Sesau alerta sobre automedicação e importância do atendimento médico

O uso de medicamentos sem orientação profissional pode mascarar doenças, atrasar diagnósticos e agravar quadros clínicos

Fonte: Texto: Daiane Brito Fotos: Daiane Mendonça e Marcelo Gladson Secom - Governo de Rondônia - Publicada em 17 de abril de 2026 às 11:17

Sesau alerta sobre automedicação e importância do atendimento médico

O uso de medicamentos sem orientação profissional pode camuflar doenças, atrasar diagnósticos e agravar quadros clínicos

Diante dos riscos que a automedicação, prática comum na busca por alívio imediato, podem causar à saúde, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) faz um alerta à população. O uso de medicamentos sem orientação profissional pode mascarar doenças, atrasar diagnósticos e agravar quadros clínicos.

De acordo com a médica Bruna Angelis, da Policlínica Oswaldo Cruz (POC), ao tentar resolver um problema de forma imediata, o paciente pode acabar escondendo sinais importantes de uma doença. “Quando a pessoa utiliza medicação por conta própria, principalmente analgésicos, ela pode encobrir sintomas de algo mais grave. Isso pode atrasar o diagnóstico e o início do tratamento adequado”, explicou.

A médica destacou ainda que medicamentos usados para aliviar sintomas comuns podem ocultar sinais de doenças que precisam de investigação médica. Além disso, a automedicação pode representar riscos quando há interação com outros medicamentos, especialmente em pacientes que fazem tratamento contínuo.

Outro ponto de atenção são as dosagens. Segundo a especialista, elas são específicas para cada paciente e exigem ainda mais cuidado em casos com crianças e gestantes. “Cada organismo reage de uma forma. A dose que pode ser adequada para um adulto, por exemplo, pode ser perigosa para uma criança ou para uma gestante”, ressaltou.

ATENDIMENTO

Por isso, ao se deparar com sintomas persistentes ou dores intensas, a orientação é procurar atendimento em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Já para investigação de doenças e acompanhamento médico, o recomendado é buscar uma Unidade Básica de Saúde (UBS).

O titular da Sesau, Edilton Oliveira, frisou que a recomendação é não utilizar medicamentos sem prescrição e procurar sempre avaliação médica. “Estamos trabalhando para fortalecer a rede do Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo acesso e atendimento seguros, orientação adequada e cuidado contínuo junto à população.”

Sesau alerta sobre automedicação e importância do atendimento médico

O uso de medicamentos sem orientação profissional pode mascarar doenças, atrasar diagnósticos e agravar quadros clínicos

Texto: Daiane Brito Fotos: Daiane Mendonça e Marcelo Gladson Secom - Governo de Rondônia
Publicada em 17 de abril de 2026 às 11:17
Sesau alerta sobre automedicação e importância do atendimento médico

O uso de medicamentos sem orientação profissional pode camuflar doenças, atrasar diagnósticos e agravar quadros clínicos

Diante dos riscos que a automedicação, prática comum na busca por alívio imediato, podem causar à saúde, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) faz um alerta à população. O uso de medicamentos sem orientação profissional pode mascarar doenças, atrasar diagnósticos e agravar quadros clínicos.

De acordo com a médica Bruna Angelis, da Policlínica Oswaldo Cruz (POC), ao tentar resolver um problema de forma imediata, o paciente pode acabar escondendo sinais importantes de uma doença. “Quando a pessoa utiliza medicação por conta própria, principalmente analgésicos, ela pode encobrir sintomas de algo mais grave. Isso pode atrasar o diagnóstico e o início do tratamento adequado”, explicou.

A médica destacou ainda que medicamentos usados para aliviar sintomas comuns podem ocultar sinais de doenças que precisam de investigação médica. Além disso, a automedicação pode representar riscos quando há interação com outros medicamentos, especialmente em pacientes que fazem tratamento contínuo.

Outro ponto de atenção são as dosagens. Segundo a especialista, elas são específicas para cada paciente e exigem ainda mais cuidado em casos com crianças e gestantes. “Cada organismo reage de uma forma. A dose que pode ser adequada para um adulto, por exemplo, pode ser perigosa para uma criança ou para uma gestante”, ressaltou.

ATENDIMENTO

Por isso, ao se deparar com sintomas persistentes ou dores intensas, a orientação é procurar atendimento em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Já para investigação de doenças e acompanhamento médico, o recomendado é buscar uma Unidade Básica de Saúde (UBS).

O titular da Sesau, Edilton Oliveira, frisou que a recomendação é não utilizar medicamentos sem prescrição e procurar sempre avaliação médica. “Estamos trabalhando para fortalecer a rede do Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo acesso e atendimento seguros, orientação adequada e cuidado contínuo junto à população.”

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