Sem lideranças, MDB de Rondônia enfrenta incertezas eleitorais
O MDB ainda pode fazer alianças fortes, mas de emedebistas mesmo, com nomes viáveis e conhecidos para tentar eleger bancadas fortes tanto no parlamento estadual quanto no federal, está muito difícil
Sem Confúcio Moura (caso ele desista mesmo de ir à reeleição); sem Lúcio Mosquini (o ex-presidente que deixou o partido, porque não concorda que ele caminhe com a esquerda); sem Valdir Raupp e sem Marinha Raupp, a dupla que brilhou no Congresso e que não quer mais saber de disputas eleitorais; sem o ex-senador Amir Lando, como ficará o MDB de Rondônia?
A juíza aposentada Euma Tourinho, que disputou a Prefeitura de Porto Velho na última eleição, chegando a mais de 25 mil votos, foi outra que, tão logo passou a disputa, deixou o partido. Euma será candidata a deputada federal pelo Podemos, com o apoio do prefeito Léo Moraes. Willames Pimentel, que é outro nome importante do partido, também não estaria disposto a concorrer novamente.
O MDB ainda pode fazer alianças fortes, mas de emedebistas mesmo, com nomes viáveis e conhecidos para tentar eleger bancadas fortes tanto no parlamento estadual quanto no federal, está muito difícil. O MDB hoje não tem nenhum “puxador” de votos que possa levar consigo um ou mais candidatos à Assembleia e, muito menos, para a Câmara Federal.
O partido, que já foi o maior e mais poderoso do Estado, conta hoje com apenas quatro prefeitos, entre as 52 cidades rondonienses: Jeverson Lima, de Jaru; Cleone Lima, do Vale do Anari; Osmy Toledo, de Teixeirópolis e Silvano Almeida, de Cabixi. Em Porto Velho, o partido tenta se reconstruir, com nova lideranças, que assumiram o Diretório Municipal, mas sem nenhuma grande estrela.
Como disse um antigo emedebista, numa roda de conversa: “se Confúcio não disputar a eleição, o MDB de Rondônia pode se desintegrar!”
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