SEEB/RO ingressa com ação para garantir jornada de seis horas para funcionários do Banco do Brasil
A Justiça já reconheceu o direito desses trabalhadores à jornada legal de 6 (seis) horas, garantido em lei.
O Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro de Rondônia (SEEB/RO), SEEB-RO informa a seus filiados de todo o Estado que vai ingressar com a ação da 7ª e 8ª horas para todos os funcionários do Banco do Brasil que foram ou tem cargo de assistente de negócios dos últimos cinco anos, os chamados 'Asnegs'.
A Justiça já reconheceu o direito desses trabalhadores à jornada legal de 6 (seis) horas, garantido em lei.
As documentações exigidas para ingresso na ação são: Nome, espelho das funções, matrícula e regulamento interno.
O Sindicato confirma que em Porto Velho mais de 70 funcionários do BB já entregaram suas documentações para a entidade a fim de iniciar a ação coletiva contra o Banco, que insiste em descumprir a lei e obriga seus trabalhadores a trabalhar praticamente de graça após o expediente legal.
Os interessados devem seguir para a sede do Sindicato, em Porto Velho, situado à rua Gonçalves Dias, nº 110, Centro, próximo à Avenida Sete de Setembro, ao lado da Só Cópias. Os funcionários do BB do interior devem encaminhar a documentação para os diretores das Regionais. Informações pelos fones (69) 3224-5259 (Porto Velho), 8414-9358 (Vilhena) 8401-2158 (Cacoal), 8403-3216 (Rolim de Moura) e 8414-9361 (Ji-Paraná).
ENTENDA O CASO
Sindicalistas de todo o Brasil continuam lutado pelo cumprimento da jornada de seis horas prometida pelo Banco do Brasil mas, até o momento, não cumprida em nenhuma das milhares de agências no território nacional.
O objetivo é obrigar o banco a colocar em prática o que prometeu em reuniões com lideranças sindicais a nível nacional, no ano passado e, além disso, o faça sem exceção de funções e sem nenhuma redução nos salários.
“O banco já havia prometido que iria atender a esta reivindicação dos trabalhadores, respeitando a jornada de seis horas que está explícita na legislação, mas até agora, insiste em forçar os funcionários a trabalharem até oito horas, ou até mais. E, caso ele (o banco) aceite que o funcionário trabalhe as seis horas, fará a redução de salário, o que não podemos admitir, pois é um desrespeito com a lei e uma afronta com o trabalhador”, mencionou Euryale Brasil, presidente em exercício do SEEB/RO.
Assessoria SEEB/RO