Hospital Municipal Universitário inicia consultas e exames
Todos os atendimentos serão gratuitos, via SUS. Uma fila de até 19 mil pessoas, que estão aguardando consultas e pedidos de exames, será atendida através do sistema de regulação
Há sim o que comemorar. A área da saúde, sempre deficiente na Capital, começa a ganhar um grande reforço para atendimento à população. E bem antes do que se poderia esperar. Em alguns dias, começa a funcionar a primeira etapa de atendimento do no novo Hospital Municipal Universitário, numa parceria da Prefeitura da Capital com a Unir, mas com a estrutura, custos e atendimentos bancados pelo governo federal. Todos os atendimentos serão gratuitos, via SUS. Uma fila de até 19 mil pessoas, que estão aguardando consultas e pedidos de exames, será atendida através do sistema de regulação.
Nesta semana, um personagem porto-velhense apaixonado por saúde pública e com uma longa história dedicada a ela, veio de Brasília à sua cidade, agora como autoridade federal, para anunciar a boa nova. Trata-se de Williames Pimentel, ex-secretário estadual da Sesau e ex-secretário municipal da Semusa, hoje uma autoridade na área federal, respondendo pela Agesus, órgão ligado diretamente ao Planalto. Ele estava acompanhado do dr. Diego Ferreira, diretor executivo da AgeSus na visita ao prédio do antigo Hospital das Clínicas, que será aberto ao primeiro sistema de atendimento: a realização de consultas e exames, para diagnóstico.
Inicialmente, a inauguração oficial deste novo serviço, num hospital municipal que Porto Velho esperava há mais de um século, está agendada para o próximo dia 26, um sábado, mas a data deve ser confirmada pelo prefeito Léo Moraes. O ex-secretário de saúde da Capital, Jaime Gazola, que também batalhou para que o projeto do Hospital Municipal Universitário pudesse se tornar realidade, comemorou o anúncio do início das atividades, em tão pouco tempo.
Nesta semana, além da chega de móveis e equipamentos, está sendo concluída a pintura do prédio. A Prefeitura ficará responsável pela regulação do atendimento; uma linha de cuidados assistenciais e “acima de tudo”, segundo Pimentel, fazer com que o paciente de Porto Velho tenha um atendimento ambulatorial, exame de apoio diagnóstico, fechar o diagnóstico e definir os encaminhamentos para o tratamento”, explica Pimentel.
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