Governo inseriu mais livros nas escolas ao contrário de retirar obras literárias das mãos dos alunos

A suposta ordem de recolher livros das escolas nunca existiu, pois tal informação nem mesmo havia chegado ao chefe do Executivo Estadual ou a quem tem essa autonomia

Secom - Fotos: Daiane Mendonça
Publicada em 10 de fevereiro de 2020 às 14:54
Governo inseriu mais livros nas escolas ao contrário de retirar obras literárias das mãos dos alunos

O atual Governo de Rondônia ordenou a compra de mais livros de literatura brasileira, rondoniense e estrangeira para as escolas da Rede Estadual

O Governo do Estado de Rondônia tem acompanhado atentamente as publicações quanto ao recolhimento de livros literários das escolas da rede estadual de ensino. Infelizmente, o equívoco ganhou destaque em nível nacional.

Porém, o fato é que o Governo de Rondônia, ao invés de tirar, comprou livros que não existiam nas bibliotecas públicas do Estado. Algo que não acontecia há anos, sem aqui citar governos anteriores. Tal fato comprova o comprometimento do Governo de Rondônia com a Educação. A suposta ordem de recolher livros das escolas nunca existiu, pois tal informação nem mesmo havia chegado ao chefe do Executivo Estadual ou a quem tem essa autonomia.

Em nenhum momento o atual governador, coronel Marcos Rocha, ou o secretário da Educação, Suamy Vivecananda Lacerda Abreu, autorizou ou assinou qualquer tipo de ordem de retirar das escolas livros de autores consagrados como Euclides da Cunha, Machado de Assis, Mário de Andrade, Franz Kafka.

É absolutamente fora de lógica a notícia de que livros seriam recolhidos, pois o atual Governo de Rondônia ordenou a compra de mais livros de literatura brasileira, rondoniense e estrangeira para as escolas da rede estadual. São livros que seus conteúdos caem no Enem e no Vestibular. Seguindo essa lógica, a Diretoria de Educação (DGE) fez a análise e comprou 144 obras para que cada uma das escolas da rede estadual fosse assistida.

Nesse ponto, é de fundamental importância esclarecer que os novos livros irão facilitar o acesso de muitos jovens que antes não tinham condições de comprá-los, na preparação para o Enem e vestibulares.

É de se deixar evidente que o equívoco trouxe desconforto para Rondônia. Ao contrário do que se tenta pregar, Rondônia tem caminhado a passos largos rumo ao crescimento não somente na Educação (com as melhores notas no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), bem como nossos alunos destacando-se no Exame Nacional do Ensino Médio – Enem), como também no setor econômico, na Saúde e outras áreas que passaram a colocar o Estado entre os melhores do país. Mas, nosso foco neste momento é orientar e mostrar a verdade sobre a preocupação com os nossos alunos. Preocupação essa que não se abalou após as equivocadas matérias publicadas sobre os livros literários.

O Governo de Rondônia está apurando a origem de um documento que ocasionou todo esse problema. Mas, há de se deixar claro que o suposto documento inserido no Sistema Eletrônico de Informação (SEI) será investigado. No entanto, no documento não há, sequer, a assinatura eletrônica do secretário da Educação, sendo, dessa forma, possível verificar que o documento também não foi expedido para as escolas ou colégios, como pontuaram algumas matérias jornalísticas publicadas.

Nesse sentido, o governo de Rondônia destaca que a gestão defende uma lógica coerente na grade curricular com o ensino condizente à idade dos alunos. A liberdade de acesso aos livros e a opção nas bibliotecas escolares são invioláveis, com a escolha e permissão dos pais e responsáveis. O Governo de Rondônia segue trabalhando com fé e honestidade para o desenvolvimento do Estado.

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