Proprietários de equídeos terão que apresentar exame de mormo para emissão da GTA

A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron) identificou um cavalo infectado com mormo no município de Cujubim.

Publicada em 19 de June de 2013 às 15:03:00

A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron) identificou um cavalo infectado com mormo no município de Cujubim. Diante da confirmação da doença, a Idaron alerta que a partir desta semana a emissão de Guia de Trânsito de Animais (GTA) para equídeos está condicionada à apresentação de exame negativo para mormo e atestado clínico, emitido por médico veterinário da iniciativa privada. Este foi o primeiro caso identificado no Estado.

Um médico veterinário orientou o proprietário do cavalo a procurar a Idaron depois que tentou tratamento e não houve melhora. O animal apresentava corrimento nasal, úlceras na mucosa nasal e edema de prepúcio, sinais clínicos de mormo. A partir da notificação, a Agência começou todos os procedimentos técnicos e a tomar as medidas iniciais de interdição da propriedade e coleta de material para exames laboratoriais.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) orienta que em caso de suspeita de mormo seja realizada investigação epidemiológica complementar e coletas de material para exames laboratoriais. “Depois do exame clínico e do teste de fixação de complemento é feito o exame confirmatório, o teste da maleína”, explica o médico veterinário Dalmo Bastos Sant’Anna.

O mormo é uma doença respiratória que ataca os equídeos e pode ser transmitida ao homem. O contágio entre os animais ocorre através de contato direto e ingestão de água e alimentos contaminados pela bactéria. No caso do homem, a transmissão ocorre através de contato com o animal doente. “Orientamos aos produtores rurais que caso os equídeos apresentem sinais clínicos de mormo, eles devem evitar o contato direto com os animais”, fala Sant’Anna.

A Agência Idaron se coloca à disposição para mais informações.

Texto: Amabile Casarin
Fonte: Idaron

Fonte: DECOM - Departamento de Comunicação Social