Prefeitura atende 300 mulheres vítimas de violência doméstica

Atuação conta com parceria da Casa Abrigo para proteção de mulheres em situação de risco iminente

Fonte: Texto: Augusto Soares/CRAM Foto: Leandro Morais - Publicada em 22 de janeiro de 2026 às 17:25

Prefeitura atende 300 mulheres vítimas de violência doméstica

CRAM desenvolve campanhas de informação e conscientização

Quase 300 mulheres vítimas de violência doméstica foram acolhidas e receberam acompanhamento especializado por equipes multiprofissionais do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), equipamento da Prefeitura de Porto Velho vinculado à Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias).

De acordo com a diretora do CRAM, Elesandra Lopes, o atendimento é realizado de forma integrada com outros serviços da política de assistência social do município. Entre eles, a Casa Abrigo, responsável pelo acolhimento provisório de mulheres em situação de risco iminente de morte, garantindo proteção, sigilo e segurança às vítimas. “Porto Velho enfrenta um cenário preocupante de violência doméstica e feminicídio. Rondônia está entre os estados com índices elevados, o que exige ações permanentes de prevenção, proteção e fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres, conforme orientação do prefeito Léo Moraes”.

Além do acolhimento, o CRAM desenvolve campanhas de informação e conscientização, considerando que muitas mulheres ainda enfrentam dificuldades para denunciar as violências sofridas.

Segundo Elesandra Lopes, um dos principais desafios é alcançar mulheres que vivem em distritos e regiões mais afastadas da capital, onde fatores culturais, geográficos e sociais dificultam o acesso à rede de proteção e a formalização das denúncias.

Ela acrescenta que o trabalho também busca promover condições mínimas de autonomia financeira, contribuindo para que essas mulheres reorganizem suas vidas e rompam o vínculo de dependência com o agressor, iniciando um novo ciclo com mais segurança.

ATENDIMENTOS

- 90 mulheres em acompanhamento ativo;
- 126 mulheres inseridas no Programa Mulher Protegida;
- 75 mulheres aguardando acompanhamento, devido à insuficiência de profissionais para absorver toda a demanda.
Total: 291 atendimentos

A Prefeitura de Porto Velho, por meio do CRAM, reafirma o compromisso com a defesa dos direitos das mulheres, o enfrentamento à violência de gênero e a promoção de uma sociedade mais justa e segura.

Prefeitura atende 300 mulheres vítimas de violência doméstica

Atuação conta com parceria da Casa Abrigo para proteção de mulheres em situação de risco iminente

Texto: Augusto Soares/CRAM Foto: Leandro Morais
Publicada em 22 de janeiro de 2026 às 17:25
Prefeitura atende 300 mulheres vítimas de violência doméstica

CRAM desenvolve campanhas de informação e conscientização

Quase 300 mulheres vítimas de violência doméstica foram acolhidas e receberam acompanhamento especializado por equipes multiprofissionais do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), equipamento da Prefeitura de Porto Velho vinculado à Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias).

De acordo com a diretora do CRAM, Elesandra Lopes, o atendimento é realizado de forma integrada com outros serviços da política de assistência social do município. Entre eles, a Casa Abrigo, responsável pelo acolhimento provisório de mulheres em situação de risco iminente de morte, garantindo proteção, sigilo e segurança às vítimas. “Porto Velho enfrenta um cenário preocupante de violência doméstica e feminicídio. Rondônia está entre os estados com índices elevados, o que exige ações permanentes de prevenção, proteção e fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres, conforme orientação do prefeito Léo Moraes”.

Além do acolhimento, o CRAM desenvolve campanhas de informação e conscientização, considerando que muitas mulheres ainda enfrentam dificuldades para denunciar as violências sofridas.

Segundo Elesandra Lopes, um dos principais desafios é alcançar mulheres que vivem em distritos e regiões mais afastadas da capital, onde fatores culturais, geográficos e sociais dificultam o acesso à rede de proteção e a formalização das denúncias.

Ela acrescenta que o trabalho também busca promover condições mínimas de autonomia financeira, contribuindo para que essas mulheres reorganizem suas vidas e rompam o vínculo de dependência com o agressor, iniciando um novo ciclo com mais segurança.

ATENDIMENTOS

- 90 mulheres em acompanhamento ativo;
- 126 mulheres inseridas no Programa Mulher Protegida;
- 75 mulheres aguardando acompanhamento, devido à insuficiência de profissionais para absorver toda a demanda.
Total: 291 atendimentos

A Prefeitura de Porto Velho, por meio do CRAM, reafirma o compromisso com a defesa dos direitos das mulheres, o enfrentamento à violência de gênero e a promoção de uma sociedade mais justa e segura.

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