Prefeitura capacita famílias para o Serviço Família Acolhedora

Treinamento iniciou na terça-feira (8) e segue até sexta-feira (11)

Fonte: Texto: Adaides Batista/Fotos: Semias/Secretaria Municipal de Comunicação (Secom) - Publicada em 09 de setembro de 2026 às 17:41

Prefeitura capacita famílias para o Serviço Família Acolhedora

Capacitação prepara pessoas interessadas em acolher temporariamente crianças e adolescentes afastados da família por decisão judicial

A Prefeitura de Porto Velho, por meio do Departamento de Proteção Social Especial (DPSE), da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), iniciou, na terça-feira (8), no auditório do Sest/Senat, às 19h, a capacitação de famílias voluntárias para o Serviço Família Acolhedora. A programação continua nesta quarta-feira (9) e encerra na sexta-feira (11). Cinquenta e três famílias voluntárias se inscreveram e participam da capacitação para integrar o Serviço Família Acolhedora.

A capacitação para se tornar uma família acolhedora é um processo de preparação destinado a pessoas interessadas em acolher temporariamente crianças ou adolescentes em situação de vulnerabilidade social, afastados de suas famílias biológicas por decisão judicial.

Estiveram presentes na abertura da capacitação do Serviço Família Acolhedora o coordenador da Infância, Juventude e da Pessoa Idosa (CIJPI) do TJRO, desembargador Isaias Fonseca Moraes; o defensor público Daniel Mendes Carvalho, coordenador do Núcleo de Promoção e Defesa da Criança, do Adolescente, do Idoso e da Pessoa com Deficiência (Nueca IPCD) da DPE-RO; o secretário da Semias, Paulo Afonso; a secretária adjunta, Tércia Marília; a diretora de Proteção Social Especial, Poliana Miranda; e a diretora de Inclusão da Semias, Lidiane Silva.

Poliana Colares de Oliveira, moradora do bairro Socialista, tem 41 anos, é casada e tem duas filhas, uma de 25 e outra de 24 anos. É avó de quatro netos. Conheceu o Serviço Família Acolhedora por meio de um vídeo nas redes sociais com o prefeito Léo Moraes falando sobre o serviço. Também tem uma amiga que foi família acolhedora. Fez a inscrição e iniciou a capacitação cheia de entusiasmo para também se tornar uma família acolhedora.

“Realmente gosto de crianças. Além disso, por uma questão de solidariedade humana, resolvi ser Família Acolhedora. É um serviço de amor ao próximo”, disse Poliana Oliveira.

Paulo Afonso destacou a importância da capacitação para as famílias interessadas no Serviço Família Acolhedora

“O Família Acolhedora eu reputo como um dos principais serviços sociais que o município pode prestar para uma criança ou um adolescente. As crianças e adolescentes que estão acolhidos em instituições saem dessas unidades e são acolhidos por uma família, onde vão receber aconchego, carinho e amor numa convivência familiar. Os juízes aplicam a lei buscando sempre a proteção da criança e do adolescente, só que a lei é fria, ela não consegue dar um acolhimento, um abraço, o carinho que uma criança precisa e recebe num lar, com a referência de uma família. Para a criança, é um processo muito marcante de acolhimento e aceitação que a sociedade está dando para ela. Para mim, o Serviço Família Acolhedora é um dos basilares da assistência social do município”, afirmou o coordenador da Infância, Juventude e da Pessoa Idosa (CIJPI) do TJRO, desembargador Isaias Fonseca Moraes.

O secretário municipal de Inclusão e Assistência Social, Paulo Afonso, destacou a importância da capacitação para as famílias interessadas no Serviço Família Acolhedora, reforçando que a proteção de crianças e adolescentes é uma responsabilidade coletiva e prioridade da gestão. Também parabenizou a coordenadora Sefra Barros e toda a equipe do serviço pelo compromisso e dedicação na condução desse trabalho, dando as boas-vindas às famílias participantes e enfatizando que o acolhimento familiar representa amor, cuidado e pertencimento, sendo essencial para oferecer um lar e esperança a quem mais precisa.

“Obrigado por terem aceitado o nosso convite. Sintam-se acolhidos e abraçados. Em meu nome e em nome do prefeito Léo Moraes, agradeço a todos vocês que somam com o município nesse projeto”, disse o secretário.

Sefra Barros ressaltou a importância da participação das famílias para fortalecer a rede de proteção à infância e à adolescência

A coordenadora do Serviço Família Acolhedora e presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Sefra Barros, ressaltou a importância da participação das famílias para fortalecer a rede de proteção à infância e à adolescência.

“Cada família que se dispõe a acolher assume um compromisso de cuidado, proteção e afeto com uma criança ou adolescente que, naquele momento, precisa de um ambiente seguro. Esta capacitação é fundamental para preparar essas famílias e mostrar que o acolhimento é um ato de responsabilidade, solidariedade e amor, sempre respeitando a história e os direitos de cada criança.”

FAMÍLIA ACOLHEDORA

O Serviço Família Acolhedora é uma política pública de proteção à infância e adolescência que busca garantir um ambiente seguro, acolhedor e temporário para crianças e adolescentes afastados de suas famílias biológicas por situações como violência, negligência ou outras vulnerabilidades sociais.

Segundo o prefeito Léo Moraes, o fortalecimento do serviço representa um compromisso da gestão com o cuidado e a proteção da infância.

“Quando uma família abre as portas do seu lar para acolher uma criança, ela oferece mais do que abrigo: oferece amor, segurança e esperança. Nosso compromisso é fortalecer essa rede de cuidado e garantir todo o suporte necessário para essas famílias”, destacou o prefeito.

Diferentemente do acolhimento institucional, realizado em abrigos ou casas de acolhimento, o serviço possibilita que essas crianças sejam acolhidas em um ambiente familiar, com cuidados individualizados e convivência mais próxima e afetiva.

As famílias acolhedoras são voluntárias, cadastradas e capacitadas pelos órgãos de assistência social para receber temporariamente essas crianças e adolescentes, oferecendo cuidado e proteção até que a situação familiar seja resolvida ou seja definida uma alternativa permanente, como reintegração familiar ou adoção.

Mais informações estão disponíveis no site do serviço: familia-acolhedora.portovelho.ro.gov.br

Prefeitura capacita famílias para o Serviço Família Acolhedora

Treinamento iniciou na terça-feira (8) e segue até sexta-feira (11)

Texto: Adaides Batista/Fotos: Semias/Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Publicada em 09 de setembro de 2026 às 17:41
Prefeitura capacita famílias para o Serviço Família Acolhedora

Capacitação prepara pessoas interessadas em acolher temporariamente crianças e adolescentes afastados da família por decisão judicial

A Prefeitura de Porto Velho, por meio do Departamento de Proteção Social Especial (DPSE), da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), iniciou, na terça-feira (8), no auditório do Sest/Senat, às 19h, a capacitação de famílias voluntárias para o Serviço Família Acolhedora. A programação continua nesta quarta-feira (9) e encerra na sexta-feira (11). Cinquenta e três famílias voluntárias se inscreveram e participam da capacitação para integrar o Serviço Família Acolhedora.

A capacitação para se tornar uma família acolhedora é um processo de preparação destinado a pessoas interessadas em acolher temporariamente crianças ou adolescentes em situação de vulnerabilidade social, afastados de suas famílias biológicas por decisão judicial.

Estiveram presentes na abertura da capacitação do Serviço Família Acolhedora o coordenador da Infância, Juventude e da Pessoa Idosa (CIJPI) do TJRO, desembargador Isaias Fonseca Moraes; o defensor público Daniel Mendes Carvalho, coordenador do Núcleo de Promoção e Defesa da Criança, do Adolescente, do Idoso e da Pessoa com Deficiência (Nueca IPCD) da DPE-RO; o secretário da Semias, Paulo Afonso; a secretária adjunta, Tércia Marília; a diretora de Proteção Social Especial, Poliana Miranda; e a diretora de Inclusão da Semias, Lidiane Silva.

Poliana Colares de Oliveira, moradora do bairro Socialista, tem 41 anos, é casada e tem duas filhas, uma de 25 e outra de 24 anos. É avó de quatro netos. Conheceu o Serviço Família Acolhedora por meio de um vídeo nas redes sociais com o prefeito Léo Moraes falando sobre o serviço. Também tem uma amiga que foi família acolhedora. Fez a inscrição e iniciou a capacitação cheia de entusiasmo para também se tornar uma família acolhedora.

“Realmente gosto de crianças. Além disso, por uma questão de solidariedade humana, resolvi ser Família Acolhedora. É um serviço de amor ao próximo”, disse Poliana Oliveira.

Paulo Afonso destacou a importância da capacitação para as famílias interessadas no Serviço Família Acolhedora

“O Família Acolhedora eu reputo como um dos principais serviços sociais que o município pode prestar para uma criança ou um adolescente. As crianças e adolescentes que estão acolhidos em instituições saem dessas unidades e são acolhidos por uma família, onde vão receber aconchego, carinho e amor numa convivência familiar. Os juízes aplicam a lei buscando sempre a proteção da criança e do adolescente, só que a lei é fria, ela não consegue dar um acolhimento, um abraço, o carinho que uma criança precisa e recebe num lar, com a referência de uma família. Para a criança, é um processo muito marcante de acolhimento e aceitação que a sociedade está dando para ela. Para mim, o Serviço Família Acolhedora é um dos basilares da assistência social do município”, afirmou o coordenador da Infância, Juventude e da Pessoa Idosa (CIJPI) do TJRO, desembargador Isaias Fonseca Moraes.

O secretário municipal de Inclusão e Assistência Social, Paulo Afonso, destacou a importância da capacitação para as famílias interessadas no Serviço Família Acolhedora, reforçando que a proteção de crianças e adolescentes é uma responsabilidade coletiva e prioridade da gestão. Também parabenizou a coordenadora Sefra Barros e toda a equipe do serviço pelo compromisso e dedicação na condução desse trabalho, dando as boas-vindas às famílias participantes e enfatizando que o acolhimento familiar representa amor, cuidado e pertencimento, sendo essencial para oferecer um lar e esperança a quem mais precisa.

“Obrigado por terem aceitado o nosso convite. Sintam-se acolhidos e abraçados. Em meu nome e em nome do prefeito Léo Moraes, agradeço a todos vocês que somam com o município nesse projeto”, disse o secretário.

Sefra Barros ressaltou a importância da participação das famílias para fortalecer a rede de proteção à infância e à adolescência

A coordenadora do Serviço Família Acolhedora e presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Sefra Barros, ressaltou a importância da participação das famílias para fortalecer a rede de proteção à infância e à adolescência.

“Cada família que se dispõe a acolher assume um compromisso de cuidado, proteção e afeto com uma criança ou adolescente que, naquele momento, precisa de um ambiente seguro. Esta capacitação é fundamental para preparar essas famílias e mostrar que o acolhimento é um ato de responsabilidade, solidariedade e amor, sempre respeitando a história e os direitos de cada criança.”

FAMÍLIA ACOLHEDORA

O Serviço Família Acolhedora é uma política pública de proteção à infância e adolescência que busca garantir um ambiente seguro, acolhedor e temporário para crianças e adolescentes afastados de suas famílias biológicas por situações como violência, negligência ou outras vulnerabilidades sociais.

Segundo o prefeito Léo Moraes, o fortalecimento do serviço representa um compromisso da gestão com o cuidado e a proteção da infância.

“Quando uma família abre as portas do seu lar para acolher uma criança, ela oferece mais do que abrigo: oferece amor, segurança e esperança. Nosso compromisso é fortalecer essa rede de cuidado e garantir todo o suporte necessário para essas famílias”, destacou o prefeito.

Diferentemente do acolhimento institucional, realizado em abrigos ou casas de acolhimento, o serviço possibilita que essas crianças sejam acolhidas em um ambiente familiar, com cuidados individualizados e convivência mais próxima e afetiva.

As famílias acolhedoras são voluntárias, cadastradas e capacitadas pelos órgãos de assistência social para receber temporariamente essas crianças e adolescentes, oferecendo cuidado e proteção até que a situação familiar seja resolvida ou seja definida uma alternativa permanente, como reintegração familiar ou adoção.

Mais informações estão disponíveis no site do serviço: familia-acolhedora.portovelho.ro.gov.br

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