Porto Velho é apontada como pior capital para viver no Brasil, segundo IPS 2026

A capital de Rondônia aparece na 27ª posição entre as 26 capitais brasileiras e o Distrito Federal

Fonte: Tudorondonia Com informações do G1/RO/Foto: Secom - Publicada em 20 de maio de 2026 às 18:48

Porto Velho é apontada como pior capital para viver no Brasil, segundo IPS 2026

Porto Velho foi classificada como a pior capital do Brasil para viver, segundo o Índice de Progresso Social (IPS) 2026.

A capital de Rondônia aparece na 27ª posição entre as 26 capitais brasileiras e o Distrito Federal.

O levantamento atribuiu a Porto Velho 58,59 pontos, índice abaixo da média nacional, que foi de 63,40.

O IPS Brasil avalia o desempenho social e ambiental dos 5.570 municípios brasileiros.

A análise considera 57 indicadores distribuídos em três dimensões: necessidades humanas básicas, fundamentos para o bem-estar e oportunidades.

Entre as capitais com os menores resultados estão Recife, Salvador, Maceió, Macapá e Porto Velho.

Recife aparece com 63,22 pontos, seguida por Salvador, com 62,18, e Maceió, com 61,96.

Macapá ficou na penúltima posição, com 59,65 pontos.

Porto Velho encerra o ranking das capitais, com 58,59 pontos.

A capital rondoniense também não aparece entre os 15 municípios mais bem avaliados de Rondônia.

No estado, o município com melhor desempenho foi Rolim de Moura, com 62,85 pontos.

Entre as capitais, Curitiba lidera o ranking nacional, seguida por Brasília, São Paulo, Campo Grande e Belo Horizonte.

No ranking dos estados, Rondônia ocupa a 23ª colocação, com média de 58,60 pontos.

O estado fica à frente apenas de Amapá, Acre, Maranhão e Pará.

Segundo o Censo de 2022 do IBGE, Porto Velho tinha 460.434 habitantes.

A estimativa populacional mais recente, divulgada para 2025, apontou 517.709 moradores na capital.

Porto Velho também enfrenta problemas históricos de infraestrutura, especialmente no saneamento básico.

De acordo com o Instituto Trata Brasil, a capital aparece há 10 anos na última posição entre as 100 maiores cidades do país nesse setor.

O estudo aponta que apenas 9,89% da população tem acesso ao tratamento de esgoto.

Mais da metade dos moradores também vive sem acesso à água tratada, segundo o levantamento.

Porto Velho é apontada como pior capital para viver no Brasil, segundo IPS 2026

A capital de Rondônia aparece na 27ª posição entre as 26 capitais brasileiras e o Distrito Federal

Tudorondonia Com informações do G1/RO/Foto: Secom
Publicada em 20 de maio de 2026 às 18:48
Porto Velho é apontada como pior capital para viver no Brasil, segundo IPS 2026

Porto Velho foi classificada como a pior capital do Brasil para viver, segundo o Índice de Progresso Social (IPS) 2026.

A capital de Rondônia aparece na 27ª posição entre as 26 capitais brasileiras e o Distrito Federal.

O levantamento atribuiu a Porto Velho 58,59 pontos, índice abaixo da média nacional, que foi de 63,40.

O IPS Brasil avalia o desempenho social e ambiental dos 5.570 municípios brasileiros.

A análise considera 57 indicadores distribuídos em três dimensões: necessidades humanas básicas, fundamentos para o bem-estar e oportunidades.

Entre as capitais com os menores resultados estão Recife, Salvador, Maceió, Macapá e Porto Velho.

Recife aparece com 63,22 pontos, seguida por Salvador, com 62,18, e Maceió, com 61,96.

Macapá ficou na penúltima posição, com 59,65 pontos.

Porto Velho encerra o ranking das capitais, com 58,59 pontos.

A capital rondoniense também não aparece entre os 15 municípios mais bem avaliados de Rondônia.

No estado, o município com melhor desempenho foi Rolim de Moura, com 62,85 pontos.

Entre as capitais, Curitiba lidera o ranking nacional, seguida por Brasília, São Paulo, Campo Grande e Belo Horizonte.

No ranking dos estados, Rondônia ocupa a 23ª colocação, com média de 58,60 pontos.

O estado fica à frente apenas de Amapá, Acre, Maranhão e Pará.

Segundo o Censo de 2022 do IBGE, Porto Velho tinha 460.434 habitantes.

A estimativa populacional mais recente, divulgada para 2025, apontou 517.709 moradores na capital.

Porto Velho também enfrenta problemas históricos de infraestrutura, especialmente no saneamento básico.

De acordo com o Instituto Trata Brasil, a capital aparece há 10 anos na última posição entre as 100 maiores cidades do país nesse setor.

O estudo aponta que apenas 9,89% da população tem acesso ao tratamento de esgoto.

Mais da metade dos moradores também vive sem acesso à água tratada, segundo o levantamento.

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