Metade dos pré-candidatos ao Senado tem chances reais

Se Confúcio não concorrer mesmo, com chances reais aparecem Fernando Máximo, Sílvia Cristina, Acir Gurgacz, Mariana Carvalho, Bruno Scheid e, por fim, o deputado Delegado Camargo (que ainda pode entrar na disputa pelo Governo)

Fonte: Sérgio Pires - Publicada em 15 de abril de 2026 às 18:22

A disputa pelas cadeiras do Senado em Rondônia já tem pelo menos 12 nomes, caso se inclua o nome de Confúcio Moura. Claro que tudo pode mudar até as convenções, mas se não houver uma daquelas surpresas que as urnas sempre trazem, no fim das eleições, pelo menos metade deste grupo tem chances reais de chegar lá. Outros só por milagre. Dos 12, a única dúvida ainda é Confúcio Moura, que, tudo indica, desta vez vai cair fora da disputa.

Se Confúcio não concorrer mesmo, com chances reais aparecem Fernando Máximo, Sílvia Cristina, Acir Gurgacz, Mariana Carvalho, Bruno Scheid e, por fim, o deputado Delegado Camargo (que ainda pode entrar na disputa pelo Governo). Não necessariamente nessa ordem. Isso, claro, se der a lógica, até porque tem eleição semelhante ao futebol: tudo pode mudar no último minuto e nem sempre vence quem é apontado como o vencedor óbvio.

Num bloco intermediário, pode-se colocar candidaturas fortes como as de Amir Lando e Luís Fernando da Sefin, um por seu histórico, outro por competência profissional, mas também por ser o candidato do governo Marcos Rocha. Luís Fernando foi escolhido a dedo pelo próprio Governador, para disputar a cadeira que ele, Rocha, estava com chances reais de ocupar.

Também por óbvio (mas lembremo-nos: sempre pode haver surpresas) as duas candidatas da esquerda, Luciana Oliveira e Neidinha Suruí, esta com grande apoio das ONGs internacionais que dominam a Amazônia, têm chances menores. As têm também, em pouquíssimo percentual, Ayres Mota, do Partido Verde.

Quem entre todos que se apresentaram até agora têm mais chances chegará lá? Haverá alguma surpresa? Isso nem os mais competentes futurólogos teriam condições de responder. Aliás, quem vai atrás de previsões de bolas de cristal, sempre acaba errando feio em resultado de eleições.

Metade dos pré-candidatos ao Senado tem chances reais

Se Confúcio não concorrer mesmo, com chances reais aparecem Fernando Máximo, Sílvia Cristina, Acir Gurgacz, Mariana Carvalho, Bruno Scheid e, por fim, o deputado Delegado Camargo (que ainda pode entrar na disputa pelo Governo)

Sérgio Pires
Publicada em 15 de abril de 2026 às 18:22

A disputa pelas cadeiras do Senado em Rondônia já tem pelo menos 12 nomes, caso se inclua o nome de Confúcio Moura. Claro que tudo pode mudar até as convenções, mas se não houver uma daquelas surpresas que as urnas sempre trazem, no fim das eleições, pelo menos metade deste grupo tem chances reais de chegar lá. Outros só por milagre. Dos 12, a única dúvida ainda é Confúcio Moura, que, tudo indica, desta vez vai cair fora da disputa.

Se Confúcio não concorrer mesmo, com chances reais aparecem Fernando Máximo, Sílvia Cristina, Acir Gurgacz, Mariana Carvalho, Bruno Scheid e, por fim, o deputado Delegado Camargo (que ainda pode entrar na disputa pelo Governo). Não necessariamente nessa ordem. Isso, claro, se der a lógica, até porque tem eleição semelhante ao futebol: tudo pode mudar no último minuto e nem sempre vence quem é apontado como o vencedor óbvio.

Num bloco intermediário, pode-se colocar candidaturas fortes como as de Amir Lando e Luís Fernando da Sefin, um por seu histórico, outro por competência profissional, mas também por ser o candidato do governo Marcos Rocha. Luís Fernando foi escolhido a dedo pelo próprio Governador, para disputar a cadeira que ele, Rocha, estava com chances reais de ocupar.

Também por óbvio (mas lembremo-nos: sempre pode haver surpresas) as duas candidatas da esquerda, Luciana Oliveira e Neidinha Suruí, esta com grande apoio das ONGs internacionais que dominam a Amazônia, têm chances menores. As têm também, em pouquíssimo percentual, Ayres Mota, do Partido Verde.

Quem entre todos que se apresentaram até agora têm mais chances chegará lá? Haverá alguma surpresa? Isso nem os mais competentes futurólogos teriam condições de responder. Aliás, quem vai atrás de previsões de bolas de cristal, sempre acaba errando feio em resultado de eleições.

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