Caso em Cacoal levanta dúvidas sobre relação entre prefeito e ex-aliado

Num dia, sorridente e abraçado a Fúria, recebeu dele a faixa simbólica de Prefeito. No outro, começou uma dura campanha contra seu aliado de vários anos

Fonte: Sérgio Pires - Publicada em 07 de maio de 2026 às 20:10

Caso em Cacoal levanta dúvidas sobre relação entre prefeito e ex-aliado

Há quem imagine que já viu de tudo na política! Mas ela às vezes é surreal e mexe com estruturas, muitas vezes vindo de onde menos se espera. Os sucessivos ataques do prefeito Tony Pablo, de Cacoal, ao seu antes parceiro e quem lhe passou a faixa para comandar a cidade, Adailton Fúria, é daquelas excrescências do mundo político que não são raras, mas ainda surpreendem pela forma como está acontecendo.

O sempre sorridente e pra cima Fúria decidiu disputar o Governo de Rondônia, passando o comando da Prefeitura de Cacoal, de onde ele saiu com uma aprovação recorde (havia sido reeleito com 84 por cento dos votos!) para seu amigo de mais de 17 anos, como ele lembra. Tony Pablo foi escolhido a dedo para ser o vice-prefeito (alguém aí lembra de coisas parecidas no Governo de Rondônia?) e tomou posse tão logo Fúria precisou sair para concorrer.

Menos de uma semana depois, começaram as ações de Tony Pablo contra seu antigo amigo e parceiro. Se aliou, em fotos de abraços e sorrisos, com alguns dos principais adversários de Fúria, como a dupla Hildon Chaves e Cirone Deiró e, depois, com Marcos Rogério, a quem, ouve-se nos bastidores, Pablo estaria apoiando na sucessão estadual.

Toda a semana, desde que tomou posse, o novo Prefeito grava vídeos com críticas e ataques a Fúria, tornando-se até um personagem enigmático, porque ainda não se sabe, claramente, os motivos pelos quais ele tem agido. Num dia, sorridente e abraçado a Fúria, recebeu dele a faixa simbólica de Prefeito. No outro, começou uma dura campanha contra seu aliado de vários anos.

O que pretende Tony Pablo? Nos últimos dias, Fúria tem que parar sua pré-campanha, pelo menos duas vezes por semana, para se defender dos ataques de Pablo. Parece inacreditável, mas é esta a realidade.

Caso em Cacoal levanta dúvidas sobre relação entre prefeito e ex-aliado

Num dia, sorridente e abraçado a Fúria, recebeu dele a faixa simbólica de Prefeito. No outro, começou uma dura campanha contra seu aliado de vários anos

Sérgio Pires
Publicada em 07 de maio de 2026 às 20:10
Caso em Cacoal levanta dúvidas sobre relação entre prefeito e ex-aliado

Há quem imagine que já viu de tudo na política! Mas ela às vezes é surreal e mexe com estruturas, muitas vezes vindo de onde menos se espera. Os sucessivos ataques do prefeito Tony Pablo, de Cacoal, ao seu antes parceiro e quem lhe passou a faixa para comandar a cidade, Adailton Fúria, é daquelas excrescências do mundo político que não são raras, mas ainda surpreendem pela forma como está acontecendo.

O sempre sorridente e pra cima Fúria decidiu disputar o Governo de Rondônia, passando o comando da Prefeitura de Cacoal, de onde ele saiu com uma aprovação recorde (havia sido reeleito com 84 por cento dos votos!) para seu amigo de mais de 17 anos, como ele lembra. Tony Pablo foi escolhido a dedo para ser o vice-prefeito (alguém aí lembra de coisas parecidas no Governo de Rondônia?) e tomou posse tão logo Fúria precisou sair para concorrer.

Menos de uma semana depois, começaram as ações de Tony Pablo contra seu antigo amigo e parceiro. Se aliou, em fotos de abraços e sorrisos, com alguns dos principais adversários de Fúria, como a dupla Hildon Chaves e Cirone Deiró e, depois, com Marcos Rogério, a quem, ouve-se nos bastidores, Pablo estaria apoiando na sucessão estadual.

Toda a semana, desde que tomou posse, o novo Prefeito grava vídeos com críticas e ataques a Fúria, tornando-se até um personagem enigmático, porque ainda não se sabe, claramente, os motivos pelos quais ele tem agido. Num dia, sorridente e abraçado a Fúria, recebeu dele a faixa simbólica de Prefeito. No outro, começou uma dura campanha contra seu aliado de vários anos.

O que pretende Tony Pablo? Nos últimos dias, Fúria tem que parar sua pré-campanha, pelo menos duas vezes por semana, para se defender dos ataques de Pablo. Parece inacreditável, mas é esta a realidade.

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