A VIDA É ASSIM MESMO

Para mim, a vida é uma corrida, sem ponto final, e sem bandeiradas. De horizonte inatingível

Fonte: Juarez Alvarenga - Publicada em 16 de abril de 2026 às 18:12

No jogo de xadrez, para analisar a vida, sai na frente, quem mais perdeu do que ganhou. A derrota é uma lição difícil, porém uma enciclopédia de conhecimentos.

Seu aprendizado é da altura do céu. Têm dias de firmamentos estrelados, assim como os dias de nuvens escuras. Aproveitar a claridade, proporcionada pelos astros, tornará visível o tesouro valioso dos momentos gratificantes. Enxergar, dentro das nuvens escuras, as soluções nos faz flutuar, serenamente, na certeza que ela irá dispersar.

Na vida, não tem a palavra definitivo. Suas partes são variáveis. Mas, existe seres humanos, que procuram permanecer no restrito círculo de suas atrocidades íntimas. São incapazes de libertarem deste labirinto. Fixa como raiz, em terra firme. Desprotegido da sutileza vivencial, enfrenta o mar sem proteção, contra as possíveis tempestades. Escuta os trovões, sem preparar a cobertura capaz de amenizar os naturais enfurecimentos, provocados pela ebulição existencial.

Em nossa dialética vivencial, proporcionado pelo contrário, é sintetizado pelo lucro na contabilidade final.

Viver, é perceber que as cinco horas da manhã, os primeiros ônibus metropolitanos, começam a trafegar carregando os homens anestesiados e acordando a cidade, para mais um dia de labuta. Mas, em compensação, existe a doce volta, para o lar de quem soube transformar adversidades em vitórias.

Se os dias são dos generais, existenciais daqueles dominam a racionalidade, as noites são de todos. E, nesta parte noturna, devemos arquitetar as estratégias diurnas, com a voracidade de um touro, partindo em direção ao toureiro. E, nesta arena animal, domar nosso íntimo dos impulsos arrasadores, provenientes de nossas inquietações vivenciais.

Compreender, que o novo dia, é original e bem fresquinho, que nos enriquece com a fortuna do otimismo. Amanhecemos sem saber do conteúdo do nosso dia novo. E, sua a incerteza, nos dá certeza do que deve prevalecer, sempre é a vontade de vencer.

Se um dia atingimos o alvo outro  não,  importa. O importante, é termos balas todos os dias. E sua fabricação, está armazenada em nosso próprio íntimo. E, o treinamento rotineiro nos tornará peritos verdadeiros.

Para mim, a vida é uma corrida, sem ponto final, e sem bandeiradas. De horizonte inatingível. Cabe a nós, aproximarmos deste horizonte, sem nunca chegar. Os parasitários vão perder a magia da existência, e, nós que caminhamos, sem fim, teremos sempre a sensação do que inatingível está ao nosso alcance.

E, esta sensação, nos levará a nossa vitória íntima, onde a busca do inatingível, nos indicará o que atingiremos a distâncias quilométricas, justificando a razão de ter nascido.

JUAREZ ALVARENGA

ADVOGADO E ESCRITOR

R: ANTÔNIO B. FIGUEIREDO, 29

COQUEIRAL   MG

CEP: 37235 000

FONE: 35 991769329

E MAIL: [email protected]

A VIDA É ASSIM MESMO

Para mim, a vida é uma corrida, sem ponto final, e sem bandeiradas. De horizonte inatingível

Juarez Alvarenga
Publicada em 16 de abril de 2026 às 18:12

No jogo de xadrez, para analisar a vida, sai na frente, quem mais perdeu do que ganhou. A derrota é uma lição difícil, porém uma enciclopédia de conhecimentos.

Seu aprendizado é da altura do céu. Têm dias de firmamentos estrelados, assim como os dias de nuvens escuras. Aproveitar a claridade, proporcionada pelos astros, tornará visível o tesouro valioso dos momentos gratificantes. Enxergar, dentro das nuvens escuras, as soluções nos faz flutuar, serenamente, na certeza que ela irá dispersar.

Na vida, não tem a palavra definitivo. Suas partes são variáveis. Mas, existe seres humanos, que procuram permanecer no restrito círculo de suas atrocidades íntimas. São incapazes de libertarem deste labirinto. Fixa como raiz, em terra firme. Desprotegido da sutileza vivencial, enfrenta o mar sem proteção, contra as possíveis tempestades. Escuta os trovões, sem preparar a cobertura capaz de amenizar os naturais enfurecimentos, provocados pela ebulição existencial.

Em nossa dialética vivencial, proporcionado pelo contrário, é sintetizado pelo lucro na contabilidade final.

Viver, é perceber que as cinco horas da manhã, os primeiros ônibus metropolitanos, começam a trafegar carregando os homens anestesiados e acordando a cidade, para mais um dia de labuta. Mas, em compensação, existe a doce volta, para o lar de quem soube transformar adversidades em vitórias.

Se os dias são dos generais, existenciais daqueles dominam a racionalidade, as noites são de todos. E, nesta parte noturna, devemos arquitetar as estratégias diurnas, com a voracidade de um touro, partindo em direção ao toureiro. E, nesta arena animal, domar nosso íntimo dos impulsos arrasadores, provenientes de nossas inquietações vivenciais.

Compreender, que o novo dia, é original e bem fresquinho, que nos enriquece com a fortuna do otimismo. Amanhecemos sem saber do conteúdo do nosso dia novo. E, sua a incerteza, nos dá certeza do que deve prevalecer, sempre é a vontade de vencer.

Se um dia atingimos o alvo outro  não,  importa. O importante, é termos balas todos os dias. E sua fabricação, está armazenada em nosso próprio íntimo. E, o treinamento rotineiro nos tornará peritos verdadeiros.

Para mim, a vida é uma corrida, sem ponto final, e sem bandeiradas. De horizonte inatingível. Cabe a nós, aproximarmos deste horizonte, sem nunca chegar. Os parasitários vão perder a magia da existência, e, nós que caminhamos, sem fim, teremos sempre a sensação do que inatingível está ao nosso alcance.

E, esta sensação, nos levará a nossa vitória íntima, onde a busca do inatingível, nos indicará o que atingiremos a distâncias quilométricas, justificando a razão de ter nascido.

JUAREZ ALVARENGA

ADVOGADO E ESCRITOR

R: ANTÔNIO B. FIGUEIREDO, 29

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