Mutirões de negociação é oportunidade para regularizar taxas de condomínios em atraso

Em tempos de crise econômica, manter o pagamento em dia da taxa condominial tem sido um desafio grande para boa parte dos condôminos brasileiros.

Fonte: Assessoria/Valorize
Publicada em 08 de setembro de 2018 às 11:21
Mutirões de negociação é oportunidade para regularizar taxas de condomínios em atraso

Em tempos de crise econômica, manter o pagamento em dia da taxa condominial tem sido um desafio grande para boa parte dos condôminos brasileiros. Em Rondônia não é diferente, e para amenizar essa situação, alguns condomínios têm realizado mutirões de negociação.

Foi o que aconteceu no último dia 25 no Condomínio Residencial Hortência, no Bairro Novo, em Porto Velho/RO, que possui 282 unidades. Segundo o síndico Isac de Paula Barbosa, a procura por soluções dos débitos aumentaram após a divulgação das negociações. “Foi muito bom. O condomínio fez sua parte em promover esta ação para os seus moradores, dando a oportunidade de regularizar as pendências”, ressaltou.

De acordo com a advogada Jéssika Lima, foram realizados oito atendimentos e somados quase R$ 10 mil em acordos, bem como foram firmados diversos pré-acordos. “A proposta foi de grande valia e fomentou a procura dos condôminos inadimplentes”.

A Valorize Administradora de Condomínios, que tem o Hortência como um de seus clientes, destacou a importância da ação e a relevância do pagamento em dia das taxas condominiais. “Deve-se honrar esse compromisso mensalmente para que o condomínio continue prestando a contrapartida em prol dos próprios moradores. Assim, esses mutirões são uma ótima oportunidade para buscar a adimplência”, evidenciou o diretor da Valorize, o advogado Gabriel Tomasete.

Consequências da inadimplência

Com as alterações promovidas no Novo Código de Processo Civil (CPC), que entrou em vigor em março de 2016, as cobranças de taxas condominiais tornaram-se mais céleres e efetivas. Isso porque o débito condominial passou a ser título executivo. “Ou seja, caso não haja pagamento, já haverá a penhora”, explicou Tomasete ao dizer que um processo que antes levava até anos, hoje geralmente dura poucos meses.

Segundo o diretor da Valorize, o processo judicial deve ser o último recurso. “O morador com débitos deve sempre ter a postura de procurar o síndico ou a administradora para sanar suas pendências. A conciliação é sempre a melhor saída”, finalizou.

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