Feliz 2026! Mas prepare-se, pois senão irá quebrar
Quem não se adaptar às novas regras corre sérios riscos de enfrentar dificuldades financeiras
Chegamos ao último dia de 2025, um ano marcado por grandes dificuldades para os microempreendedores brasileiros. Para muitos, a principal preocupação foi não ultrapassar o limite de faturamento e acabar sendo excluído do regime do MEI, o que trouxe insegurança constante ao longo do ano. O Simpi deseja, sim, que 2026 seja um ano de fartura, boa produção e boas vendas. No entanto, mais do que votos positivos, temos a responsabilidade de manter o empresário bem-informado sobre as mudanças que estão em curso. E o alerta é claro: 2026 exigirá preparo e organização. Quem não se adaptar às novas regras corre sérios riscos de enfrentar dificuldades financeiras. Ao longo de 2025, o governo adotou medidas que impactam diretamente os pequenos negócios. O ano começou de forma conturbada, com a tentativa de alterações no sistema do PIX, com o objetivo de ampliar a fiscalização das movimentações financeiras. Na sequência, surgiu a Norma 183/2025, que prevê a unificação do faturamento do CPF com o do CNPJ. Além disso, para micro e pequenas empresas, passou a ser discutida a proibição de manter duas empresas no mesmo CPF — uma voltada para vendas e outra para produção — prática comum entre pequenos empreendedores. Mais recentemente, foi implementada a chamada Confissão de Dívida na Declaração Anual do MEI, o que facilita a abertura de processos de cobrança judicial por parte do governo. Diante desse cenário, o empresário precisa estar atento, buscar informação e se planejar, pois quem não se organizar, vai sofrer as consequências. O próximo ano não será simples, e a falta de organização pode trazer consequências sérias para a continuidade dos negócios por isso Informe-se, Planeje-se e Prepare-se. E na dúvida procure o Simpi que seguimos acompanhando essas mudanças e reforça seu compromisso de orientar e defender os interesses dos MEI’s, Micro e Pequenos Empresário.
Assista: https://youtu.be/QfUlW1eOrWE
Tive Lucro? Apuração do Resultado e Destinação dos Lucros
Ao final do exercício social de 2025, as empresas iniciam os procedimentos de apuração e mensuração de seus resultados. O resultado empresarial corresponde à verificação de lucro ou prejuízo no período analisado. Segundo Vitor Stankevicius – Auditor e Perito Contador, há lucro quando as receitas provenientes da venda de mercadorias e da prestação de serviços superam os custos e despesas incorridos no exercício. Em sentido oposto, quando os custos e despesas são superiores às receitas, ocorre prejuízo, resultando na redução do patrimônio líquido da empresa. Diante da apuração de lucro, a empresa pode adotar dois encaminhamentos: a distribuição do resultado aos sócios ou acionistas, ou a reintegração do lucro às atividades empresariais, por meio de reinvestimento. Para formalizar essa apuração, os profissionais da contabilidade elaboram a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE), documento contábil que apresenta de forma estruturada as receitas, custos e despesas do período. O resultado final evidenciado na DRE será, necessariamente, lucro ou prejuízo.
Assista: https://youtu.be/R_ionKlNe6A
Vem aí o “Desenrola Brasil” para ajudar a pagar até o fornecedor
O governo federal, em conjunto com seus técnicos e com o Ministério do Empreendedorismo, estuda uma nova formatação do programa Desenrola Brasil, direcionada aos microempreendedores individuais (MEI), às microempresas e às empresas de pequeno porte. Segundo o advogado Marcos Tavares, a proposta prevê a inclusão de dívidas desses empresários junto a credores da iniciativa privada, abrangendo instituições financeiras, fornecedores e demais agentes com os quais existam obrigações financeiras. O estudo contempla a criação de uma plataforma destinada à negociação dessas dívidas, possibilitando contato direto entre o empreendedor e o credor para definição de condições de pagamento. Além da renegociação, a iniciativa considera a oferta de linhas de crédito específicas para a quitação das pendências, com custos financeiros diferenciados em relação aos praticados pelo mercado, estimados em percentuais mensais e anuais previamente definidos. A implementação do programa poderá ocorrer por meio de medida provisória, com previsão de vigência a partir de 2026, com o objetivo de permitir que as empresas iniciem o exercício regularizadas do ponto de vista financeiro. Entidades representativas acompanham o desenvolvimento técnico da proposta, incluindo a estrutura da plataforma e as condições de acesso. Após a publicação da medida provisória, serão disponibilizadas orientações sobre os procedimentos necessários para adesão, visando à manutenção da regularidade das atividades empresariais formais.
Assista: https://youtu.be/_tQ_5XOP8xo
Qual o Impacto das Taxas de Juros na Pequena Empresa?
Durante o período da pandemia, os governos adotaram políticas de aumento de gastos públicos com o objetivo de mitigar os efeitos econômicos da crise sanitária. Como consequência, houve elevação da quantidade de moeda em circulação e aumento do poder de compra da população, o que contribuiu para a aceleração da inflação. Diante desse cenário, os bancos centrais, inclusive o do Brasil, responderam com a elevação das taxas de juros como instrumento de controle inflacionário. Em diversos países, essas taxas começaram a ser reduzidas ao longo do tempo; contudo, no caso brasileiro, a inflação apresentou maior persistência, influenciada pela continuidade de gastos públicos elevados. Em razão dessa pressão inflacionária, o Banco Central manteve e ampliou a taxa básica de juros em níveis elevados, resultando em uma taxa real significativa. Esse ambiente de juros altos impactou a produção, os custos operacionais das empresas e o custo do capital. Ao longo do período analisado, a inflação permaneceu elevada, porém passaram a ser observados sinais de desaceleração. As projeções indicaram redução gradual das taxas inflacionárias, com convergência para patamares mais próximos da meta nos anos subsequentes. Com a trajetória de queda da inflação, projeta-se a possibilidade de redução das taxas de juros a partir do período seguinte, o que tende a influenciar o custo de capital e as condições gerais do ambiente econômico.
Assista: https://youtu.be/YbQ_C1_UwMw
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