PPGs do Inpa apresentam resultados positivos

Os PPGs apresentaram a evolução do quadriênio 2021-2024 em relação ao anterior (2017-2021), com resultados que atenderam áreas estratégicas para o desenvolvimento da Amazônia Legal

Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA/Foto: Acervo Beatriz Teles - Publicada em 11 de abril de 2026 às 13:16

PPGs do Inpa apresentam resultados positivos

O projeto “Ações para o fortalecimento dos Programas de Pós-Graduação do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) em prol do avanço científico na Região Amazônica”, foi apresentado no encerramento do Seminário do Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação Amazônia Legal (Capes), na Universidade Federal de Rondônia (UNIR), em Porto Velho (RO). A atividade divulgou os principais ganhos dos três PPGs envolvidos: Clima e Ambiente (Cliamb) - em associação com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Ciências Biológicas (Botânica) e Agricultura no Trópico Úmido (ATU).

Os PPGs apresentaram a evolução do quadriênio 2021-2024 em relação ao anterior (2017-2021), com resultados que atenderam áreas estratégicas para o desenvolvimento da Amazônia Legal, envolvendo estudo da biodiversidade, do clima e do desenvolvimento agrícola sustentável, além do fortalecimento da produção científica, da formação discente e incentivos à internacionalização.

O coordenador do Programa de Pós-Graduação em Clima e Ambiente, Luiz Cândido, comentou os resultados obtidos no âmbito do projeto “Integração de Estratégias de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) na Consolidação da Modelagem Climática e Hidrológica na Amazônia e Ampliação da Formação de Pessoal em Clima e Ambiente”: foram 25 teses e 39 dissertações defendidas, com 66% das publicações em estratos A1/A2 (discentes e egressos) e mais de 120 citações em bases internacionais. 

 Além de passar de conceito 4 para 5 na avaliação da CAPES, o Cliamb obteve premiações nacionais (Prêmio Capes de Tese, 2021); fez cooperação científica com instituições de países como Alemanha, Holanda, Reino Unido, Estados Unidos, China, Colômbia, entre outros; acompanhou a mobilidade de estudantes (via Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior - PDSE, com dois editais ao ano) e incentivou a colaboração internacional em publicações.

“A participação do Inpa, por meio do Programa, reforça o compromisso institucional com a excelência na pesquisa na pós-graduação e na formação de recursos humanos qualificados e com os avanços alcançados na consolidação da modelagem climática e hidrológica na Amazônia”, reforça Luiz Cândido.

Para o coordenador Rogério Hanada, do PPG Agricultura no Trópico Úmido, o PDPG-AL/Capes foi fundamental para o fortalecimento do Programa, contribuindo para sua consolidação, que conseguiu aumentar o conceito Capes de 3 para 4 e implementar o curso de doutorado no ano de 2024. O PDPG-AL também possibilitou a ampliação da pesquisa participativa e da divulgação dos conhecimentos científicos e tecnológicos gerados por docentes e discentes do PPGATU junto a pequenos agricultores das cercanias de Manaus. Como resultado, houve melhoria na qualificação dos profissionais formados em Agricultura no Trópico Úmido, expansão do número de bolsas e incremento, tanto quantitativo quanto qualitativo, das publicações científicas.

O Programa de Pós-graduação em Ciências Biológicas (Botânica), coordenado por Charles Zartman, foi beneficiado com auxílio para investir em disciplinas integradas, o que proporcionou a capacitação de discentes e forneceu conhecimento dentro de unidades de conservação no estado do Amazonas, como Parna Anavilhanas, Parest Serra Aracá e Rebio Uatumã. À frente do projeto “Biodiversidade e conservação na Amazônia: ações estratégicas para consolidação de ensino, pesquisa e extensão em sistemática evolução”, o PPG manteve sua nota 4 e se mantém em termos de qualidade e formação de pesquisadores.

Com o balanço, fica comprovado que o plano proposto pelo “Ações para o fortalecimento dos Programas de Pós-Graduação Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) em prol do avanço científico na Região Amazônica” foi essencial e possibilitou que os PPGs se tornassem mais assertivos e consolidados, como mostrado no Seminário que aconteceu nos dias 18 e 19 de março, em Porto Velho (RO).

A pesquisadora do Inpa e coordenadora desse plano de ações, Beatriz Ronchi Teles, destaca que a atuação da equipe do Inpa no Seminário foi relevante, pois possibilitou a divulgação da evolução dos Programas de Pós-Graduação. Do mesmo modo, o evento favoreceu a troca de experiências e a interação com outros programas, de diferentes instituições da Amazônia Legal, fortalecendo redes de colaboração e ampliando perspectivas para futuras iniciativas conjuntas, conforme disse a pesquisadora.

“Foi uma oportunidade para ampliar a formação de recursos humanos de alto nível na Amazônia, fortalecer a produção científica, estimular a criação e consolidação de redes de cooperação entre os PPGs e contribuir para o equilíbrio regional da pós-graduação, especialmente por meio da fixação de pesquisadores altamente qualificados, viabilizada pelas bolsas de estágio pós-doutoral”, reafirmou Beatriz.

Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Clima e Ambiente, Luiz Cândido

Luiz Cândido / Foto: Acervo Beatriz Teles

Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Agricultura no Trópico Úmido, Rogério Hanada

Rogério Hanada / Foto: Acervo Beatriz Teles

Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas, Charles Zartman

Charles Zartman / Foto: Acervo Beatriz Teles

Pesquisadora e coordenadora Beatriz Teles

Beatriz Teles / Foto: Acervo Beatriz Teles

PPGs do Inpa apresentam resultados positivos

Os PPGs apresentaram a evolução do quadriênio 2021-2024 em relação ao anterior (2017-2021), com resultados que atenderam áreas estratégicas para o desenvolvimento da Amazônia Legal

Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA/Foto: Acervo Beatriz Teles
Publicada em 11 de abril de 2026 às 13:16
PPGs do Inpa apresentam resultados positivos

O projeto “Ações para o fortalecimento dos Programas de Pós-Graduação do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) em prol do avanço científico na Região Amazônica”, foi apresentado no encerramento do Seminário do Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação Amazônia Legal (Capes), na Universidade Federal de Rondônia (UNIR), em Porto Velho (RO). A atividade divulgou os principais ganhos dos três PPGs envolvidos: Clima e Ambiente (Cliamb) - em associação com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Ciências Biológicas (Botânica) e Agricultura no Trópico Úmido (ATU).

Os PPGs apresentaram a evolução do quadriênio 2021-2024 em relação ao anterior (2017-2021), com resultados que atenderam áreas estratégicas para o desenvolvimento da Amazônia Legal, envolvendo estudo da biodiversidade, do clima e do desenvolvimento agrícola sustentável, além do fortalecimento da produção científica, da formação discente e incentivos à internacionalização.

O coordenador do Programa de Pós-Graduação em Clima e Ambiente, Luiz Cândido, comentou os resultados obtidos no âmbito do projeto “Integração de Estratégias de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) na Consolidação da Modelagem Climática e Hidrológica na Amazônia e Ampliação da Formação de Pessoal em Clima e Ambiente”: foram 25 teses e 39 dissertações defendidas, com 66% das publicações em estratos A1/A2 (discentes e egressos) e mais de 120 citações em bases internacionais. 

 Além de passar de conceito 4 para 5 na avaliação da CAPES, o Cliamb obteve premiações nacionais (Prêmio Capes de Tese, 2021); fez cooperação científica com instituições de países como Alemanha, Holanda, Reino Unido, Estados Unidos, China, Colômbia, entre outros; acompanhou a mobilidade de estudantes (via Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior - PDSE, com dois editais ao ano) e incentivou a colaboração internacional em publicações.

“A participação do Inpa, por meio do Programa, reforça o compromisso institucional com a excelência na pesquisa na pós-graduação e na formação de recursos humanos qualificados e com os avanços alcançados na consolidação da modelagem climática e hidrológica na Amazônia”, reforça Luiz Cândido.

Para o coordenador Rogério Hanada, do PPG Agricultura no Trópico Úmido, o PDPG-AL/Capes foi fundamental para o fortalecimento do Programa, contribuindo para sua consolidação, que conseguiu aumentar o conceito Capes de 3 para 4 e implementar o curso de doutorado no ano de 2024. O PDPG-AL também possibilitou a ampliação da pesquisa participativa e da divulgação dos conhecimentos científicos e tecnológicos gerados por docentes e discentes do PPGATU junto a pequenos agricultores das cercanias de Manaus. Como resultado, houve melhoria na qualificação dos profissionais formados em Agricultura no Trópico Úmido, expansão do número de bolsas e incremento, tanto quantitativo quanto qualitativo, das publicações científicas.

O Programa de Pós-graduação em Ciências Biológicas (Botânica), coordenado por Charles Zartman, foi beneficiado com auxílio para investir em disciplinas integradas, o que proporcionou a capacitação de discentes e forneceu conhecimento dentro de unidades de conservação no estado do Amazonas, como Parna Anavilhanas, Parest Serra Aracá e Rebio Uatumã. À frente do projeto “Biodiversidade e conservação na Amazônia: ações estratégicas para consolidação de ensino, pesquisa e extensão em sistemática evolução”, o PPG manteve sua nota 4 e se mantém em termos de qualidade e formação de pesquisadores.

Com o balanço, fica comprovado que o plano proposto pelo “Ações para o fortalecimento dos Programas de Pós-Graduação Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) em prol do avanço científico na Região Amazônica” foi essencial e possibilitou que os PPGs se tornassem mais assertivos e consolidados, como mostrado no Seminário que aconteceu nos dias 18 e 19 de março, em Porto Velho (RO).

A pesquisadora do Inpa e coordenadora desse plano de ações, Beatriz Ronchi Teles, destaca que a atuação da equipe do Inpa no Seminário foi relevante, pois possibilitou a divulgação da evolução dos Programas de Pós-Graduação. Do mesmo modo, o evento favoreceu a troca de experiências e a interação com outros programas, de diferentes instituições da Amazônia Legal, fortalecendo redes de colaboração e ampliando perspectivas para futuras iniciativas conjuntas, conforme disse a pesquisadora.

“Foi uma oportunidade para ampliar a formação de recursos humanos de alto nível na Amazônia, fortalecer a produção científica, estimular a criação e consolidação de redes de cooperação entre os PPGs e contribuir para o equilíbrio regional da pós-graduação, especialmente por meio da fixação de pesquisadores altamente qualificados, viabilizada pelas bolsas de estágio pós-doutoral”, reafirmou Beatriz.

Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Clima e Ambiente, Luiz Cândido

Luiz Cândido / Foto: Acervo Beatriz Teles

Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Agricultura no Trópico Úmido, Rogério Hanada

Rogério Hanada / Foto: Acervo Beatriz Teles

Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas, Charles Zartman

Charles Zartman / Foto: Acervo Beatriz Teles

Pesquisadora e coordenadora Beatriz Teles

Beatriz Teles / Foto: Acervo Beatriz Teles

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