Cobrança de eixo não utilizado em pedágio da BR-364 é suspensa

Para Acir, “a mudança representa uma conquista importante para uma categoria essencial ao desenvolvimento de Rondônia e ao escoamento da produção estadual”

Fonte: Sérgio Pires - Publicada em 25 de setembro de 2026 às 20:26

Cobrança de eixo não utilizado em pedágio da BR-364 é suspensa

Mesmo sem mandato formal, o empresário Acir Gurgacz, que busca novamente um mandato no Senado, jamais deixou de defender os interesses de Rondônia em Brasília. Nesta semana, seus esforços junto a órgãos do Ministério dos Transportes deram resultado prático. Pelo menos até a metade de novembro, quando o assunto volta a ser discutido, está proibida a cobrança do terceiro eixo dos caminhões, quando não estão sendo usados, no sistema de pedágios da BR 364.

Esta cobrança absurda é apenas mais uma das excrescências do programa de privatização da BR 364, em que o consórcio vencedor está autorizado a cobrar os pedágios mais caros do país e, ainda, pouco tem dado de retorno aos usuários da rodovia.

A cobrança mesmo com o eixo suspenso, ou seja, sem utilizar a rodovia em absolutamente nada, acabou causando vários protestos entre os caminhoneiros, que já sofrem uma série de problemas, até pelos preços exorbitantes que pagam pelo pedágio. A medida vale até que sejam instalados os sensores necessários para identificar corretamente quantos eixos estão efetivamente em uso.

Os pagamentos vinham gerando críticas do setor, porque aumenta o custo das viagens, inclusive quando os caminhões trafegavam vazios. Para Acir, “a mudança representa uma conquista importante para uma categoria essencial ao desenvolvimento de Rondônia e ao escoamento da produção estadual”.

Acir Gurgacz fez questão de anunciar que continuará defendendo uma cobrança de pedágio mais justa, com critérios corretos e respeito aos trabalhadores que movimentam a economia de Rondônia. "Essa luta vale a pena. Seguiremos firmes ao lado dos caminhoneiros e de todos que produzem e transportam as riquezas do nosso Estado", concluiu.

Cobrança de eixo não utilizado em pedágio da BR-364 é suspensa

Para Acir, “a mudança representa uma conquista importante para uma categoria essencial ao desenvolvimento de Rondônia e ao escoamento da produção estadual”

Sérgio Pires
Publicada em 25 de setembro de 2026 às 20:26
Cobrança de eixo não utilizado em pedágio da BR-364 é suspensa

Mesmo sem mandato formal, o empresário Acir Gurgacz, que busca novamente um mandato no Senado, jamais deixou de defender os interesses de Rondônia em Brasília. Nesta semana, seus esforços junto a órgãos do Ministério dos Transportes deram resultado prático. Pelo menos até a metade de novembro, quando o assunto volta a ser discutido, está proibida a cobrança do terceiro eixo dos caminhões, quando não estão sendo usados, no sistema de pedágios da BR 364.

Esta cobrança absurda é apenas mais uma das excrescências do programa de privatização da BR 364, em que o consórcio vencedor está autorizado a cobrar os pedágios mais caros do país e, ainda, pouco tem dado de retorno aos usuários da rodovia.

A cobrança mesmo com o eixo suspenso, ou seja, sem utilizar a rodovia em absolutamente nada, acabou causando vários protestos entre os caminhoneiros, que já sofrem uma série de problemas, até pelos preços exorbitantes que pagam pelo pedágio. A medida vale até que sejam instalados os sensores necessários para identificar corretamente quantos eixos estão efetivamente em uso.

Os pagamentos vinham gerando críticas do setor, porque aumenta o custo das viagens, inclusive quando os caminhões trafegavam vazios. Para Acir, “a mudança representa uma conquista importante para uma categoria essencial ao desenvolvimento de Rondônia e ao escoamento da produção estadual”.

Acir Gurgacz fez questão de anunciar que continuará defendendo uma cobrança de pedágio mais justa, com critérios corretos e respeito aos trabalhadores que movimentam a economia de Rondônia. "Essa luta vale a pena. Seguiremos firmes ao lado dos caminhoneiros e de todos que produzem e transportam as riquezas do nosso Estado", concluiu.

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