Crea-RO aponta avanço no salário mínimo profissional
Depois de anos de congelamento, a proposta respeita a Constituição ao evitar a vinculação direta ao salário mínimo nacional e reconhece, na prática, a importância estratégica de quem projeta, constrói, fiscaliza e transforma o país
O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Rondônia (Crea-RO) acompanha a mobilização nacional em torno da atualização do salário mínimo profissional dos profissionais da área tecnológica, tema que voltou ao centro do debate após a apresentação de uma emenda pela deputada federal e engenheira agrônoma Marussa Boldrin.
A pedido do Confea, a deputada federal e Eng. Agrônoma Marussa Boldrin protocolou a emenda que propõe a atualização do piso salarial profissional da engenharia, contemplando novos valores e, principalmente, o estabelecimento de uma regra clara de reajuste baseada no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), garantindo a recomposição do poder de compra e maior segurança jurídica para os profissionais.
Depois de anos de congelamento, a proposta respeita a Constituição ao evitar a vinculação direta ao salário mínimo nacional e reconhece, na prática, a importância estratégica de quem projeta, constrói, fiscaliza e transforma o país. Para o Sistema Confea/Crea e Mútua, trata-se do resultado de uma luta permanente pela valorização profissional e, para a sociedade, a certeza de contar com profissionais mais reconhecidos, fortalecidos e comprometidos com a qualidade e a segurança.
O presidente do Crea-RO, Eng. Edison Rigoli, ressaltou que o avanço é reflexo de um trabalho conjunto entre o Conselho Federal e os Creas estaduais.
“A luta constante que o Crea Rondônia, nessa gestão, faz no Estado pela valorização profissional e pela valorização salarial dos engenheiros está sendo premiada pela ação do nosso presidente do Confea, que solicitou essa atualização salarial. Sabemos que houve uma decisão do STF que não vincula automaticamente a correção da lei do salário profissional ao salário mínimo. E, com essa solicitação, voltamos a ter como referência o que prevê a lei: seis salários mínimos para seis horas trabalhadas e 25% de acréscimo em relação às horas excedentes. Assim, temos um parâmetro para realizar essa correção. É um excelente trabalho realizado pelo Confea a pedido dos Creas estaduais”, afirmou Rigoli.
O Crea-RO continuará acompanhando a tramitação da proposta e atuando em defesa da valorização dos profissionais da engenharia, agronomia e geociências em Rondônia, alinhado às diretrizes do Sistema Confea/Crea e Mútua.
Mais detalhes sobre a proposta podem ser conferidos em confea.org.br.
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