Flávio ‘Mitômano’ Bolsonaro

O gado não liga, mas o eleitor independente precisa saber exatamente com quem está flertando

Fonte: Marco Damiani/Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado - Publicada em 13 de agosto de 2026 às 21:40

Flávio ‘Mitômano’ Bolsonaro

Entre as características de personalidade de um mitômano estão a manipulação de pessoas, a quebra de confiança constante, o contar de histórias elaboradas, a completa ausência de remorso e a crença na própria mentira.

Flávio ‘mitômano’ Bolsonaro é exatamente assim. Os bolsonaristas não ligam e até gostam, por isso são conhecidos como gado. Mas e o eleitor independente, que não anda de quatro?

Mentir no próprio currículo é gravíssimo, um clássico da tapeação. Em poucas linhas que podem passar sem checagem durante anos, e até por uma vida inteira, a pessoa põe na própria conta títulos que não tem, cursos que não fez, habilidades que nunca teve.

Alegar ter pós-graduação em Ciências Políticas pela UFRJ sem nunca nem ter passado pela calçada da universidade é bem mais do que ser cara de pau com nariz de Pinóquio. Vale como crédito para passar as pessoas para trás e desrespeitar todas as regras desde o primeiro momento. Corresponde a apresentar-se falsamente para ir empilhando mais e mais mentiras até ser descoberto, se vier a sê-lo.

O Código Penal estabelece penas de até seis anos de reclusão para crimes de falsidade ideológica e de falsificação de documento público. A Ordem dos Advogados do Brasil pune mentiras curriculares com a suspensão de até 12 meses no exercício profissional. Na medicina, pode resultar na perda do registro no CRM, como lembrou o candidato Ronaldo Caiado, do PSD.

Depois dessa, e contando com todas as mentiras que vieram anteriormente de Flávio Bolsonaro, como é possível acreditar nele, que — aí sim é verdade — quer ser presidente da República?

Marco Damiani

Marco Damiani é editor especial do Brasil 247 no Rio de Janeiro

Flávio ‘Mitômano’ Bolsonaro

O gado não liga, mas o eleitor independente precisa saber exatamente com quem está flertando

Marco Damiani/Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Publicada em 13 de agosto de 2026 às 21:40
Flávio ‘Mitômano’ Bolsonaro

Entre as características de personalidade de um mitômano estão a manipulação de pessoas, a quebra de confiança constante, o contar de histórias elaboradas, a completa ausência de remorso e a crença na própria mentira.

Flávio ‘mitômano’ Bolsonaro é exatamente assim. Os bolsonaristas não ligam e até gostam, por isso são conhecidos como gado. Mas e o eleitor independente, que não anda de quatro?

Mentir no próprio currículo é gravíssimo, um clássico da tapeação. Em poucas linhas que podem passar sem checagem durante anos, e até por uma vida inteira, a pessoa põe na própria conta títulos que não tem, cursos que não fez, habilidades que nunca teve.

Alegar ter pós-graduação em Ciências Políticas pela UFRJ sem nunca nem ter passado pela calçada da universidade é bem mais do que ser cara de pau com nariz de Pinóquio. Vale como crédito para passar as pessoas para trás e desrespeitar todas as regras desde o primeiro momento. Corresponde a apresentar-se falsamente para ir empilhando mais e mais mentiras até ser descoberto, se vier a sê-lo.

O Código Penal estabelece penas de até seis anos de reclusão para crimes de falsidade ideológica e de falsificação de documento público. A Ordem dos Advogados do Brasil pune mentiras curriculares com a suspensão de até 12 meses no exercício profissional. Na medicina, pode resultar na perda do registro no CRM, como lembrou o candidato Ronaldo Caiado, do PSD.

Depois dessa, e contando com todas as mentiras que vieram anteriormente de Flávio Bolsonaro, como é possível acreditar nele, que — aí sim é verdade — quer ser presidente da República?

Marco Damiani

Marco Damiani é editor especial do Brasil 247 no Rio de Janeiro

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