Inscrições para as 238 vagas do IFRO estão nos últimos dias

​​​​​​​Até dia 28 de maio estão abertas as inscrições para preenchimento de vagas em Ariquemes, Jaru e Vilhena, Colorado do Oeste, Ji-Paraná e Porto Velho.

Assessoria
Publicada em 26 de maio de 2017 às 10:53

Exibindo banner últimos dias de inscrição.pngAs inscrições para o preenchimento de 238 vagas para cursos técnicos e superiores no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO) se encerram no domingo, dia 28 de maio. Poderão participar do Processo Seletivo Simplificado (PSS 2017/2), válido para o segundo semestre deste ano, aqueles que tiverem concluído o ensino médio até a data da matrícula. Os candidatos podem se inscrever no Portal de Seleção do IFRO: www.selecao.ifro.edu.br.

São 118 vagas para cursos de nível superior, nos municípios de Colorado do Oeste (Tecnologia em Gestão Ambiental, Engenharia Agronômica e Zootecnia), Ji-Paraná (Análise e Desenvolvimento de Sistemas) e Porto Velho (Gestão Comercial). E na modalidade subsequente ao ensino médio são 120 vagas abertas. As inscrições e os cursos são ofertados gratuitamente pelo IFRO, sendo importante que os candidatos leiam o edital na íntegra.

Técnicos Subsequentes ao Ensino Médio

O processo seletivo possui três cursos na modalidade subsequente ao ensino médio, que ofertam profissionalização rápida e adequada às exigências do mundo do trabalho. São cursos de nível médio destinados às pessoas que já concluíram ou que concluirão o ensino médio até o período de efetivação das matrículas.  As vagas são para os campi Ariquemes (Técnico em Aquicultura), Vilhena (Técnico em Eletromecânica) e Jaru (Técnico em Comércio), todos no período noturno. 

O Diretor-Geral do Campus Ariquemes, Osvino Schmidt, avalia que no caso do Curso Técnico em Aquicultura se vivencia um momento histórico no estado de Rondônia. “Nós temos um desenvolvimento muito forte da piscicultura. E foi um curso que veio para habilitar técnicos que vão operacionalizar essas culturas de peixe. Embora atenda também outras criações aquícolas, como rãs, jacarés e outros, tem foco principal no peixe, no momento que Rondônia tem necessidade para isso”.  Conforme dados do Governo de Rondônia, atualmente o Estado lidera o ranking nacional da produção de peixes nativos em água doce em cativeiro. A produção saltou de 11 mil toneladas em 2010 para mais de 75 mil em 2014. Nas projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2017, a produção de tambaqui, pirarucu, jatuarana e pintado deve alcançar as 90 mil toneladas em Rondônia.

Outro ramo de atuação dos profissionais formados pelo IFRO está no Técnico em Comércio no Campus Avançado Jaru. “É uma formação que visa atender a uma demanda específica da cidade de Jaru para melhorar todos os processos do comércio. Quem concluir o curso vai conseguir ter uma visão ampla do funcionamento de um estabelecimento comercial, até para quem já está no mercado de trabalho se qualificar, ou para quem pretende entrar no mercado de trabalho, porque o comércio sempre é uma das primeiras possibilidades de emprego”, explica o diretor da unidade, Renato Delmonico.

No Cone Sul do Estado, no Campus Vilhena, são ofertadas 40 vagas no Curso Técnico em Eletromecânica. “É um curso a ser ofertado no período noturno com duração de um ano e meio. É voltado para área de manutenção e automação industrial, indústria, laboratório de controle de qualidade e de pesquisa, e concessionárias de energia”, explica a coordenadora da Comissão Permanente de Exames, Carla Coêlho.

“Em pouco mais de cinco anos, cumprimos as metas traçadas para o desenvolvimento da Educação Profissional, Científica e Tecnológica em Rondônia. Nossa missão é a oferta de ensino profissionalizante de excelência aos estudantes e trabalhadores desse Estado com o objetivo de prepará-los para o mundo do trabalho, mas sem perder o foco na formação cidadã e no desenvolvimento regional”, conclui o Reitor do IFRO, Uberlando Tiburtino Leite.

Mais informações em: https://goo.gl/cPb1a2

Comentários

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    JOSE OLIVEIRA 26/05/2017

    Infelizmente o governo cria institutos que só servem como cabine de emprego a alguns bons professores, porque não traz nenhuma vantagem aos brasileiros que na sua maioria cursam essas modalidades ofertadas de cursos. Não existem campo para atuar é somente subjetivo e a perda de tempo desses jovens e gastos desnecessários, fica mais feliz se esses jovens cursassem alguns cursos técnicos como: eletrotécnica, eletromecânica, técnico em mecânica ou mecatrônica, técnico em manutenção em equipamentos médicos e hospitalares. Esses curso deveriam ser abertos, mas infelizmente não existem professores com conhecimentos adequados para ministrar aulas desse porte.

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Winz

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