20/06/2009 - 08h46min - Atualizado em 20/06/2009 - 08h46min

Lenha na Fogueira

A origem das festas juninas

A partir da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

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Nós jornalistas, estamos aptos a assumir como chefes de cozinha dos mais sofisticados restaurantes no Brasil.

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Sem que seja preciso saber fritar, sequer, um ovo (caso da maioria dos colegas).

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Partindo do exemplo proferido pelo Ministro do Supremo Gilmar Mendes.

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Jornalista é como cozinheiro, ninguém precisa de diploma para preparar um prato de comida.

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Basta ter habilidade e até levar jeito para se portar a beira de um fogão.

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Um bom cozinheiro depende muito da mão.

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Saibam que o paladar tem tudo a ver com a mão de quem prepara o prato.

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Assim como o bom texto jornalístico, depende do cérebro de quem o produz que depende nesse caso não da mão, mas, dos dedos para digitar o que o cérebro cria.

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Diante dessa aberração proferida pelo ministro chefe do STF, só nos resta dividir as várias editorias do jornal em cozinhas.

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Por exemplo:

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A editoria de cultura fica responsável pela preparação dos pratos, “Típicos Regionais”.

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A editoria de política: será a responsável em servir as “Pizza”.

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A editoria de polícia: vai preparar os pratos com Carne de “Caça”.

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A editoria de esportes: vai preparar os pratos com “Frango”.

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A editoria social: serve as iguarias mais sofisticadas tipo “skago”.

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E a editoria geral: será a responsável em montar as “Saladas”.

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Apesar da decisão do STF em deixar para as empresas a exigência ou não do diploma de jornalista.

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A decisão com certeza vai causar danos às faculdades, com certeza a procura pelo curso de jornalismo vai diminuir e muito.

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A não ser que as grandes empresas de comunicação divulguem nota, dizendo que só aceitam em seus quadros portadores de diploma de jornalista.

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O que pode, a partir da decisão do STF, acarretar em processo judicial já que o diploma não é obrigatório.

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Gostaria que o STF também aprovasse a não exigência de diploma para a profissão de advogados, dentistas e outros.

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Provocassem a volta da figura do Rábula, ou seja, do advogado provisionado, do dentista provisionado etc.

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Aos alunos dos cursos de jornalismo que continuem os estudos.


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Com certeza essa decisão do STF sói vai valer para os que já estão trabalhando nas redações.

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Pois, com certeza, essas empresas só contratarão quem estiver de posse do “Canudo”.

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Por gentileza: Escolha seu prato em nosso cardápio!

A origem das festas juninas

Depois do Carnaval, as Festas Juninas são um dos eventos mais consagrados no território nacional. As ruas, praças e escolas de muitas cidades são decoradas com bandeirinhas coloridas e, em barracas montadas ao ar livre, são servidas comidas e bebidas típicas.
Entre os quitutes, estão a paçoca, o pé-de-moleque, rapadura, pipoca, o milho verde, pamonha, banana assada na brasa, canjica, mungunzá, arroz doce e, para os adultos, quentão e vinho quente. Também são comuns brincadeiras como pescaria, argolas e tiro ao alvo e as tradicionais adivinhações além de danças tradicionais, como a quadrilha e boi-bumbá.

O ciclo das festas juninas começa meados do mês de junho, quando se festejam quatro santos muito conhecidos no Brasil: Santo Antônio, no dia 13; São João, 24; e São Pedro e São Paulo, no dia 29 de junho.


História das Festas Juninas


Nos países europeus católicos, a festa era inicialmente chamada de "joanina" (em homenagem a São João). Trazida pelos portugueses para o Brasil, virou festa "junina" e foi incorporada aos costumes locais, com a introdução de alimentos, como a macaxeira, o milho e também os cantos e danças, como o forró, o boi-bumbá e o tambor-de-crioulo.

Mas não foi somente a influência portuguesa que caracterizou as comemorações. A quadrilha, por exemplo, foi uma adaptação de uma dança da nobreza européia (quadrille), muito presente nos salões franceses do século 18.

Os jesuítas portugueses, a princípio, comemoravam o dia de São João. As primeiras referências às festas de São João no Brasil datam de 1603. As festas de Santo Antônio e de São Pedro só vieram mais tarde, mas como aconteciam no mesmo mês, foram incluídas nas chamadas festas juninas.


A fogueira e os rojões


Uma lenda católica conta que Isabel, prima de Maria, mãe de Jesus, na noite do nascimento de João Batista, ascendeu uma fogueira para avisar a novidade à Maria. Por isso a fogueira é um elemento fundamental da festa e costuma ser acesa às 18h, hora da Ave Maria.


Modelo de fogueira


Na festa de Santo Antonio, a fogueira tem formato quadrangular; na de São Pedro, triangular e na de São João possui formato arredondado na base, formando uma pirâmide.

Os fogos de artifício eram utilizados na celebração para "despertar" São João e chamá-lo para a comemoração de seu aniversário. O barulho de bombas e rojões podia espantar os maus espíritos. O costume de soltar balões surgiu da idéia de que eles levariam os pedidos dos devotos aos céus e a São João. Essa prática foi proibida devido ao alto risco de os balões provocarem incêndios.
A cerimônia de levantamento do mastro de São João é chamada de "Puxada do mastro". Além da bandeira de São João, o mastro pode ter as de Santo Antonio e São Pedro.



Lenha na Fogueira


A partir da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).


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Nós jornalistas, estamos aptos a assumir como chefes de cozinha dos mais sofisticados restaurantes no Brasil.


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Sem que seja preciso saber fritar, sequer, um ovo (caso da maioria dos colegas).


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Partindo do exemplo proferido pelo Ministro do Supremo Gilmar Mendes.


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Jornalista é como cozinheiro, ninguém precisa de diploma para preparar um prato de comida.


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Basta ter habilidade e até levar jeito para se portar a beira de um fogão.


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Um bom cozinheiro depende muito da mão.


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Saibam que o paladar tem tudo a ver com a mão de quem prepara o prato.


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Assim como o bom texto jornalístico, depende do cérebro de quem o produz que depende nesse caso não da mão, mas, dos dedos para digitar o que o cérebro cria.


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Diante dessa aberração proferida pelo ministro chefe do STF, só nos resta dividir as várias editorias do jornal em cozinhas.


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Por exemplo:


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A editoria de cultura fica responsável pela preparação dos pratos, “Típicos Regionais”.


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A editoria de política: será a responsável em servir as “Pizza”.


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A editoria de polícia: vai preparar os pratos com Carne de “Caça”.


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A editoria de esportes: vai preparar os pratos com “Frango”.


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A editoria social: serve as iguarias mais sofisticadas tipo “skago”.


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E a editoria geral: será a responsável em montar as “Saladas”.


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Apesar da decisão do STF em deixar para as empresas a exigência ou não do diploma de jornalista.


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A decisão com certeza vai causar danos às faculdades, com certeza a procura pelo curso de jornalismo vai diminuir e muito.


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A não ser que as grandes empresas de comunicação divulguem nota, dizendo que só aceitam em seus quadros portadores de diploma de jornalista.


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O que pode, a partir da decisão do STF, acarretar em processo judicial já que o diploma não é obrigatório.


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Gostaria que o STF também aprovasse a não exigência de diploma para a profissão de advogados, dentistas e outros.


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Provocassem a volta da figura do Rábula, ou seja, do advogado provisionado, do dentista provisionado etc.


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Aos alunos dos cursos de jornalismo que continuem os estudos.



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Com certeza essa decisão do STF sói vai valer para os que já estão trabalhando nas redações.


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Pois, com certeza essas empresas só contratarão que estiver de posse do “Canudo”.


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