SEEB/RO começa reuniões em agências bancárias levando pontos da pauta de reivindicação 2012

O SEEB/RO começou a se reunir com os funcionários de algumas agências bancárias de Rondônia, a fim de levar esclarecimentos sobre os principais pontos da pauta de reivindicações.

Publicada em 10/08/2012 às 15:51:00

Porto Velho, Rondônia - O Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro de Rondônia (SEEB/RO) começou a se reunir com os funcionários de algumas agências bancárias de Rondônia, a fim de levar esclarecimentos sobre os principais pontos da pauta de reivindicações da Campanha Nacional dos Bancários 2012, que já foi apresentada aos representantes da Federação Nacional dos Bancos – Fenaban. As negociações continuam na esfera nacional.

No início da semana, o diretor Sidnei Celso começou as visitas às agencias bancárias da Regional Vilhena. Da mesma forma, o diretor Paulo Pereira também já se reuniu com funcionários de algumas das agências que formam a Regional Cacoal.

Nesta quinta os diretores José Pinheiro (presidente), Euryale Brasil (Secretário Geral), Oswaldmundo Esteves (Administração), Wanderson Modesto (Saúde) e Clemilson Farias (Imprensa) estiveram nas agências da Caixa Economica Federal da avenida Jatuarana (zona Sul) e do Banco do Brasil da avenida Amazonas (zona Leste), e fizeram reuniões com funcionários destacando os pontos da pauta nacional, como reajuste salarial com ganho real, mais contratações, fim das metas abusivas e combate ao assédio moral, respeito à jornada de 6 horas, aumento real, valorização do piso, PLR maior e mais segurança nas agências.

“Com isso, iniciamos a busca pelo esclarecimento dos nossos colegas, para que eles saibam pelo que o Sindicato e os demais funcionários que sempre estão presentes nas greves, estão lutando. Queremos, sobretudo, enaltecer a mensagem de que vale a pena sim lutar por condições melhores de salário e de trabalho, e que não podemos nos curvar diante dos desmandos já tradicionais dos banqueiros, que enriquecem ano a ano às custas do trabalho esforçado e do adoecimento dos bancários”, avalia José Pinheiro.