Ética vs. segurança pública

Já disse, e repito, que a questão da segurança pública vai muito além de propostas e discursos vazios de campanha eleitoral

Fonte: Valdemir Caldas - Publicada em 30 de junho de 2026 às 18:47

Ética vs. segurança pública

Se na briga pela principal cadeira do Palácio do Planalto os embates político-eleitorais girarão em torno da questão ética – uma bandeira que o Partido dos Trabalhadores já levantou forte e fartamente -, no estado de Rondônia por certo que uma das principais fontes de peleja no período da campanha eleitoral será a segurança pública. Afinal, esse é um setor da administração do Cel. Marcos Rocha que mais tem chamado a atenção da opinião pública pela escalada da violência.

Os meios de comunicação, como os jornais eletrônicos Gente de Opinião e Expressão Rondônia, aqui e ali, trazem ao conhecimento da população fatos estarrecedores que atestam de maneira inequívoca que algo não vai bem nesse que é um direito fundamental e condição essencial para o exercício da cidadania, garantido na Constituição Federal, motivo pelo qual os candidatos à sucessão estadual devem ter a coragem de apresentar e discutir propostas para a modernização da segurança pública.

É verdade que a Secretaria de Segurança vem-se esforçando, segundo fontes governamentais (nem poderia ser diferente), para devolver um pouco de tranquilidade aos lares rondonienses. Contudo, ao que parece, o efeito prático disso pouco tem contribuindo para reduzir os elevadíssimos índices de criminalidade.

Já disse, e repito, que a questão da segurança pública vai muito além de propostas e discursos vazios de campanha eleitoral. A situação é grave e, por isso mesmo, precisa compor o mosaico das preocupações do próximo governante do Estado. Que assim seja, pois não é outra a expectativa da sociedade.

Ética vs. segurança pública

Já disse, e repito, que a questão da segurança pública vai muito além de propostas e discursos vazios de campanha eleitoral

Valdemir Caldas
Publicada em 30 de junho de 2026 às 18:47
Ética vs. segurança pública

Se na briga pela principal cadeira do Palácio do Planalto os embates político-eleitorais girarão em torno da questão ética – uma bandeira que o Partido dos Trabalhadores já levantou forte e fartamente -, no estado de Rondônia por certo que uma das principais fontes de peleja no período da campanha eleitoral será a segurança pública. Afinal, esse é um setor da administração do Cel. Marcos Rocha que mais tem chamado a atenção da opinião pública pela escalada da violência.

Os meios de comunicação, como os jornais eletrônicos Gente de Opinião e Expressão Rondônia, aqui e ali, trazem ao conhecimento da população fatos estarrecedores que atestam de maneira inequívoca que algo não vai bem nesse que é um direito fundamental e condição essencial para o exercício da cidadania, garantido na Constituição Federal, motivo pelo qual os candidatos à sucessão estadual devem ter a coragem de apresentar e discutir propostas para a modernização da segurança pública.

É verdade que a Secretaria de Segurança vem-se esforçando, segundo fontes governamentais (nem poderia ser diferente), para devolver um pouco de tranquilidade aos lares rondonienses. Contudo, ao que parece, o efeito prático disso pouco tem contribuindo para reduzir os elevadíssimos índices de criminalidade.

Já disse, e repito, que a questão da segurança pública vai muito além de propostas e discursos vazios de campanha eleitoral. A situação é grave e, por isso mesmo, precisa compor o mosaico das preocupações do próximo governante do Estado. Que assim seja, pois não é outra a expectativa da sociedade.

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