Dra. Taíssa critica veto e defende remédios para obesidade no SUS

Parlamentar destacou que medicamentos como Mounjaro e Ozempic representam avanço da medicina preventiva e podem garantir mais qualidade de vida à população

Fonte: Texto: Luís Gustavo / Assessoria Parlamentar Foto: Divulgação e Thyago Lorentz I Secom ALE/RO - Publicada em 05 de março de 2026 às 17:32

Dra. Taíssa critica veto e defende remédios para obesidade no SUS

Parlamentar destacou que medicamentos como Mounjaro e Ozempic representam avanço da medicina preventiva (Foto: Divulgação)

Durante discussão na Assembleia Legislativa de Rondônia, a deputada estadual Dra. Taíssa (Podemos) apresentou parecer contrário ao veto do governo do estado ao Projeto de Lei 1240/2025, que institui o Programa Estadual de Assistência Integral à Obesidade e ao Diabetes Mellitus Tipo 2 no Sistema Único de Saúde (SUS). A proposta prevê, entre outras ações, a prescrição gratuita de medicamentos utilizados no tratamento dessas doenças, como semaglutida e tirzepatida.

O projeto, de autoria do deputado Luís do Hospital (MDB), busca ampliar o acesso ao tratamento integral da obesidade e do diabetes tipo 2, incluindo acompanhamento médico, nutricional e psicológico, além da possibilidade de fornecimento de medicamentos indicados clinicamente a pacientes.

Ao se posicionar contra o veto governamental, a deputada destacou que a medicina evoluiu e hoje oferece alternativas eficazes que podem prevenir doenças graves e melhorar significativamente a qualidade de vida da população.

“Mounjaro e Ozempic são medicamentos que, segundo pesquisas, estão entre os mais importantes avanços da medicina nas últimas décadas. Eles não tratam apenas a obesidade, mas também o diabetes, a compulsão alimentar, reduzem a gordura no fígado e podem diminuir em até 60% o risco de infarto”, afirmou a parlamentar.

Defesa da saúde preventiva

Durante sua manifestação, Dra. Taíssa ressaltou que ampliar o acesso a esses medicamentos pelo SUS representa investir em saúde preventiva, reduzindo complicações futuras e evitando procedimentos mais complexos e demorados. A deputada também chamou a atenção para a realidade enfrentada por pacientes que aguardam procedimentos no sistema público de saúde.

Parlamentar se posiciona contra veto do governo (Foto: Thyago Lorentz I Secom ALE/RO)

Segundo ela, a fila para cirurgia bariátrica em Rondônia ultrapassa quatro anos, enquanto o tempo de espera para atendimento psicológico pode passar de dois anos. Nesse contexto, medicamentos que auxiliam na redução de peso e no controle metabólico podem representar uma alternativa importante no tratamento.

“Se hoje a medicina oferece um medicamento que pode ajudar as pessoas a reduzir o peso, melhorar a saúde do fígado e diminuir riscos cardiovasculares em cerca de 12 a 16 meses, precisamos garantir que a população tenha acesso a esse tratamento”, destacou.

Acesso para pessoas em situação de vulnerabilidade

Outro ponto defendido pela deputada foi o acesso da população mais vulnerável a essas tecnologias de saúde. Segundo ela, medicamentos como Mounjaro e Ozempic ainda possuem alto custo no mercado, o que impede que grande parte da população consiga utilizá-los.

Para Dra. Taíssa, garantir esse acesso pelo SUS significa promover justiça social e ampliar as oportunidades de tratamento para quem mais precisa.

“Esses medicamentos ainda são muito caros para a maioria das pessoas. Por isso, é fundamental que a população mais vulnerável também tenha o direito de utilizá-los por meio da rede pública de saúde”, afirmou.

Apoio ao projeto

Ao final de sua fala, a deputada parabenizou o autor da proposta e reforçou a importância de políticas públicas voltadas para a prevenção e para o cuidado integral da saúde.

“Investir em saúde é fazer saúde preventiva. É garantir qualidade de vida e respeito às pessoas. Por isso, manifesto meu parecer pela derrubada do veto do governo”, concluiu.

A proposta busca estruturar uma política pública voltada ao tratamento integral da obesidade e do diabetes tipo 2 em Rondônia, condições consideradas atualmente entre os principais desafios de saúde pública no Brasil.

Dra. Taíssa critica veto e defende remédios para obesidade no SUS

Parlamentar destacou que medicamentos como Mounjaro e Ozempic representam avanço da medicina preventiva e podem garantir mais qualidade de vida à população

Texto: Luís Gustavo / Assessoria Parlamentar Foto: Divulgação e Thyago Lorentz I Secom ALE/RO
Publicada em 05 de março de 2026 às 17:32
Dra. Taíssa critica veto e defende remédios para obesidade no SUS

Parlamentar destacou que medicamentos como Mounjaro e Ozempic representam avanço da medicina preventiva (Foto: Divulgação)

Durante discussão na Assembleia Legislativa de Rondônia, a deputada estadual Dra. Taíssa (Podemos) apresentou parecer contrário ao veto do governo do estado ao Projeto de Lei 1240/2025, que institui o Programa Estadual de Assistência Integral à Obesidade e ao Diabetes Mellitus Tipo 2 no Sistema Único de Saúde (SUS). A proposta prevê, entre outras ações, a prescrição gratuita de medicamentos utilizados no tratamento dessas doenças, como semaglutida e tirzepatida.

O projeto, de autoria do deputado Luís do Hospital (MDB), busca ampliar o acesso ao tratamento integral da obesidade e do diabetes tipo 2, incluindo acompanhamento médico, nutricional e psicológico, além da possibilidade de fornecimento de medicamentos indicados clinicamente a pacientes.

Ao se posicionar contra o veto governamental, a deputada destacou que a medicina evoluiu e hoje oferece alternativas eficazes que podem prevenir doenças graves e melhorar significativamente a qualidade de vida da população.

“Mounjaro e Ozempic são medicamentos que, segundo pesquisas, estão entre os mais importantes avanços da medicina nas últimas décadas. Eles não tratam apenas a obesidade, mas também o diabetes, a compulsão alimentar, reduzem a gordura no fígado e podem diminuir em até 60% o risco de infarto”, afirmou a parlamentar.

Defesa da saúde preventiva

Durante sua manifestação, Dra. Taíssa ressaltou que ampliar o acesso a esses medicamentos pelo SUS representa investir em saúde preventiva, reduzindo complicações futuras e evitando procedimentos mais complexos e demorados. A deputada também chamou a atenção para a realidade enfrentada por pacientes que aguardam procedimentos no sistema público de saúde.

Parlamentar se posiciona contra veto do governo (Foto: Thyago Lorentz I Secom ALE/RO)

Segundo ela, a fila para cirurgia bariátrica em Rondônia ultrapassa quatro anos, enquanto o tempo de espera para atendimento psicológico pode passar de dois anos. Nesse contexto, medicamentos que auxiliam na redução de peso e no controle metabólico podem representar uma alternativa importante no tratamento.

“Se hoje a medicina oferece um medicamento que pode ajudar as pessoas a reduzir o peso, melhorar a saúde do fígado e diminuir riscos cardiovasculares em cerca de 12 a 16 meses, precisamos garantir que a população tenha acesso a esse tratamento”, destacou.

Acesso para pessoas em situação de vulnerabilidade

Outro ponto defendido pela deputada foi o acesso da população mais vulnerável a essas tecnologias de saúde. Segundo ela, medicamentos como Mounjaro e Ozempic ainda possuem alto custo no mercado, o que impede que grande parte da população consiga utilizá-los.

Para Dra. Taíssa, garantir esse acesso pelo SUS significa promover justiça social e ampliar as oportunidades de tratamento para quem mais precisa.

“Esses medicamentos ainda são muito caros para a maioria das pessoas. Por isso, é fundamental que a população mais vulnerável também tenha o direito de utilizá-los por meio da rede pública de saúde”, afirmou.

Apoio ao projeto

Ao final de sua fala, a deputada parabenizou o autor da proposta e reforçou a importância de políticas públicas voltadas para a prevenção e para o cuidado integral da saúde.

“Investir em saúde é fazer saúde preventiva. É garantir qualidade de vida e respeito às pessoas. Por isso, manifesto meu parecer pela derrubada do veto do governo”, concluiu.

A proposta busca estruturar uma política pública voltada ao tratamento integral da obesidade e do diabetes tipo 2 em Rondônia, condições consideradas atualmente entre os principais desafios de saúde pública no Brasil.

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