Chuvas acionam plano da Prefeitura de Porto Velho

Dados do Censipam orientam os atendimentos nas comunidades ribeirinhas

Fonte: Texto: André Oliveira Foto: Hellon Luiz Edição: Secom - Publicada em 28 de fevereiro de 2026 às 08:17

Encontro contou com meteorologistas, técnicos de monitoramento ambiental e gestores de riscoEncontro contou com meteorologistas, técnicos de monitoramento ambiental e gestores de risco

A Defesa Civil de Porto Velho participou, nesta sexta-feira (27), de uma reunião técnica no Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) para discutir o prognóstico climático e as previsões de temperatura e volume de chuvas para os próximos meses na região Norte, em especial no município.

O encontro contou com meteorologistas, técnicos de monitoramento ambiental e gestores de risco, que apresentaram projeções atualizadas sobre chuvas e temperaturas que podem impactar a capital e áreas vizinhas. O Censipam apresentou projeções, incluindo a possibilidade de chuvas mais intensas em determinados pontos do município e variações de temperatura que podem afetar comunidades mais vulneráveis.

Com base nesses dados, a Defesa Civil Municipal poderá ajustar a atuação, priorizando regiões de maior risco e fortalecendo a comunicação com a população local. De acordo com a Defesa Civil, o acompanhamento técnico é fundamental para antecipar ações e minimizar impactos causados por fenômenos climáticos, especialmente em áreas mais vulneráveis a alagamentos, enxurradas ou estiagens prolongadas. As informações apresentadas pelo Censipam servirão de base para reforçar planos de contingência e orientar medidas preventivas.

PROGNÓSTICOS

"Censipam possui equipe técnica apta a apresentar à Defesa Civil análise preventiva para os próximos três meses”, afirmou Marcelo Duarte

“O Censipam tem equipe técnica preparada para apresentar à Defesa Civil uma análise preventiva do que pode acontecer nos próximos três meses. Esse é um período em que a nossa população, em especial a ribeirinha, sofre maior incidência das chuvas”, disse Marcelo Duarte, diretor executivo da Defesa Civil.

Segundo os dados preliminares do Censipam, a expectativa é que o nível do Rio Madeira possa ultrapassar a marca dos 16 metros neste ano. De acordo com o meteorologista do Censipam, Luiz Alves, na próxima semana os dados detalhados serão divulgados em uma nova reunião com diversos órgãos.

“O mês de março ainda é de muita chuva aqui na região e pode chover em torno de 300 a 350 mm no mês. Já sobre a cheia do Rio Madeira, o nível deve ser considerado leve. Na semana que vem, vamos apresentar os dados completos para a Defesa Civil para que as ações sejam realizadas de acordo com os prognósticos divulgados”, finalizou Luiz Alves.

A participação na reunião também fortalece a integração entre os órgãos de monitoramento e resposta, garantindo maior agilidade na tomada de decisões diante de possíveis ocorrências climáticas. A Defesa Civil destacou que seguirá acompanhando os boletins meteorológicos e mantendo diálogo constante com os órgãos federais para assegurar respostas rápidas e eficientes à população.

Chuvas acionam plano da Prefeitura de Porto Velho

Dados do Censipam orientam os atendimentos nas comunidades ribeirinhas

Texto: André Oliveira Foto: Hellon Luiz Edição: Secom
Publicada em 28 de fevereiro de 2026 às 08:17

Encontro contou com meteorologistas, técnicos de monitoramento ambiental e gestores de riscoEncontro contou com meteorologistas, técnicos de monitoramento ambiental e gestores de risco

A Defesa Civil de Porto Velho participou, nesta sexta-feira (27), de uma reunião técnica no Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) para discutir o prognóstico climático e as previsões de temperatura e volume de chuvas para os próximos meses na região Norte, em especial no município.

O encontro contou com meteorologistas, técnicos de monitoramento ambiental e gestores de risco, que apresentaram projeções atualizadas sobre chuvas e temperaturas que podem impactar a capital e áreas vizinhas. O Censipam apresentou projeções, incluindo a possibilidade de chuvas mais intensas em determinados pontos do município e variações de temperatura que podem afetar comunidades mais vulneráveis.

Com base nesses dados, a Defesa Civil Municipal poderá ajustar a atuação, priorizando regiões de maior risco e fortalecendo a comunicação com a população local. De acordo com a Defesa Civil, o acompanhamento técnico é fundamental para antecipar ações e minimizar impactos causados por fenômenos climáticos, especialmente em áreas mais vulneráveis a alagamentos, enxurradas ou estiagens prolongadas. As informações apresentadas pelo Censipam servirão de base para reforçar planos de contingência e orientar medidas preventivas.

PROGNÓSTICOS

"Censipam possui equipe técnica apta a apresentar à Defesa Civil análise preventiva para os próximos três meses”, afirmou Marcelo Duarte

“O Censipam tem equipe técnica preparada para apresentar à Defesa Civil uma análise preventiva do que pode acontecer nos próximos três meses. Esse é um período em que a nossa população, em especial a ribeirinha, sofre maior incidência das chuvas”, disse Marcelo Duarte, diretor executivo da Defesa Civil.

Segundo os dados preliminares do Censipam, a expectativa é que o nível do Rio Madeira possa ultrapassar a marca dos 16 metros neste ano. De acordo com o meteorologista do Censipam, Luiz Alves, na próxima semana os dados detalhados serão divulgados em uma nova reunião com diversos órgãos.

“O mês de março ainda é de muita chuva aqui na região e pode chover em torno de 300 a 350 mm no mês. Já sobre a cheia do Rio Madeira, o nível deve ser considerado leve. Na semana que vem, vamos apresentar os dados completos para a Defesa Civil para que as ações sejam realizadas de acordo com os prognósticos divulgados”, finalizou Luiz Alves.

A participação na reunião também fortalece a integração entre os órgãos de monitoramento e resposta, garantindo maior agilidade na tomada de decisões diante de possíveis ocorrências climáticas. A Defesa Civil destacou que seguirá acompanhando os boletins meteorológicos e mantendo diálogo constante com os órgãos federais para assegurar respostas rápidas e eficientes à população.

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