25/09/2012 - 11h03min - Atualizado em 25/09/2012 - 11h03min

Pastores praticam corrupção ao abandonarem suas igrejas: campanha eleitoral

Paulo Ayres.

É muito constrangedor nos depararmos com ataques, críticas ou denúncias contra nossos líderes religiosos. Em Rondônia, felizmente (mas com forte reprovação) nos deparamos com apenas dois padres que infelizmente esqueceram-se de sua missão e foram atraídos pelas vaidades do poder, por estas coisas rasteiras deste mundo. De vez em quando me deparo com um crente que se “achando” diz querer que Deus transforme a vida dos outros. Então, vamos começar por esta transformação interna nas inúmeras igrejas e pseudas igrejas evangélicas. Estou me referindo a participação vergonhosa destes tidos pastores na campanha eleitoral de 2012.

Acontece que efetivamente a pregação dos púlpitos tem se distanciado muito da prática religiosa. Aquela voz mansa cheia de temor e de religiosidade, sempre esmerada em apontar as falhas dos outros, na realidade se tem notícia que nos bastidores da política o comportamento tem sido muito diferente. Se faz barganha de todos os tipos. O importante é se arrumar e que se dane das pregações, os ideais, os ensinamentos, os mandamentos, o Livro da Sabedoria. Em todo país se constata lamentavelmente os escândalos de corrupção e quase sempre a presença de líderes religiosos. A política é como o Diabo, seduz.

Agora, mais do que reprovável e revoltante é o fato destes pseudos, não satisfeitos com suas façanhas, transformarem os cultos em verdadeiros comícios e as igrejas em comitês de campanha eleitoral. Agora a coisa não para por aí. Tem pastor dizendo ainda, tendo a coragem de afirmar que é candidato por missão e ordem de Deus. Não satisfeitos, alguns chegam a afirmar que foram orientados pelo Espírito Santo.

Aqui mesmo em Porto Velho, na campanha passada, um destes pastores de quinta categoria prometeu votos, vendeu a igreja e sapecou: “se tivermos um acerto aqui, vou dizer que você é o candidato a deputado estadual de Deus, com direito a foto ao lado do nosso líder maior, apóstolo tal”. Depois o mesmo pastor acabou fazendo um novo acertinho com outro político, que tinha a preferência por ser evangélico.

O ministério religioso, o sacerdócio é uma missão seríssima para se tratada com tamanha leviandade. Estes pastores “esfomeados” envolvidos em campanha eleitoral são antes de tudo levianos, traidores de seus pastoreios e de suas igrejas, e finalmente também corruptos.

O chamado de um homem por Deus ao sacerdócio é algo muito sério. Ao se charfundarem na promiscuidade política, eles acabam enlameando suas igrejas, e lamentavelmente comprometendo o Projeto de Salvação de Deus. A César o que é de César o de Deus o que é de Deus. Os pastores são consagrados para que pastoreiem seus rebanhos, e não para servir de trampolim para projetos políticos – vereador, vice-prefeito, prefeito, deputado estadual, deputado federal, senador, governador e outros cargos. Cuidado, muito cuidado, ao falarem estarem com o Deus verdadeiro.

O Executivo, Legislativo (que necessitam de campanha eleitoral), não precisa de pastores e padres. Isto acaba confundindo, e certamente afastando ainda mais os desviados. Estes deveriam seguir o exemplo de José de Arimatéia, que para não escandalizar o evangelho, pela corrupção que teria de viver no Senado, não deixava que ninguém soubesse que era seguidor de Jesus. Assustou até Pilatos ao reivindicar o corpo do Senhor para enterrá-lo.

Assim sendo é bom destacar que ao assim procederem estas pessoas colocam a política em primeiro lugar e Deus num plano qualquer, se é que efetivamente estão com Deus. Diz o Livro da Sabedoria, o Apóstolo Paulo diz de forma cristalina que a missão do Cristão é o de soldado do reino, e orienta Timóteo a não se envolver com os negócios desta vida. A nossa cidadania está nos Céus, de onde esperamos ansiosamente um Salvador, o Senhor Jesus Cristo. Somos cidadãos dos céus, e nossa pátria verdadeira está nos céus, somos apenas peregrinos em terra estranha, e estes pastores com certeza fizeram esta leitura na bíblia.

É impressionante a falta de vergonha na cara destes pastores. A imunidade parlamentar tem servido de instrumentação jurídica para sustentar muitos organismos criminosos com fachada de Igreja e facções de extermínio no meio evangélico a serviço dos políticos. A continuar esta malandragem fica difícil um crente querer a transformar a vida dos outros, quando não conseguem transformar as posturas de seus pastores. É correto um pastor trocar igreja por política?

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COMENTÁRIOS


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Postado por ADAIR DOS ANJOS em 05/10/2012 às 09:24

IRMÃO VOTA EM PASTOR? I Irmão vota em Pastor? Alguns irmãos, daqui de Machadinho, diz que devemos votar somente em quem conhece a Bíblia. ?? Se um Pastor tem um ministério de Pastorado, “ungido por Deus”, abandona o ministério para ingressar na Política, realmente desconhece os princípios Bíblicos ou é um “Crente desviado”, e aquele que conhece a palavra de Deus também não votar nele, porque? Ver env. Lucas11:26 e Mat. 12:45 (Então vai, e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele e, entrando, habitam ali; e são os últimos atos desse homem piores do que os primeiros. Assim acontecerá também a esta geração má.) Vamos ao Blogger do Irmão em Cristo Jesus Ir. Marcos Pinheiro Blogger desde janeiro de 2010 O sistema idealizado por Deus para a nação de Israel era o governo teocrático. O Senhor era quem governava. O próprio Deus era o Rei da nação de Israel. O Senhor escolheria patriarcas, juízes e profetas e, através destes, manifestava a Sua Soberana Vontade e os Seus estatutos. Em Dt 17:14 lemos:”Quando entrares na terra que te dá o Senhor teu Deus e a possuíres, e nela habitares, e disseres: porei sobre mim um rei como têm todas as nações que estão ao redor de mim”; Em Dt 28:36 lemos: “O Senhor te levará a ti e a teu rei, que tiveres posto sobre ti”. Vemos claramente nesses versos que Moisés previu o dia em que Israel diria NÃO à teocracia. Essa profecia se cumpriu em I Samuel 8:5 aonde o povo chega a Samuel e pede um rei, um governante político à semelhança das outras nações. Deus considerou o pedido dos israelitas como se eles o tivessem rejeitado como seu rei (I Samuel 8:7). Os israelitas pediram um rei humano para que fossem como as demais nações, pondo assim, sua missão de povo de Deus em xeque. O Senhor permitiu que Israel tivesse um rei para ensinar-lhe que nenhum sistema de governo solucionará os problemas das nações, nem garantirá paz, felicidade e segurança. Somente no novo céu e na nova terra é que reinará a justiça, e a perfeita paz e felicidade será a porção de todos. Portanto, é estultícia espiritual dizer que precisamos de um governo teocrático para que os problemas do Brasil sejam resolvidos. Aliás, o que diz respeito a Israel como nação não pode ser aplicado à igreja atual. Na atual dispensação, Israel como nação está desviada de Deus. O povo de Deus NÃO É UMA NAÇÃO, É A IGREJA, SÃO OS CRENTES ESPALHADOS POR TODO O MUNDO. Através da vinda de Jesus, estabeleceu-se uma nova dispensação e, conseqüentemente, uma nova visão com respeito à política: JESUS GOVERNA NA IGREJA E NÃO NOS REINOS POLÍTICOS! Em todo o Novo Testamento não vemos os apóstolos entrando em aliança com o sistema político partidário de suas cidades. Os crentes da igreja primitiva não eram pessoas frias e alienadas. Sem vínculo algum com a política da época, eles contagiaram os de fora somente exalando o perfume de Cristo e refletindo a Sua beleza. Precisamos imitá-los! Na época do apóstolo Pedro Nero era quem governava. Nero era um dos piores tiranos que a história já conheceu, ele mandou matar a própria mãe e a esposa. Os crentes da época, todavia, não foram convocados a participar de nenhum movimento político para destronar o cruel imperador, não vemos nenhum crente se engajando na política para instituir um governo melhor. Pedro exorta os crentes a perseverarem em tranqüila obediência, “suportando tristezas, sofrendo injustamente”, pois foram chamados para isso. O Império Romano estava corrompido politicamente, mas Cristo nunca mencionou esse fato. Jesus repreendeu os lideres religiosos por heresias e ofereceu o Evangelho aos pecadores. Nunca Jesus sugeriu que se reformasse a sociedade. A igreja existe para amar e servir a Deus e para levar as pessoas deste mundo para o céu, não existe para reformar politicamente a sociedade. Judas expondo-nos a corrupção dos últimos tempos, NÃO diz: ”É PRECISO SE ENGAJAR NA POLÍTICA PARA COMBATER A CORUPÇÃO”, mas orienta os crentes que se guardem no amor de Deus e que se dediquem a servir os outros (Judas 21-23). O apóstolo Tiago reconhece as injustiças praticadas contra os pobres da época. Sua resposta a esta falta de piedade não sugere engajamento na política da época. Simplesmente Tiago lembra a proximidade da vinda do Senhor Jesus (Tiago 5:8). Paulo sofreu como “embaixador em cadeias”, porém nunca encontramos em suas epístolas Paulo incentivando participação política. Entre os crentes da igreja primitiva havia ousadia que desafiava as autoridades políticas e religiosas e isso não foi alcançado pelo engajamento na política, mas através da SANTIDADE E SUBMISSÃO AO ESPÍRITO SANTO! Não percamos a sublimidade do nosso ministério! Ir. Marcos Pinheiro Marcos Pinheiro Marcos Pinheiro, é servo de Deus, pregador do Evangelho, membro da Assembléia de Deus em Fortaleza. Casado com Geisa, pai de dois filhos Igor e Caio. Na vida secular é Engenheiro Eletricista graduado pela Universidade Federal do Ceará, Especialista em Sistemas de Distribuição de Energia e em Engenharia de Segurança do Trabalho. Mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina e professor titular da Universidade de Fortaleza. Autor dos seguintes livros: "Pastores Psicólogos? Essa não!" ; "Pastores Políticos? Essa não!" ; "Mulheres Pastoras? Essa Não!" A finalidade do blog é defender a sã doutrina. Versículo chave: "retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina como para convencer os contradizentes"(Tito 1:9)

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Postado por ADAIR DOS ANJOS em 05/10/2012 às 09:01

NÃO VOTO EM PASTOR EVANGÉLICO Uma análise bíblica sobre o envolvimento dos crentes com a política “Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra” (2Tm 2:4). Podem achar que é radicalismo da minha parte, que sou retrógrado, alienado político ou o que for; mas, eu não voto em nenhum candidato faz algum tempo, anulando meu voto, pois não vejo ninguém digno de ser eleito, neste país, tendo em vista tanta corrupção que presenciamos. “Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!” (Jr 17:5). E, acima de tudo, como sou um crente bíblico, não vejo qualquer base bíblica para participar do sistema corrupto deste mundo, que jaz no maligno, pois: “Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno” (1Jo 5:19). Diante disto, mesmo eu sendo crente, NÃO VOTO EM PASTOR! Devemos nos lembrar que, como igreja: “... a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Fp 3:20). Temos que votar por obrigação legal; mas, creio que o crente não deve tomar parte na política, sob nenhuma forma, nem elegendo os oportunistas e muito menos sendo candidato: "Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele" (1Jo 2:15). Sabemos que Deus é quem coloca as autoridades no poder (Dn 2:21; Rm 13:1-2) e, sendo assim, Sua vontade é perfeita e nosso voto não vai mudar ou melhorar as coisas, pois a Bíblia nos mostra que este mundo não vai melhorar. Pelo contrário, só vai piorar, pois: “... os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados” (2Tm 3:13). Infelizmente, a igreja também irá de mal a pior, porque: “... o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios” (1Tm 4:1). Um dos motivos que me levam a escrever sobre este tema tão polêmico é devido ao fato de eu já ter passado por um problema envolvendo política, em uma igreja, na qual minha esposa e eu congregávamos. Na ocasião, foram arrecadados, pelos irmãos, vários brinquedos para serem doados a uma comunidade carente. Porém, para a nossa surpresa e espanto, no dia da entrega dos presentes às crianças, o “pastor” e sua família compareceram vestidos com a camisa de uma candidata ao cargo de Vereador (que, pasmem, era a própria esposa do “pastor”!), transmitindo à comunidade, a “mensagem subliminar” de que quem estava doando os brinquedos era a tal candidata e não a igreja. Aquilo foi um verdadeiro TERROR! Mesmo se eu votasse em alguém, eu JAMAIS VOTARIA EM PASTOR EVANGÉLICO para ocuparem cargos políticos, pois é sabido que o poder corrompe e crente não deve participar desse jugo desigual: “Nenhum servo pode servir dois senhores; porque, ou há de odiar um e amar o outro, ou se há de chegar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom” (Lc 16:13). Os exemplos que já tivemos de “políticos evangélicos” foram escandalosos demais (deputados sanguessugas, ambulâncias superfaturadas, dinheiro escondido na cueca de certos políticos-bispos, até malas cheias de dinheiros provenientes dos dízimos dos fiéis, etc.) e não quero ser cúmplice desses escândalos e nem vê-los serem repetidos. Como diria o Bóris Casoy: “Isto é uma vergonha!” Eles causaram escândalos ao evangelho e ao nome Santo do Senhor, comprovando que aqueles que neles confiaram, foram ludibriados. A Bíblia nos diz: “Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem!” (Mt 18:7). Mas, se mesmo assim, algum evangélico pretende concorrer nas eleições, como forma de ter um emprego secular (sic), que o faça sem confundir as coisas; ou seja, sem misturar seus interesses políticos (por “melhores” que sejam) com o Corpo de Cristo, a igreja. Porém, o candidato É pastor, aí a coisa complica ainda mais (e como tem pastor querendo uma “boquinha” na política este ano...). Não quero favorecer os oportunistas, “Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos simples” (Rm 16:18). Como se não bastasse o fato do meio político ser corrupto e ser um jugo desigual (não sendo, portanto, lugar para um crente), as responsabilidades pastorais não são pequenas e, no meu modo de analisar os fatos, acho totalmente inconcebível um pastor pensar que conseguirá conciliar seu ministério com o desempenho de funções políticas. A Bíblia assim nos exorta: “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?” (2Co 6:14-15). [1] Visto que o desempenho de cargos políticos, na maioria das vezes, é visando o bom salário (e o enriquecimento, muitas vezes, ilícito), vantagens pessoais, tráfico de influência e status social (além de “poder”), é bom lembrarmos que “... convém que o bispo [pastor] seja irrepreensível, como despenseiro da casa de Deus, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância” (Tt 1:7) (ênfase e grifos meus). A Bíblia nos mostra vários deveres dos pastores, dentre eles: “Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina... sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério” (2Tm 4:2, 5). Diante disto, acho difícil sobrar tempo para comícios, campanha, trabalhos políticos, etc. Aqui em minha cidade, há um certo “pastor”, candidato a PREFEITO que, quando se apresenta em reunião eleitoral, usa a seguinte vinheta: “Tenho uma visão celestial” (sic). Dá para acreditar num sujeito destes?, alem das vinhetas com melodia de Hinos Evangelicos, (Só se for a herética “Visão com Propósitos”, ora!). Outros candidatos, por sua vez, durante as propagandas que fazem, declaram ser “evangélicos” e usam a igreja, a religião, a boa fé dos irmãos e, ainda por cima, o nome Santo de Jesus Cristo, para pedir votos. Quanta blasfêmia! Ainda, há outros candidatos que freqüentam várias igrejas, nesta época do ano, em horários de culto (de preferência se a igreja estiver cheia!), para conseguirem dar uma “mensagem” nos púlpitos (e fazer suas campanhas). E o pior é que há pastores que cedem seus púlpitos para este “FIM” (é o FIM mesmo!). Lugar de crente é pregando o evangelho e não participando do sistema político corrupto deste mundo. A Bíblia diz: "Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus" (Tg 4:4) Há muito candidato evangélico que se diz preocupado com “questões sociais”, tais como a miséria, a fome, a necessidade de moradia, educação, etc. (palavras da moda, tão comuns em épocas de eleição.). Mas, o que muitos evangélicos crêem, na verdade, é no tal “evangelho social”. Pensam que é encargo da igreja acabar com a pobreza do povo, alimentar os pobres, etc. Como nos diz T. A. McMahon, na TBC 09/2008: “A história do Evangelho Social é, em quase cada caso, uma séria tentativa dos cristãos para fazerem o que eles supõem que honrará a Deus e beneficiará a humanidade. Em cada caso, porém, a realização prática de “beneficiar a humanidade” tem comprometido a fé bíblica e desonrado a Deus. Por que isso? Porque Deus não deu à igreja a comissão de resolver os problemas do mundo. Os que tentam fazê-lo, resvalam na falsa premissa, conforme Provérbios 14:12: “Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte”. Além do mais, os problemas do mundo são apenas um sintoma da raiz chamada PECADO”. [3] Quando Judas Iscariotes viu Maria ungir os pés de Jesus, com um arrátel de ungüento de nardo puro, pensando no valor daquela iguaria (trezentos dinheiros), hipocritamente sugeriu que teria sido melhor vender o produto para dar o dinheiro aos pobres (Jo 12:1-7). Ao que Jesus respondeu: “... os pobres sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes” (Jo 12:8), mostrando que a pobreza sempre existirá. Não que devamos nos omitir na ajuda aos pobres e em fazer caridade. Não estou dizendo isto! Afinal, as boas obras e a caridade (apesar de não salvarem ninguém) são demonstrações de amor ao próximo e evidências exteriores (2Pe 1:5-9) de que a pessoa é convertida ao Senhor Jesus Cristo. Mas, não podemos confundir as coisas! A missão da igreja é EVANGELIZAR (Mt 28:19; Mc 16:15) e não pensar que vai erradicar a pobreza do mundo e resolver os problemas sociais (como vem propondo Rick Warren, com seu ecumênico plano P.E.A.C.E.), fazendo dessas questões sua meta principal; pois, isto é tarefa do governo e não da igreja. Como igreja, temos a solução para os problemas da alma, que é o alimento espiritual (o evangelho, que sacia a “fome espiritual”) e não para os problemas do corpo (fome material)! Até porque, o maior problema da humanidade é o PECADO, que é a causa das injustiças sociais, desigualdades e a fome! [2] Nunca vi tantos candidatos evangélicos, como neste ano. É lamentável! A maioria deles provém de denominações pentecostais ou carismáticas. Eles, equivocadamente, crêem que os cristãos têm a missão de conquistar o Brasil (e o mundo!) para Cristo (sic). Crêem que “... a ‘verdadeira igreja’ seria reconstruída, nos últimos tempos, sob a liderança de um novo grupo de ‘profetas e apóstolos’, que se caracterizariam pela utilização dos ‘sinais e maravilhas restaurados’ e que essa igreja (apóstata, diga-se de passagem!), reconstruída dos últimos tempos, prepararia então a Terra para o Rei Jesus Cristo, que governaria (somente então) o mundo”. [4] E, ainda por cima, acham que atingirão este objetivo, mais facilmente, se ocuparem os cargos governamentais; pois, segundo eles, somente quando o mundo for “conquistado” pela igreja é que Jesus Cristo retornará (dá pra dormir com um barulhão desses?). Esta crença, totalmente sem base nas Escrituras, provém do Catolicismo Romano, sendo conhecida como “Teologia Reconstrucionista” ou “Teologia do Domínio” que, dentre outras coisas, diz que: “Jesus Cristo não poderá retornar à Terra, até que a igreja tenha retomado o domínio, obtendo o controle das instituições governamentais e sociais”. (Al Dager, “Vengeance is Ours”; The Church in Dominion”) [N. T. – O Dominionismo está concorrendo, prazerosamente, para a implantação da Agenda Global do Anticristo]. [5] Eles acham que haverá um grande reavivamento nos últimos tempos e, somente então, é que o Senhor retornará. Porém, a Bíblia diz exatamente o oposto disto: “... Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?” (Lc 18:8). Em vez de grande reavivamento, o que irá ocorrer nestes últimos tempos (e já está ocorrendo) é a grande apostasia, logo após a qual, surgirá o maior POLÍTICO de todos os tempos (o anticristo – Vide Ap 13:1-10), para governar este mundo. Paulo disse: “Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição” (2Ts 2:3). (nós, como igreja, já teremos sido arrebatados nesta ocasião. Mas, quem sabe, os “políticos evangélicos” poderão, finalmente, governar juntamente com o anticristo, no Governo Mundial? Deus tenha misericórdia deles!). Na Bíblia, lemos também que, quando os fariseus quiseram surpreender Jesus Cristo, em alguma palavra (Mt 22:15), eles O indagaram sobre questões políticas, especificamente sobre os impostos pesados que eram devidos ao governo romano; ao que Ele respondeu: "... Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus" (Mt 22:21). Jesus Cristo deixou muito clara a Sua posição quanto à importância da total separação entre Política e questões espirituais (Estado X igreja), mostrando que todos devem se submeter ao governo, mesmo com toda a opressão e carga de impostos sofridos pelos israelitas da época (tanto por parte dos romanos, quanto por parte dos escribas e fariseus). Quando Pilatos, politicamente, confrontou Jesus Cristo, Ele respondeu: ”... O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui" (Jo 18:36). Quem gosta de união entre igreja e Estado é a igreja Católica Romana (este falso “Cristianismo”), que não se sacia com o poder secular, sendo, inclusive, um país (o Vaticano) e, se preciso, lança mão das armas para calar seus opositores, como nos mostra a história... (vide as Cruzadas, Inquisição, Holocausto, etc.). Paulo, também, nos diz que, além de obedecermos às autoridades, temos que honrar nossas obrigações, impostos e tributos: “Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra” (Rm 13:7). (e o que tem de crente devendo os outros por aí, não é brincadeira...). Como é Deus que coloca as autoridades no poder (Dn 2:21), o crente deve se sujeitar às mesmas: “Toda a alma esteja sujeita às potestades superiores; porque não há potestade que não venha de Deus; e as potestades que há foram ordenadas por Deus. Por isso quem resiste à potestade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação” (Rm 13:1-2). Deve, também, respeitar os governantes e obedecer às leis de seu país (Rm 13:3; Tt 3:1; 1Pe 2:17), desde que não sejam contrárias à Palavra de Deus, que é nossa Lei máxima. Devemos nos lembrar que mesmo que tenhamos péssimos governantes (corruptos, desonestos, ditadores, descrentes, etc.), Deus é soberano e todas as coisas que acontecem no mundo cumprem Seus planos, mesmo quando os ímpios estão no poder. A Bíblia nos mostra isto, claramente, e a história também o confirma! Mesmo quando os maiores tiranos perseguiram o povo de Deus (seja na época do A.T., com Israel, ou no N.T., com os crentes/igreja), sempre prevaleceram os desígnios do Senhor (vide o caso do próprio Satanás, do Faraó do Egito, de Saul, Hamã, Herodes, Hitler, do Vaticano e as suas Cruzadas e a “Santa” Inquisição, etc.). Mesmo com toda a perseguição que houver contra a igreja, podemos ficar tranqüilos, pois: “... as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt 16:18), pois, muitas das vezes, foram nos momentos de maior perseguição contra a igreja que o evangelho mais se difundiu. Em Atos, lemos que, com a perseguição aos primeiros cristãos, o evangelho foi propagado por vários lugares: “Mas os que andavam dispersos iam por toda a parte, anunciando a palavra” (At 8:4). E a conseqüência foi: “E a mão do Senhor era com eles; e grande número creu e se converteu ao Senhor” (At 11:21). Sendo boas ou más as autoridades, a Bíblia nos exorta a orarmos por elas, para que tenhamos tempos de paz: “Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens; pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade” (1Tm 2:1-2). (grifos meus) Mas, se mesmo assim, as perseguições vierem contra nós, devido a governos tiranos, devemos nos consolar com o que disse o apóstolo Paulo: “E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições” (2Tm 3:12). Faço minhas as palavras do Dave Hunt: “A igreja primitiva não fazia alianças com os apóstatas, hereges e não cristãos, nem mesmo em causas aparentemente louváveis. Não há tempo a perder e precisamos escolher nossas prioridades. Vamos gastar nosso tempo e recursos em parceria com o mundo, na política e na ação social, ou vamos pregar o evangelho, batalhando diligentemente pela fé? Do Gênesis até o Apocalipse, somos instruídos a permanecer fiéis, seguindo o Senhor, com um coração puro, jamais nos desviando do caminho estreito. O mandamento de Cristo para cada cristão é: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”. Suas ordens são para cada cristão marchar”. [6] Não adianta alguém mostrar exemplos do A.T., tais como José, Davi, Salomão, Daniel, etc., que estiveram em evidência através de cargos públicos, em suas épocas; pois, tais exemplos dizem respeito a Israel (que era uma nação teocrática) e não à igreja (Fp 3:20) e, portanto, não servem de desculpas para os evangélicos ocuparem cargos políticos em nossos tempos. É bom lembrarmo-nos que a Bíblia diz que: “... bem-aventurado é o povo cujo Deus é o Senhor” (Sl 144:15) e não “bem-aventurado é o povo cujos governantes são evangélicos!”. Por fim, não nos esqueçamos que: "A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo" (Tg 1:27). NOTAS: [1] Só para terem uma noção desses que servem a "dois senhores" (a igreja e o Estado), leiam alguns artigos deste blog, onde o pastor mostra o resultado do envolvimento de alguns pastores com o governo atual e o resultado deste "casamento" (jugo desigual): Romanos 13:1-2 1 - TODA a alma esteja sujeita às potestades superiores; porque não há potestade que não venha de Deus; e as potestades que há foram ordenadas por Deus. 2 - Por isso quem resiste à potestade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação.

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Avatar de PR.JEAN

Postado por PR.JEAN em 25/09/2012 às 12:44

Querido,sou Pastor de uma comunidade ainda em desenvolvimento,com apenas dois anos de implantação em nossa cidade.Porem quero PARABENIZAR o amigo pela matéria,concordo 99% com tudo que escreveu.Entendo que se algum pastor desejar sequir a carreira politica,devia se afastar totamente.Ressalto ao amigo,que até hoje,nao envovlvo nossa denominação nesse assunto,cada qual vota em quem deseja.Nãolevo ninquem ao pulpito...nossa missao é pregar o evangelho,isso é um sacerdocio valioso,fico a disposição!!!

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Avatar de ROBERTO

Postado por ROBERTO em 25/09/2012 às 11:26

Prezados Existe um só pasto jesus cristo esta escrito em 10 de são joão, quem quiser tiver curiosidade da uma lidinha, deus não´é deus de confusão não esta no meio da politica e nas coisas do mundo.

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GERAL | matéria escrita em 18/05/2013 ás 11:35:00

MPF/RO faz reunião com frigoríficos sobre TAC da carne legal

Frigoríficos receberam esclarecimentos sobre o acordo.

GERAL | matéria escrita em 18/05/2013 ás 11:35:00

Manutenção e conservação permanente dos parques e praças passam a ser da Semusb

A partir de segunda-feira, 20, a Secretaria Municipal de Serviços Básicos (Semusb) passa a ter responsabilidade direta sobre a administração dos parques e praças da cidade

GERAL | matéria escrita em 18/05/2013 ás 11:35:00

Conheça dicas sobre o preparo de aves para deixar qualquer um com água na boca

A falta de tempo e de imaginação são duas das grandes culpadas pela monotonia nas cozinhas.

RONDÔNIA JURÍDICO | matéria escrita em 18/05/2013 ás 08:58:00

Mulher que levou cocaína de Rondônia para Minas é condenada pela Justiça

Ela foi presa em maio de 2011 em Sete Lagoas com cerca de dois quilos da droga.

POLÍTICA | matéria escrita em 18/05/2013 ás 08:47:00

Escolha o político mais feio de Rondônia

De vereador a senador. Participe. Em breve as fotos estarão no site para votação.

POLÍTICA | matéria escrita em 18/05/2013 ás 08:34:00

Licitação para obras da BR-425 ocorre com sucesso em Brasília

Hoje a 425 está intrafegável em alguns trechos, impossibilitando o escoamento da produção.

GERAL | matéria escrita em 18/05/2013 ás 08:29:00

Em dois anos, houve aumento de 92% no número de atendimento da Defensoria

Defensores públicos participam de homenagem à Defensoria Pública na Assembleia Legislativa.

GERAL | matéria escrita em 18/05/2013 ás 08:26:00

MP obtém liminar para suspensão de lei municipal sobre obras em Porto Velho

Para o Ministério Público, a Lei Complementar nº 464/2013 ofende os princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade, além de afrontar o melhor interesse público.

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