Sindicato critica plano de carreira e chama de 'pacote do mal'

De acordo com o dirigente, embora o projeto tenha sido apresentado como uma medida de valorização, na prática resultou no aumento da carga horária de 40 para 44 horas semanais

Fonte: Rota Mamoré - Publicada em 23 de abril de 2026 às 16:24

Sindicato critica plano de carreira e chama de 'pacote do mal'

O presidente do Sindicato dos Servidores de Nova Mamoré (SINDINOVA), Isaac Ribeiro, fez duras críticas ao novo plano de carreira aprovado pela prefeitura, classificando o conjunto de leis como um verdadeiro “pacote do mal”, por, segundo ele, prejudicar diretamente os trabalhadores.

De acordo com o dirigente, embora o projeto tenha sido apresentado como uma medida de valorização, na prática resultou no aumento da carga horária de 40 para 44 horas semanais. Ele também destaca a ampliação do número de plantões na área da saúde, o que, em sua avaliação, impacta negativamente a qualidade de vida dos servidores.

Outro ponto fortemente criticado é a retirada de profissionais das áreas de educação e saúde, com transferências para funções administrativas. Para o sindicato, essa mudança representa perda de direitos, descaracterização da identidade profissional e insegurança na trajetória de carreira. Isaac Ribeiro também aponta riscos de insegurança jurídica, possível desvalorização salarial na prática e aumento da pressão sobre os trabalhadores, além da expansão de cargos comissionados.

Entre os servidores, surgem ainda questionamentos importantes: serão mantidos os direitos específicos de quem atuava na educação e na saúde, agora lotados na administração? Benefícios como adicionais de insalubridade e periculosidade, além de gratificações quando devidas, geram dúvidas. Segundo o sindicato, cada setor possui particularidades que precisam ser respeitadas, e a ausência de clareza sobre esses pontos aumenta a insegurança da categoria.

A insatisfação já começa a se refletir no dia a dia. Em um vídeo que circula nas redes sociais, uma merendeira da rede municipal chora e relata indignação após ser retirada da área da educação, afirmando sentir-se desvalorizada e sem compreender os motivos da mudança, mesmo após anos de atuação nas escolas.

Diante desse cenário, o sindicato afirma que cresce o clima de revolta e insegurança entre os servidores e cobra da gestão municipal a revisão das medidas adotadas.

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Sindicato critica plano de carreira e chama de 'pacote do mal'

De acordo com o dirigente, embora o projeto tenha sido apresentado como uma medida de valorização, na prática resultou no aumento da carga horária de 40 para 44 horas semanais

Rota Mamoré
Publicada em 23 de abril de 2026 às 16:24
Sindicato critica plano de carreira e chama de 'pacote do mal'

O presidente do Sindicato dos Servidores de Nova Mamoré (SINDINOVA), Isaac Ribeiro, fez duras críticas ao novo plano de carreira aprovado pela prefeitura, classificando o conjunto de leis como um verdadeiro “pacote do mal”, por, segundo ele, prejudicar diretamente os trabalhadores.

De acordo com o dirigente, embora o projeto tenha sido apresentado como uma medida de valorização, na prática resultou no aumento da carga horária de 40 para 44 horas semanais. Ele também destaca a ampliação do número de plantões na área da saúde, o que, em sua avaliação, impacta negativamente a qualidade de vida dos servidores.

Outro ponto fortemente criticado é a retirada de profissionais das áreas de educação e saúde, com transferências para funções administrativas. Para o sindicato, essa mudança representa perda de direitos, descaracterização da identidade profissional e insegurança na trajetória de carreira. Isaac Ribeiro também aponta riscos de insegurança jurídica, possível desvalorização salarial na prática e aumento da pressão sobre os trabalhadores, além da expansão de cargos comissionados.

Entre os servidores, surgem ainda questionamentos importantes: serão mantidos os direitos específicos de quem atuava na educação e na saúde, agora lotados na administração? Benefícios como adicionais de insalubridade e periculosidade, além de gratificações quando devidas, geram dúvidas. Segundo o sindicato, cada setor possui particularidades que precisam ser respeitadas, e a ausência de clareza sobre esses pontos aumenta a insegurança da categoria.

A insatisfação já começa a se refletir no dia a dia. Em um vídeo que circula nas redes sociais, uma merendeira da rede municipal chora e relata indignação após ser retirada da área da educação, afirmando sentir-se desvalorizada e sem compreender os motivos da mudança, mesmo após anos de atuação nas escolas.

Diante desse cenário, o sindicato afirma que cresce o clima de revolta e insegurança entre os servidores e cobra da gestão municipal a revisão das medidas adotadas.

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