MPRO denuncia líder religioso por crimes sexuais contra mulheres

O investigado está preso desde o dia 15 deste mês

Fonte: Gerência de Comunicação Integrada (GCI) - Publicada em 29 de setembro de 2026 às 13:17

MPRO denuncia líder religioso por crimes sexuais contra mulheres

O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio da Promotoria de Justiça de Violência Doméstica da Capital, ofereceu à Justiça, nesta segunda-feira (28/9), denúncia contra um psicólogo e líder religioso investigado por crimes sexuais praticados contra mulheres que frequentavam o espaço religioso e também eram atendidas por ele em consultas profissionais. O investigado está preso desde o dia 15 deste mês.

Investigação

Segundo as apurações, o investigado teria se aproveitado da posição de liderança religiosa e da condição de psicólogo para praticar os crimes. Após o primeiro caso chegar ao conhecimento das autoridades, outras mulheres procuraram a Polícia Civil e o Ministério Público para relatar situações de abuso.

As declarações contribuíram para o avanço das investigações e para a adoção das medidas previstas no processo criminal.

Atendimento às vítimas

As mulheres também foram atendidas pelo Núcleo de Assistência às Vítimas (Navit), do MPRO. No local, receberam acolhimento, foram ouvidas e tiveram acesso a acompanhamento psicológico.

O atendimento busca oferecer suporte às vítimas durante o andamento do caso. As medidas adotadas pelo Ministério Público e pela Polícia Civil tiveram prosseguimento até a apresentação da denúncia à Justiça.

MPRO denuncia líder religioso por crimes sexuais contra mulheres

O investigado está preso desde o dia 15 deste mês

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)
Publicada em 29 de setembro de 2026 às 13:17
MPRO denuncia líder religioso por crimes sexuais contra mulheres

O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio da Promotoria de Justiça de Violência Doméstica da Capital, ofereceu à Justiça, nesta segunda-feira (28/9), denúncia contra um psicólogo e líder religioso investigado por crimes sexuais praticados contra mulheres que frequentavam o espaço religioso e também eram atendidas por ele em consultas profissionais. O investigado está preso desde o dia 15 deste mês.

Investigação

Segundo as apurações, o investigado teria se aproveitado da posição de liderança religiosa e da condição de psicólogo para praticar os crimes. Após o primeiro caso chegar ao conhecimento das autoridades, outras mulheres procuraram a Polícia Civil e o Ministério Público para relatar situações de abuso.

As declarações contribuíram para o avanço das investigações e para a adoção das medidas previstas no processo criminal.

Atendimento às vítimas

As mulheres também foram atendidas pelo Núcleo de Assistência às Vítimas (Navit), do MPRO. No local, receberam acolhimento, foram ouvidas e tiveram acesso a acompanhamento psicológico.

O atendimento busca oferecer suporte às vítimas durante o andamento do caso. As medidas adotadas pelo Ministério Público e pela Polícia Civil tiveram prosseguimento até a apresentação da denúncia à Justiça.

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