Porto Velho amplia formação em educação especial

Medida fortalece a educação inclusiva com formação prática, apoio técnico e qualificação da rede municipal de ensino

Fonte: Texto: Semias. Edição: Semias Foto: Secom/Semias - Publicada em 07 de julho de 2026 às 18:56

Porto Velho amplia formação em educação especial

Proposta representa um avanço importante na qualificação da rede municipal de ensino

A Prefeitura de Porto Velho conseguiu aprovação da Câmara Municipal do projeto de lei complementar de autoria do Executivo que cria a Residência Acadêmica em Educação Especial Inclusiva. Uma iniciativa que integra as ações do Sistema Municipal de Educação Inclusiva — SMEI na cidade.

A proposta representa um avanço importante na qualificação da rede municipal de ensino, fortalecendo o apoio aos estudantes, público da educação especial e contribui para a construção de uma escola mais preparada, acessível e inclusiva.

A Residência Acadêmica tem como objetivo aproximar estudantes em formação da realidade das escolas municipais, promovendo vivência prática, acompanhamento técnico e atuação supervisionada junto às equipes escolares.

A medida busca ampliar a capacidade de apoio da rede, melhorar as práticas pedagógicas inclusivas e contribuir para a permanência, participação e aprendizagem dos estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades, superdotação e demais necessidades educacionais específicas.

De acordo com o secretário municipal de educação, Giordani Lima, a aprovação é um compromisso da gestão com uma rede de ensino mais qualificada e preparada para responder às necessidades dos estudantes.

Para Giordani Lima, a aprovação é um compromisso da gestão com uma rede de ensino mais qualificada 

“A Residência Acadêmica em Educação Especial Inclusiva é uma estratégia importante para fortalecer o trabalho das nossas escolas. Estamos falando de formação, acompanhamento e apoio técnico para que a inclusão aconteça no cotidiano da sala de aula, com mais segurança para os profissionais e mais oportunidades de aprendizagem para os estudantes”, lembrou Giordani.

A secretária adjunta de Inclusão e Assistência Social, Tércia Marília, disse que a iniciativa faz parte de uma política estruturante, construída para consolidar o SMEI como um sistema permanente de apoio à educação inclusiva no município.

“Esse projeto não é uma ação isolada. Ele faz parte de um desenho maior, que é o Sistema Municipal de Educação Inclusiva. A residência vem para qualificar o serviço da rede, aproximar a formação acadêmica da realidade das escolas e garantir que os estudantes, público da educação especial tenham apoio, planejamento individualizado e condições reais de participação e aprendizagem”.

O prefeito Léo Moraes falou que a aprovação do projeto representa mais um passo da gestão municipal na construção de políticas públicas permanentes e voltadas à garantia de direitos.

Léo Moraes afirmou que o projeto fortalece as políticas públicas permanentes de garantia de direitos

“Porto Velho está avançando com responsabilidade na educação inclusiva. Queremos uma rede que acolha, ensine e garanta oportunidades para todas as crianças. A criação da Residência Acadêmica é uma medida concreta para fortalecer nossas escolas, apoiar nossos profissionais e cuidar melhor dos nossos estudantes”.

“Essa é mais uma política pública inclusiva da gestão municipal, criada com objetivo de garantir uma melhor qualidade de vida para a população de Porto Velho”, comentou Paulo Afonso, Secretário Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias).

Mais do que criar vagas de residência, o projeto fortalece uma nova lógica de cuidado educacional: formação em serviço, apoio técnico, acompanhamento qualificado e compromisso com uma educação que não apenas matricula, mas garante condições reais de aprendizagem.

Outro destaque da lei é a criação de 771 bolsas de residência acadêmica, com duração de até 36 meses e auxílio mensal de R$ 1.700, permitindo que universitários adquiram experiência prática e fortaleçam a educação inclusiva no município.

A partir de agora, Porto Velho dá mais um passo na consolidação do SMEI, avançando na estruturação de uma política pública permanente, planejada e baseada na qualificação dos serviços ofertados às crianças e estudantes da rede municipal.

A educação inclusiva exige planejamento, investimento, formação e responsabilidade compartilhada. A criação da Residência Acadêmica reafirma esse compromisso e fortalece o caminho para uma rede mais humana, técnica e preparada para acolher as diferenças e garantir direitos.

Porto Velho amplia formação em educação especial

Medida fortalece a educação inclusiva com formação prática, apoio técnico e qualificação da rede municipal de ensino

Texto: Semias. Edição: Semias Foto: Secom/Semias
Publicada em 07 de julho de 2026 às 18:56
Porto Velho amplia formação em educação especial

Proposta representa um avanço importante na qualificação da rede municipal de ensino

A Prefeitura de Porto Velho conseguiu aprovação da Câmara Municipal do projeto de lei complementar de autoria do Executivo que cria a Residência Acadêmica em Educação Especial Inclusiva. Uma iniciativa que integra as ações do Sistema Municipal de Educação Inclusiva — SMEI na cidade.

A proposta representa um avanço importante na qualificação da rede municipal de ensino, fortalecendo o apoio aos estudantes, público da educação especial e contribui para a construção de uma escola mais preparada, acessível e inclusiva.

A Residência Acadêmica tem como objetivo aproximar estudantes em formação da realidade das escolas municipais, promovendo vivência prática, acompanhamento técnico e atuação supervisionada junto às equipes escolares.

A medida busca ampliar a capacidade de apoio da rede, melhorar as práticas pedagógicas inclusivas e contribuir para a permanência, participação e aprendizagem dos estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades, superdotação e demais necessidades educacionais específicas.

De acordo com o secretário municipal de educação, Giordani Lima, a aprovação é um compromisso da gestão com uma rede de ensino mais qualificada e preparada para responder às necessidades dos estudantes.

Para Giordani Lima, a aprovação é um compromisso da gestão com uma rede de ensino mais qualificada 

“A Residência Acadêmica em Educação Especial Inclusiva é uma estratégia importante para fortalecer o trabalho das nossas escolas. Estamos falando de formação, acompanhamento e apoio técnico para que a inclusão aconteça no cotidiano da sala de aula, com mais segurança para os profissionais e mais oportunidades de aprendizagem para os estudantes”, lembrou Giordani.

A secretária adjunta de Inclusão e Assistência Social, Tércia Marília, disse que a iniciativa faz parte de uma política estruturante, construída para consolidar o SMEI como um sistema permanente de apoio à educação inclusiva no município.

“Esse projeto não é uma ação isolada. Ele faz parte de um desenho maior, que é o Sistema Municipal de Educação Inclusiva. A residência vem para qualificar o serviço da rede, aproximar a formação acadêmica da realidade das escolas e garantir que os estudantes, público da educação especial tenham apoio, planejamento individualizado e condições reais de participação e aprendizagem”.

O prefeito Léo Moraes falou que a aprovação do projeto representa mais um passo da gestão municipal na construção de políticas públicas permanentes e voltadas à garantia de direitos.

Léo Moraes afirmou que o projeto fortalece as políticas públicas permanentes de garantia de direitos

“Porto Velho está avançando com responsabilidade na educação inclusiva. Queremos uma rede que acolha, ensine e garanta oportunidades para todas as crianças. A criação da Residência Acadêmica é uma medida concreta para fortalecer nossas escolas, apoiar nossos profissionais e cuidar melhor dos nossos estudantes”.

“Essa é mais uma política pública inclusiva da gestão municipal, criada com objetivo de garantir uma melhor qualidade de vida para a população de Porto Velho”, comentou Paulo Afonso, Secretário Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias).

Mais do que criar vagas de residência, o projeto fortalece uma nova lógica de cuidado educacional: formação em serviço, apoio técnico, acompanhamento qualificado e compromisso com uma educação que não apenas matricula, mas garante condições reais de aprendizagem.

Outro destaque da lei é a criação de 771 bolsas de residência acadêmica, com duração de até 36 meses e auxílio mensal de R$ 1.700, permitindo que universitários adquiram experiência prática e fortaleçam a educação inclusiva no município.

A partir de agora, Porto Velho dá mais um passo na consolidação do SMEI, avançando na estruturação de uma política pública permanente, planejada e baseada na qualificação dos serviços ofertados às crianças e estudantes da rede municipal.

A educação inclusiva exige planejamento, investimento, formação e responsabilidade compartilhada. A criação da Residência Acadêmica reafirma esse compromisso e fortalece o caminho para uma rede mais humana, técnica e preparada para acolher as diferenças e garantir direitos.

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