PF atua contra mineração ilegal e comércio irregular de pedras preciosas

Operação Itaberaba cumpriu 14 mandados de busca e apreensão em Rondônia e em Mato Grosso

Fonte: Assessoria/Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia - Publicada em 23 de abril de 2026 às 12:07

PF atua contra mineração ilegal e comércio irregular de pedras preciosas

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (23/4) a Operação Itaberaba, para dar cumprimento a 14 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Ji-Paraná/RO, executados nas cidades de Rolim de Moura, de Cacoal e de Ji-Paraná, em Rondônia; e em Cuiabá, no estado de Mato Grosso.

As investigações tiveram início a partir da prisão em flagrante de dois suspeitos, na cidade de Cacoal, por posse de 25 pedras de diamante. A análise forense dos aparelhos celulares apreendidos revelou uma extensa rede de comercialização irregular de pedras preciosas provenientes de lavra realizada em terras indígenas sem a devida autorização legal ou licença ambiental.

As medidas alcançam pessoas físicas e jurídicas suspeitas de integrar a rede de extração, de intermediação e de comercialização ilegal de minerais pertencentes à União. Os investigados poderão responder, na medida de sua participação, pelos crimes de usurpação de bem mineral, de extração ilegal de recursos minerais e de receptação qualificada.

PF atua contra mineração ilegal e comércio irregular de pedras preciosas

Operação Itaberaba cumpriu 14 mandados de busca e apreensão em Rondônia e em Mato Grosso

Assessoria/Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia
Publicada em 23 de abril de 2026 às 12:07
PF atua contra mineração ilegal e comércio irregular de pedras preciosas

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (23/4) a Operação Itaberaba, para dar cumprimento a 14 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Ji-Paraná/RO, executados nas cidades de Rolim de Moura, de Cacoal e de Ji-Paraná, em Rondônia; e em Cuiabá, no estado de Mato Grosso.

As investigações tiveram início a partir da prisão em flagrante de dois suspeitos, na cidade de Cacoal, por posse de 25 pedras de diamante. A análise forense dos aparelhos celulares apreendidos revelou uma extensa rede de comercialização irregular de pedras preciosas provenientes de lavra realizada em terras indígenas sem a devida autorização legal ou licença ambiental.

As medidas alcançam pessoas físicas e jurídicas suspeitas de integrar a rede de extração, de intermediação e de comercialização ilegal de minerais pertencentes à União. Os investigados poderão responder, na medida de sua participação, pelos crimes de usurpação de bem mineral, de extração ilegal de recursos minerais e de receptação qualificada.

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