Deputado Léo Moraes é o primeiro a se posicionar contra extinção da Sejus

Na tribuna, Léo Moraes se posicionou contra essa proposta e disse que os servidores têm que participar do debate que envolve essa reforma administrativa.

Assessoria
Publicada em 16 de novembro de 2017 às 11:55
Deputado Léo Moraes é o primeiro a se posicionar contra extinção da Sejus

O Governo de Rondônia encaminhou à Assembleia Legislativa um projeto que prevê uma reforma administrativa em diversas secretarias estaduais, entre elas a extinção da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), voltando a ser vinculada à Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec).

Na tribuna, Léo Moraes se posicionou contra essa proposta e disse que os servidores têm que participar do debate que envolve essa reforma administrativa.

“Não temos como extinguir uma secretaria dessa grandeza que já é falha em seus afazeres e em suas prerrogativas, onde tem um secretário que desconhece a realidade do sistema prisional e que não conhece o sistema Socioeducativo. Precisamos abordar com muita responsabilidade e saber o que os servidores pensam a respeito.” Explicou Léo.

O parlamentar conversou com os diretores de unidades prisionais do estado que se manifestaram contra essa reforma. Eles temem o fim da pasta, pois com a vinculação à outra secretaria, melhorias de infraestrutura, equipamentos e pessoal seria ainda mais difícil de ser conquistado.

“Além disso, o plano de cargos, carreiras e salários desses profissionais ainda não sofreram avanços. Por isso, manterei meu posicionamento contra a extinção da pasta e a categoria terá meu apoio para lutarmos conta essa reforma administrativa.” Concluiu Léo Moraes.

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Comentários

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    CORDEZITO PESSOA JUNIOR 16/11/2017

    Só retificando - também não concordo depois de "lutas" para essa conquista fazer assim uma "diluição" sem ouvir os reais interessados em prestar um bom serviço - e SEJUS E NAO SESDEC ( não sei quem cometeu o erro formal) retificar

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    Chico Melo 16/11/2017

    OS POLÍTICOS TÃO DE BRINCADEIRA COM O POVO BRASILEIRO E, ISSO PODE NÃO DAR CERTO O tempo presente clama por mudanças estruturais nacional, não somente no âmbito econômico político e social, mas também no modelo político partidário ora praticado no Brasil. O governo anuncia intervenção na economia, mas não passa de uma falsa demonstração de poder, pois, os recursos financeiros possibilitam as discussões, mas na realidade não passam de conchavos políticos geradores da corrupção. Logo, é indispensável um estudo sobre financiamento de campanhas; pois entenda-se que o exercício da democracia tem um custos muito alto, uma vez que não é possível se falar em representação sem que se exista eleições livres. Isto posto, é primordial que este tema seja compreendido com base não somente com argumentos teóricos, precisa que na pratica a política seja fundamentada na ética e na moral e que mantenha uma certa distância, quando necessário, de algumas posições ideológicas ultrapassadas. As controvérsias que envolvem o financiamento de campanhas eleitorais no momento possuem conexão direta com a ordem jurídica vigente, portanto são legitimas e faz parte do sistema democrático . Hoje lendo a coluna do Jornalista Claudio Humberto me deparei com a seguinte informação: "As multas eleitorais fixadas pela Justiça Eleitoral voltam aos cofres dos partidos. O PT de Lula embolsou R$6,6 milhões de todas as multas eleitorais recolhidas este ano. O PSC de Jair Bolsonaro, R$ 1,2 milhão". Então conclui-se que os recursos destinados aos partidos políticos para fazerem politica com dinheiro público, não tem um teto limite, pois a Câmara dos Deputados aprovou uma lei que cria um fundo público de financiamento de campanhas eleitorais, estimado em R$ 1,7 bilhão para as eleições de 2018. Aí tem mais o dinheiro das multas, que não se sabe o montante e tem ainda o dinheiro do fundo partidário que este ano de 2017 é de quase R$ 900 milhões para ser dividido entre os partidos. Esse dinheiro do fundo partidário é anual e reajustado anualmente. OS POLÍTICOS TÃO DE BRINCADEIRA COM O POVO BRASILEIRO E, ISSO PODE NÃO DAR CERTO

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