Prefeitura capacita famílias do Serviço Família Acolhedora
Treinamento iniciou na segunda-feira (27) e segue até quinta-feira (30)
Famílias voluntárias participam de capacitação para integrar o Serviço Família Acolhedora
A Prefeitura, por meio do Departamento de Proteção Social Especial (DPSE), da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), iniciou na segunda-feira (27), no auditório do Creas, a capacitação de famílias voluntárias para o Serviço Família Acolhedora. A programação continua nesta terça-feira (28) e encerra na quinta-feira (30).
A capacitação para se tornar uma família acolhedora é um processo de preparação destinado a pessoas interessadas em acolher temporariamente crianças ou adolescentes em situação de vulnerabilidade social, afastados de suas famílias biológicas por decisão judicial.
O secretário municipal de Inclusão e Assistência Social, Paulo Afonso, destacou a importância da capacitação para as famílias interessadas no Serviço Família Acolhedora, reforçando que a proteção de crianças e adolescentes é uma responsabilidade coletiva e prioridade da gestão. Também parabenizou a coordenadora Sefra Barros e toda a equipe do serviço pelo compromisso e dedicação na condução desse trabalho, dando as boas-vindas às famílias participantes e enfatizando que o acolhimento familiar representa amor, cuidado e pertencimento, sendo essencial para oferecer um lar e esperança a quem mais precisa.
Sintam-se acolhidos e abraçados. Obrigado por somarem com o município nesse projeto”, destacou o secretário Paulo Afonso
“Obrigado por terem aceitado o nosso convite. Sintam-se acolhidos e abraçados. Em meu nome e em nome do prefeito Léo Moraes, agradeço a todos vocês que somam com o município nesse projeto”, disse o secretário.
A diretora de Proteção Social Especial, Poliana Miranda, salientou que, entre todos os programas, projetos e serviços realizados pela Semias, o Serviço Família Acolhedora possui um significado especial: “Ele é voluntário e reúne pessoas com o interesse de ajudar o próximo. É um serviço que funciona, e vocês, que forem aprovados para receber crianças em seus lares, estarão sempre assistidos. A Prefeitura dará todo o apoio. Contem conosco e sejam todos bem-vindos”.
Marina Falcão, articuladora municipal do Selo Unicef e coordenadora da Unidade de Acolhimento Institucional de Adolescentes, relatou sua experiência, destacando a diferença entre o acolhimento institucional e o acolhimento oferecido pelo Serviço Família Acolhedora.
A coordenadora do serviço, Sefra Barros, informou que a adesão ao Família Acolhedora segue em crescimento e que, a cada capacitação realizada, aumenta o número de famílias interessadas. Nesta edição, por exemplo, foram registradas 36 inscrições. Atualmente, o município conta com 17 famílias acolhedoras.
A coordenadora agradeceu às famílias voluntárias e desejou que a capacitação gere conhecimento e produza muitos frutos.
O acolhimento familiar oferece proteção, cuidado e esperança para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade
Deize Damasceno Pimenta, moradora do bairro Jardim Santana, de 39 anos, casada e mãe de quatro filhos, é uma das voluntárias que iniciou a capacitação na segunda-feira (27). Ela contou que participou da capacitação anterior, mas não conseguiu concluí-la. Como o desejo de ajudar uma criança em situação de vulnerabilidade permaneceu, decidiu retornar e concluir o processo, com a expectativa de, se aprovada, se tornar uma família acolhedora.
FAMÍLIA ACOLHEDORA
O Serviço Família Acolhedora é uma política pública de proteção à infância e adolescência que busca garantir um ambiente seguro, acolhedor e temporário para crianças e adolescentes afastados de suas famílias biológicas por situações como violência, negligência ou outras vulnerabilidades sociais.
Segundo o prefeito Léo Moraes, o fortalecimento do serviço representa um compromisso da gestão com o cuidado e a proteção da infância.
“Quando uma família abre as portas do seu lar para acolher uma criança, ela oferece mais do que abrigo: oferece amor, segurança e esperança. Nosso compromisso é fortalecer essa rede de cuidado e garantir todo o suporte necessário para essas famílias”, destacou o prefeito.
Diferente do acolhimento institucional, realizado em abrigos ou casas de acolhimento, o serviço possibilita que essas crianças sejam acolhidas em um ambiente familiar, com cuidados individualizados e convivência mais próxima e afetiva.
As famílias acolhedoras são voluntárias, cadastradas e capacitadas pelos órgãos de assistência social para receber temporariamente essas crianças e adolescentes, oferecendo cuidado e proteção até que a situação familiar seja resolvida ou seja definida uma alternativa permanente, como reintegração familiar ou adoção.
Mais informações estão disponíveis no site do serviço:
familia-acolhedora.portovelho.ro.gov.br
Limpeza urbana avança em três avenidas da capital
Serviços contemplam vias de grande fluxo da capital
Corregedor do MPRO recebe homenagem da OAB Rondônia
Héverton Alves de Aguiar também afirmou que os novos advogados iniciam uma nova etapa
Fim da escala 6x1 divide estudos sobre PIB e inflação
Impactos da redução de jornada viram disputa entre economistas




Comentários
Seja o primeiro a comentar
Envie Comentários utilizando sua conta do Facebook