TJRO apresenta projeto de sucesso em evento nacional de Justiça

A campanha de comunicação institucional mobilizou a sociedade e triplicou o número de famílias acolhedoras na capital de Rondônia

Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional - Publicada em 06 de novembro de 2026 às 20:22

TJRO apresenta projeto de sucesso em evento nacional de Justiça

Cinco dias numa unidade de acolhimento de crianças e adolescentes afastados do convívio familiar foram necessários para embasar a campanha de comunicação institucional do Tribunal de Justiça de Rondônia. O case de sucesso do TJRO, “Família Acolhedora:  o acolhimento é temporário, mas o amor é para sempre”, foi um dos 20 selecionados para serem apresentados nesta sexta-feira (6), no III Workshop de Cases de Comunicação do Sistema de Justiça, realizado em Salvador. 

​O evento nacional reuniu comunicadores e gestores do Judiciário de todo o país para compartilhar experiências e estratégias inovadoras em comunicação pública. A jornalista Ana Kezia Gomes apresentou a prática de Rondônia, desenvolvida pela Coordenadoria de Comunicação Social (CCOM) do TJRO e abordou o desafio de sensibilizar a população sobre o acolhimento familiar — uma alternativa protetiva e humanizada que garante afeto, atenção individualizada e convivência comunitária em um lar temporário enquanto a situação da criança ou do adolescente é reavaliada.

Imersão na casa de acolhimento 

A vivência humanizada no campo serviu de base para a construção da campanha e ajudou a divulgar o Serviço de Acolhimento Familiar do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia (TJRO)

​A jornalista responsável pela campanha, Ana Carolina Gouveia, conta que, antes da ação comunicacional, a adesão da sociedade e o número de famílias cadastradas no programa em diversos municípios do Estado eram muito baixos. A imersão jornalística permitiu traduzir dores, anseios e rotinas reais em mensagens empáticas e acessíveis, focadas em combater preconceitos e esclarecer que a guarda temporária não se confunde com a adoção definitiva.

​Com base nessa experiência, a CCOM produziu um vídeo institucional com forte apelo humanizado, veiculado nos canais oficiais e impulsionado nas redes sociais e veículos de imprensa. A estratégia gerou grande mobilização social e resultou no aumento expressivo da procura por informações e novos cadastros junto às varas da infância e juventude e equipes multidisciplinares.

O que é Família Acolhedora 

Uma das principais características do Serviço Família Acolhedora é a temporariedade. Diferentemente da adoção, que estabelece um vínculo definitivo entre a criança e a nova família, o acolhimento oferece cuidado e proteção durante um certo período.

O objetivo é garantir que crianças e adolescentes afastados temporariamente de suas famílias tenham direito à convivência familiar e comunitária.

A Corregedoria Geral da Justiça (CGJ) apoia e fiscaliza o Serviço Família Acolhedora. Em Porto Velho, atualmente, 20 crianças são atendidas pela iniciativa, e em Ji-Paraná, oito. Outros municípios, como Ariquemes, também avançam para a implantação do serviço. 

Assista ao documentário O Acolhimento é Temporário mas o amor é para sempre

Veja mais

Família acolhedora: voluntária em Rondônia já cuidou de quatro crianças até a adoção

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Assessoria de Comunicação Institucional
Publicada em 06 de novembro de 2026 às 20:22
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Cinco dias numa unidade de acolhimento de crianças e adolescentes afastados do convívio familiar foram necessários para embasar a campanha de comunicação institucional do Tribunal de Justiça de Rondônia. O case de sucesso do TJRO, “Família Acolhedora:  o acolhimento é temporário, mas o amor é para sempre”, foi um dos 20 selecionados para serem apresentados nesta sexta-feira (6), no III Workshop de Cases de Comunicação do Sistema de Justiça, realizado em Salvador. 

​O evento nacional reuniu comunicadores e gestores do Judiciário de todo o país para compartilhar experiências e estratégias inovadoras em comunicação pública. A jornalista Ana Kezia Gomes apresentou a prática de Rondônia, desenvolvida pela Coordenadoria de Comunicação Social (CCOM) do TJRO e abordou o desafio de sensibilizar a população sobre o acolhimento familiar — uma alternativa protetiva e humanizada que garante afeto, atenção individualizada e convivência comunitária em um lar temporário enquanto a situação da criança ou do adolescente é reavaliada.

Imersão na casa de acolhimento 

A vivência humanizada no campo serviu de base para a construção da campanha e ajudou a divulgar o Serviço de Acolhimento Familiar do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia (TJRO)

​A jornalista responsável pela campanha, Ana Carolina Gouveia, conta que, antes da ação comunicacional, a adesão da sociedade e o número de famílias cadastradas no programa em diversos municípios do Estado eram muito baixos. A imersão jornalística permitiu traduzir dores, anseios e rotinas reais em mensagens empáticas e acessíveis, focadas em combater preconceitos e esclarecer que a guarda temporária não se confunde com a adoção definitiva.

​Com base nessa experiência, a CCOM produziu um vídeo institucional com forte apelo humanizado, veiculado nos canais oficiais e impulsionado nas redes sociais e veículos de imprensa. A estratégia gerou grande mobilização social e resultou no aumento expressivo da procura por informações e novos cadastros junto às varas da infância e juventude e equipes multidisciplinares.

O que é Família Acolhedora 

Uma das principais características do Serviço Família Acolhedora é a temporariedade. Diferentemente da adoção, que estabelece um vínculo definitivo entre a criança e a nova família, o acolhimento oferece cuidado e proteção durante um certo período.

O objetivo é garantir que crianças e adolescentes afastados temporariamente de suas famílias tenham direito à convivência familiar e comunitária.

A Corregedoria Geral da Justiça (CGJ) apoia e fiscaliza o Serviço Família Acolhedora. Em Porto Velho, atualmente, 20 crianças são atendidas pela iniciativa, e em Ji-Paraná, oito. Outros municípios, como Ariquemes, também avançam para a implantação do serviço. 

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