Os mamateiros de plantão

Alguns mamateiros, depois de conseguirem um mandato, via de regra por processos pouco recomendáveis, não querem mais deixar a mesa dos banquetes oficiais, nem de matar a sede de vantagens ilícitas nas fontes dos cofres públicos

Fonte: Valdemir Caldas - Publicada em 03 de março de 2026 às 15:38

Os mamateiros de plantão

O mundo está passando por intensas mudanças e desafios. Como se não bastasse a inquietação social generalizada em todas as latitudes, uma nova guerra no Oriente Médio acende a angústia em todos os espíritos. Isso porque ninguém pode prevê as consequências que poderão advir para a humanidade de mais esse conflito. O momento é de reflexão e, principalmente, de voltar os nossos olhos para o alto e clamar pela misericórdia do Senhor no sentido de orientar os líderes das nações envolvidas no conflito.

Mais uma vez, políticos brasileiros vão na contramão da história, manifestando solidariedade ao Irã e condenando os ataques dos Estados Unidos contra o regime sanguinário dos aiatolás, responsável por centenas de mortes nos últimos dois meses de protestos contra a teocracia iraniana. Esse é o retrato de um país onde políticos se acostumaram a usar o mandato popular como instrumento de segregação, sempre prontos para defenderem ditaduras que promovem misérias e privações. E o pior é que muita gente acha isso a coisa mais natural do mundo.

Alguém já disse que “não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe”. Logo, a população brasileira vai acordar desse pesadelo. E, quando isso acontecer, sua primeira providencia é mandar às favas os políticos caricatos que se elegem prometendo servir ao povo, porém, uma vez encastelados no poder, passam a servir-se dele, fazendo da política carreira ou profissão rendosa. Alguns mamateiros, depois de conseguirem um mandato, via de regra por processos pouco recomendáveis, não querem mais deixar a mesa dos banquetes oficiais, nem de matar a sede de vantagens ilícitas nas fontes dos cofres públicos.

Os mamateiros de plantão

Alguns mamateiros, depois de conseguirem um mandato, via de regra por processos pouco recomendáveis, não querem mais deixar a mesa dos banquetes oficiais, nem de matar a sede de vantagens ilícitas nas fontes dos cofres públicos

Valdemir Caldas
Publicada em 03 de março de 2026 às 15:38
Os mamateiros de plantão

O mundo está passando por intensas mudanças e desafios. Como se não bastasse a inquietação social generalizada em todas as latitudes, uma nova guerra no Oriente Médio acende a angústia em todos os espíritos. Isso porque ninguém pode prevê as consequências que poderão advir para a humanidade de mais esse conflito. O momento é de reflexão e, principalmente, de voltar os nossos olhos para o alto e clamar pela misericórdia do Senhor no sentido de orientar os líderes das nações envolvidas no conflito.

Mais uma vez, políticos brasileiros vão na contramão da história, manifestando solidariedade ao Irã e condenando os ataques dos Estados Unidos contra o regime sanguinário dos aiatolás, responsável por centenas de mortes nos últimos dois meses de protestos contra a teocracia iraniana. Esse é o retrato de um país onde políticos se acostumaram a usar o mandato popular como instrumento de segregação, sempre prontos para defenderem ditaduras que promovem misérias e privações. E o pior é que muita gente acha isso a coisa mais natural do mundo.

Alguém já disse que “não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe”. Logo, a população brasileira vai acordar desse pesadelo. E, quando isso acontecer, sua primeira providencia é mandar às favas os políticos caricatos que se elegem prometendo servir ao povo, porém, uma vez encastelados no poder, passam a servir-se dele, fazendo da política carreira ou profissão rendosa. Alguns mamateiros, depois de conseguirem um mandato, via de regra por processos pouco recomendáveis, não querem mais deixar a mesa dos banquetes oficiais, nem de matar a sede de vantagens ilícitas nas fontes dos cofres públicos.

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