Frequência escolar tem melhor índice de 2026, aponta Semed
A notificação de pais e responsáveis pela falta escolar, sem justificativa, é a primeira etapa do processo
A frequência escolar, se comparados os dados do mês de junho de 2025 e o mesmo período de 2026, subiu de 88,1% para 90,5%, segundo a Superintendência de Gestão Escolar (SGE) da Secretaria Municipal de Educação (Semed) da Prefeitura de Ji-Paraná. De acordo com a pasta, este é o melhor índice de 2026.
“Este avanço demonstra os efeitos positivos do trabalho contínuo de monitoramento, acompanhamento das ausências, busca ativa dos estudantes, articulação com as famílias e atuação intersocial realizados pelas unidades escolares. Entretanto, o índice ainda se encontra abaixo da meta estabelecida, tornando necessária a manutenção e o fortalecimento das ações já implementadas”, frisou a titular da SGE, Amanda Capelaso.
“Nós temos uma meta ousada para o período que é de 98%. Todos os esforços da Semed estão em alcançar esse percentual. O mais importante é que o crescimento da frequência escolar se deu apenas com a conscientização dos pais e a direção das escolas municipais”, acrescentou Amanda Capelaso.
Segundo a superintendente, a Semed mantém a orientação para que todas as unidades de ensino dêem continuidade às estratégias de acompanhamento da frequência escolar, para intensificar as ações preventivas e intervenções próximas aos estudantes com histórico de “infrequência”, para que eles retornem às salas de aula.
A notificação de pais e responsáveis pela falta escolar, sem justificativa, é a primeira etapa do processo. Contudo, a secretaria ainda não adota procedimentos do Busca Ativa, programa do governo federal que ajuda na identificação, registro, controle e acompanhamento de crianças e adolescentes que estão fora da escola ou em risco de evasão.
A pasta informou que a “conscientização” já rende resultados positivos, mas que devem ser ampliados. “Se não temos respostas sobre as faltas dos estudantes, o desfecho deste processo é a denúncia ao Conselho Tutelar, mas esse seria o último recurso. Estamos nos antecipando com orientações aos pais para que os filhos não deixem de ir à escola” frisou Amanda Capelaso.
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