Presidente do Sindsaúde mostra preocupação com multas aos sindicatos em caso de manifestações
A preocupação de Caio Marin, do Sindsaúde, não é com os servidores, mas com as finanças do sindicato em caso de manifestações que gerem multas à entidade.
Assessoria/Sindicatos
Reunião nesta quarta no gabinete do senador Valdir Raupp, em Brasília: a tentativa de enganação aos servidores vai continuar tanto por parte dos políticos quanto dos sindicatos, como o Sindsaúde
Após a turbulenta noticia de que a transposição nao será como todos os servidores desejam, diversas reuniões estão sendo realizadas para buscar uma forma de mudar a situação que esta gerando um caos psicológico nos filiados em Porto Velho.
O esforço dos representantes dos servidores está demonstrado na farta documentação apresentada aos órgãos do governo federal, que diante dos fatos e argumentos sólidos visa apenas dar um calote nos servidores de Rondonia, por conta do impacto financeiro que extrapolará a casa de um bilhão de reais, conforme asseverou a Ministra Miriam Belchior em reunião com a bancada federal, de que há uma enxurrada de greves no serviço publico e que o atendimento a demanda de Rondonia causaria um desconforto ao Governo Federal.
Todos os presidentes sindicais estão recebendo diversas ligações dos filiados querendo saber mais detalhes sobre como reverter a decisão do Governo Federal: "alguns filiados nao entendem a situação, estamos fazendo o possível, buscando uma forma concreta que nos mostrara uma saída de forma pacifica para nao tomarmos medidas que poderão prejudicar os sindicatos com multas milionárias", destaca Caio Marin, presidente do Sindsaude.
Está sendo formada uma comissão para dar mais agilidade nas decisões a serem tomadas e verificar a legislação a ser aplicada .