Semtran mantém fiscalização na Calama

De acordo com o secretário municipal de Transporte e Trânsito, coronel Carlos Guttemberg, a fiscalização prossegue.

Publicada em 16/05/2013 às 07:18:00

Porto Velho, Rondônia - Pelo menos vinte motoristas estão sendo multados todos os dias por desobedecer à nova sinalização da Avenida Calama, no trecho entre a Avenida Jorge Teixeira e Presidente Dutra. A informação é do diretor da Divisão Fiscalização de Transporte e Trânsito da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito (Semtran), Emerson Kemp.

Com a mudança, implantada para transformar a via em corredor de ônibus, fica proibido parar e estacionar do lado direito, exceto para embarque e desembarque de passageiros de coletivos, mototáxis e táxis.

De acordo com o secretário municipal de Transporte e Trânsito, coronel Carlos Guttemberg, a fiscalização prossegue. Segundo ele, a maioria dos condutores está respeitando a sinalização e entende que a mudança beneficia a população e melhora o fluxo do trânsito na Capital.

Ao contrário do que tentam passar alguns comerciantes que não investiram em estacionamento para funcionários e clientes, a medida, explica o secretário, atende a um termo de compromisso assinado pela prefeitura de Porto Velho, representantes das empresas de ônibus e o Ministério Público Estadual (MPE). O objetivo é dotar a Calama de infraestrutura para ser transformada e um dos corredores de ônibus previstos para a Capital, atendendo o plano de mobilidade urbana da cidade.

Abrigos na Capital
A Semtran já começou a identificar todos os abrigos para usuários de coletivos. De acordo com dados da Semtran, existem aproximadamente 2.220 pontos de ônibus coletivos na Capital. No entanto, não existiam números precisos de quantos possuem abrigos. Segundo Calos Guttemberg, este trabalho mostra a realidade sobre a estrutura hoje existente em Porto Velho.

Com base nas informações, a Semtran vai recuperar os abrigos que tenham avarias menores e, em seguida, substituir os que já não tenham condições de reformar, afirma o secretário. Em muitos bairros, existem abrigos de concreto com cerca de 20 anos de uso. Muitos deles, não sem nenhuma condição de uso.