Veritá é alvo de críticas por divergência de dados
As incongruências na pesquisa Veritá, que já acertou uma ou outra vez em Rondônia, repercutiram em todas as rodas de conversa do mundo político nos últimos dias
A Pesquisa Veritá está dando o que falar. Os números são complicados, não fecham nos 100 por cento; têm critérios estranhos e percentuais que deixam qualquer um perdido. Num dos quesitos, Marcos Rogério tem 46 por cento numa pesquisa sem nomes, mas quando ela é estimulada, com os nomes, quando, normalmente ele subiria, aí cai quatro pontos, ficando com 42.

Outra questão: Adailton Fúria tem 32 por cento na pesquisa espontânea, mas quando ela é estimulada, cai para 22 por cento. Mas, no mesmo critério, Hildon Chaves, na espontânea tem apenas 11 pontos, enquanto na estimulada salta para um empate praticamente igual com Fúria. Como entender que dois caem e um sobe, duplicando as intenções de votos, no mesmo tipo de pergunta?
Há ainda grandes problemas em relação à proporcionalidade. Porto Velho, por exemplo, tem cerca de 30 por cento do eleitorado. Mas a participação da Capital no total da pesquisa ultrapassou os 40 por cento. Foram ouvidos menos eleitores em Ji-Paraná do que em Cacoal e Ariquemes, cidades com número de eleitores menor do que a segunda maior comunidade do Estado.
O levantamento, registrado no TRE sob o número 02673/2026, ouviu 1.220 eleitores no Estado e tem nível de confiança de 95 por cento, segundo o Veritá.
As incongruências na pesquisa Veritá, que já acertou uma ou outra vez em Rondônia, repercutiram em todas as rodas de conversa do mundo político nos últimos dias. Há muitas dúvidas e mesmo que a pesquisa seja um retrato do momento, esta ficou longe de informações mais seguras. Quem sabe na próxima...
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