CRIMINAL. SOBRE ALGUMA AÇÃO QUE SE QUEIRA MOVER CONTRA O ADVOGADO LUIZ . É MELHOR CONTRATAR O ADVOGADO, DR. MATUSALÉM, POIS O CITADO ADVOGADO JÁ SE ENCONTRA NO CAMPO SANTO DESDE O INÍCIO DO ANO.

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Avatar de LUIZ EDUARDO SOUZA

Postado por LUIZ EDUARDO SOUZA em 29/08/2012 às 18:11

É preciso separar bem as coisas: O Promotor encontrou irregularidades em um procedimento imobiliário, e moveu a ação que entendeu necessária para garantir o direito público. Por outro lado, esta ação não torna o réu, o Desembargador Waltenberg um homem desonesto. POde ter acontecido de ele apenas errar, como qualquer outro. Não se fala em má-fé, mas em ato de improbidade, que não é crime, apenas um ilícito civil a ser reparado. O processo vai aclarar tudo isso. O importante é reconhecer que cada um faz seu trabalho com toda dignidade, e ninguem há de questionar a integridade tanto do Promotor quanto do Desembargador.

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Avatar de DR. BASSEM

Postado por DR. BASSEM em 29/08/2012 às 17:53

Tempos nebulosos em que vivemos, pobre democracia brasileira, tão jovem e tão maltratada, abalada por claras tentativas de se instalar novamente no país um Estado Policial, onde se escracha, condena e executa publicamente o cidadão sem sequer processar-lhe e condenar-lhe, denota-se que certas instituições abusam de seus direitos institucionais e constitucionais, é uma pena que neste país reverteu-se o ônus probante, onde o acusado é culpado até que se prove sua inocência nos deslanchar dos autos, e o pior é a condenação pública, onde o cidadão humilde e simplório é levado a acreditar em acusações levianas e sem nexo, não entrarei no mérito propriamente dito, mas conheço o nobre Desembargador que tanto engrandece a magistratura Rondoniense, Humilde e Íntegro, Honesto e Sábio, sinto por ele estar passando por tal situação, força e coragem sempre, isso só nos alavanca para frente, senão não seríamos defensores do Direito e da verdadeira Justiça!!!!

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Avatar de SANTOS

Postado por SANTOS em 29/08/12 às 16:08

Julgar os outros é fácil, até porque a lei codificada permite interpretação subjetiva; por isso tem um advogado de defesa e um de, acusação, vamos dizer assim. Também não se pode condenar alguém sem saber e ter certeza de seus atos praticados; por outro lado, promotor de justiça é pessoa institucional de fé pública e fiscal da lei. Ah! também não se pode dizer que uma pessoa é totalmente integra só porque me mostra um sorriso ou paga suas contas em dia ou toma uma cervejinha comigo, entre outros. Quem conhece a lei codificada pode ser 100% imoral, mas faz tudo de forma legal. O povo deve cobrar o zelo e transparência de todos homens investidos em cargos públicos. Não se pode dizer que fulano é honesto se está sobjúdice. Vamos esperar o desfecho final da ação.

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Avatar de DOMINGOS BORGES DA SILVA

Postado por DOMINGOS BORGES DA SILVA em 29/08/2012 às 16:21

O Desembargador Walter Waltenberg Silva Junior, à vista de fatos inexistentes e desarrazoados criados por Domingos Borges da Silva, num blog, no dia 05.04.2010, sob o título "Escândalo Imobiliário envolve Prefeito de Porto Velho e Desembargador de Justiça com Grave Descaso a Famílias Carentes", vem a público afirmar o seguinte: 1. Este é o teor do fato inexistente: "No ano de 2008, o Prefeito Roberto Sobrinho vendeu uma área de 601.383,28m² ao Desembargador de Justiça do Estado de Rondônia, Walter Waltenberg Silva Junior. Esta área corresponde a 60 (sessenta) hectares, 13 (treze) ares e 83 (oitenta e três) centiares e daria para formar 6 (seis) quadras de lotes urbanos, com capacidade para assentar centenas de famílias. O imóvel foi transferido através de Escritura Pública de Compra e Venda, lavrada no Cartório do 2º Ofício de Notas, no Livro 081-E, às fls. 108/109, em data de 7/04/2008, pela Tabeliã Helena Soares Oliveira Carvajal. Referido imóvel é objeto da Matrícula e Registro nº R-1-21760, lavrados no Livro 2 ¿ Registro Geral, em data de 15/04/2008. O Desembargador Walter Waltenberg Silva Junior pagou pelo imóvel a quantia de R$ 6.671.474,48 (seis milhões, seiscentos e setenta e um mil, quatrocentos e setenta e quatro reais e quarenta e oito centavos), quantia que será objeto de investigação em sede de Ação Popular que visará dirimir a origem e aplicação do valor. O imóvel é constituído pelo Lote nº 029, Quadra 999, Setor 03, no Bairro Triângulo, Estrada do Santo Antônio. Grandes partes das áreas localizadas naquele Bairro integram o Patrimônio Histórico tombado do complexo da Estada de Ferro Madeira-Mamoré. A Área é descrita em metragem quadrada no Registro de Imóveis que noticia ser lote urbano. Essa metodologia era e é empregada pela Prefeitura Municipal local, através de seus Prefeitos, para acobertar negociatas ilegais de terras públicas da União Federal, as quais não integram o patrimônio do Município. Para a venda ser efetuada, necessário seria autorização da Câmara Municipal de Vereadores local, a qual não se sabe se efetivamente foi concedida já que a venda se deu sem qualquer publicidade. À luz da Lei de Licitações e Contratos na Administração Pública, a venda estaria condicionada a leilão ou até mesmo Concorrência Pública, o que também não se sabe da adoção de um desses procedimentos, já que a venda não foi de conhecimento público e essa descoberta de seu por um acaso do destino." Autor:Domingos Borges da Silva 2. Não existe um escândalo imobiliário envolvendo o Desembargador Walter Waltenberg Silva Junior, uma vez que jamais se relacionou seu nome a qualquer escândalo, muito menos imobiliário. Pela primeira vez, nestas linhas de exclusiva responsabilidade de Domingos Borges da Silva e de seu advogado Luiz Euclides Helfer, se fala neste assunto. As tentativas de repercutir o fato absurdo na imprensa de Porto Velho resultaram infrutíferas. 3. A motivação da divulgação de fato inexistente visando à criação artificial de um escândalo tem origem na tentativa infantil e ineficaz de retaliar e intimidar o Magistrado no exercício da função, ante o arquivamento sumário de Mandado de Segurança contra ato judicial que visava evitar, fora dos casos legais, e pelo meio inadequado, o despejo de famílias no chamado "Bairro Roberto Sobrinho" (proc. Número 0003298-65.2010.8.22.0000 ¿ Decisão na íntegra). 4. O Desembargador Waltenberg Junior jamais assinou qualquer escritura de compra e venda com o prefeito ou com a Prefeitura de Porto Velho. Jamais tomou qualquer atitude que não fosse requerer, pelo meio legalmente previsto, o reconhecimento de domínio sobre imóvel rural adquirido de terceiros. De igual modo, jamais possuiu a quantia de seis milhões de reais, nem quatro, nem dois milhões, pois seu patrimônio é fruto exclusivo de seu trabalho como Magistrado e Professor. 5. Em sete de abril de 2008, foi lavrada Escritura Pública de Regularização e Reconhecimento de Domínio Pleno, sem pagamento de qualquer quantia, visando ao reconhecimento de domínio de imóvel de destinação rural comprado e pago em 1994 do arquiteto José Angelo de Assis (aquisição devidamente declarada ao imposto de renda daquele ano), que por sua vez o adquiriu do espólio de Francisco Braga de Paiva. A propriedade, inicialmente cadastrada no INCRA, passou por força de lei à responsabilidade do Município, e estava devidamente cadastrada no Cadastro Imobiliário de Porto Velho, conforme certidão inclusa no processo de Requerimento de Escritura e Reconhecimento de Dominio numero 62/97 PMPV, muito antes da efetivação da compra, em nome de Francisco Braga de Paiva. A posse e domínio do Desembargador Waltenberg Junior sobre a área, efetiva, com morada pessoal e familiar, neste imóvel destinado também à criação de umas poucas cabeças de gado leiteiro, remonta assim ao ano de 1994. Isso se fez sempre de forma pública, e sem oposição de quem quer que seja, desde 1994 até a presente data. A outorga da escritura definitiva, decorrente do processo administrativo número 18-11130-04, obedeceu rigorosamente à legislação federal e municipal. 6. Ainda perplexo com a violência do ataque à sua honra, situação jamais experimentada em vinte e cinco anos de vida pública, informa que contratou o escritório do Doutor Odailton Knorst Ribeiro para as providências judiciais e administrativas necessárias junto à Justiça de Ariquemes e à Ordem dos Advogados do Brasil, relativamente aos senhores Domingos Borges da Silva e Luiz Euclides Helfer, este, coautor deste texto desrespeitoso e incompatível com o dever de urbanidade que norteia as relações entre quaisquer pessoas no âmbito do Poder Judiciário, e advogado subscritor da inicial no Mandado de Segurança acima citado. 7. Qualquer cidadão de boa-fé teria solicitado informações aos órgãos públicos envolvidos (Cartório de Registro de Imóveis, Prefeitura Municipal, Tribunal de Justiça de Rondônia), aguardando a resposta, antes de deliberar causar danos a reputações construídas exclusivamente a custa de trabalho e estudo. 8. Ninguém ligará, jamais, o nome do Desembargador Walter Waltenberg Silva Junior a "negociatas ilegais". Todas as informações aqui contidas são da responsabilidade e ditado pessoal do Des. Waltenberg Junior Assessoria de Comunicação Institucional do TJRO

201.40.10.82
Avatar de DOMINGOS BORGES DA SILVA

Postado por DOMINGOS BORGES DA SILVA em 29/08/2012 às 16:09

Creio que o artigo constante do link a seguir foi que originou a Ação Civil Pública: http://www.tj.ro.gov.br/noticia/faces/jsp/noticiasView.jsp;jsessionid=ac13022130d83a20e754830b4f57a2f98207ad92d69e.e3iRb3eTc310bx4Re0?cdDocumento=13416&tpMateria=2

201.40.10.82
Avatar de JERRY ANTUNES

Postado por JERRY ANTUNES em 29/08/2012 às 14:55

Walter Waltemberg é uma pessoa íntegra e não precisaria minha chacela. Mas por se tratar de um professor da melhor qualidade e ser humano fantástico, registro aqui meu apoio a sua pessoa e respeitoi a sua história de magistrado.

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Avatar de VERA

Postado por VERA em 29/08/12 às 14:08

Só quem passou e passa por isso sabe o quanto é penoso. O Desembargador em questão, que é um homem justo, integro e dos mais humildes que conhecemos, fez bem em tornar público o sofrimento e a exposição desnecessários que causam determinadas "ações".

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Avatar de THMOAS TURBANO

Postado por THMOAS TURBANO em 29/08/2012 às 12:37

Bom, primeiramente devemos analisar a ação proposta, ou seja, o que pleiteia, no entanto foi rápido esse procedimento se durou apenas dois anos e ouviu dezenas de pessoas, fato atribuído ao Promotor natural para elucidação dos fatos, Constitucionalmente falando, no entanto o que se vê é a inversão de valores, o réu querendo sair de vítima, quero saber o que ocorreu de VERDADE, qual a matéria apreciada depois darei meu ´HUMILDE comentário... mas se houve dois anos de investigação e dezenas de pessoas ouvidas,boa coisa não foi feita pelo Magistrado...

189.93.219.114
Avatar de LUIZAO

Postado por LUIZAO em 29/08/12 às 11:08

Conheço o Dr. Walter. Homem íntegro, excelente professor e magistrado. Quanto a este promotor....

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